sábado, 17 de janeiro de 2009

Imagens engraçadas/curiosas - 17/01/2009


Via Knuttz/Ueba

Uma curta história de amor

Site com várias imagens de artes gráficas - muitas mesmo!!!

Fotos de 20 000 Cidades - Veja se tem a sua.

Para os amantes de viagens e principalmente de fotografia.
Clique na imagem abaixo e Façam uma boa viagem. vale a pena

A arte de Travis Louie, que desenha monstros inspirado em filmes B que viu na infancia.

Muito bem desenhados,por sinal.
Clique na imagem abaixo e confira.

Carro voador Russo

Não sei se teria coragem de voar num negócio desse não...

Conheça os benefícios do abacate

Um monte de calorias e gorduras. É essa a imagem que as pessoas têm do abacate, uma fruta menosprezada em muitos cardápios, e colocada de lado na maioria das dietas.

Mas ao contrário do que muita gente pensa, o abacate pode ser excelente para a saúde. É o que a Universidade de Shizuoka, no Japão, anda divulgando mundo afora: nas pesquisas realizadas foi comprovado que a fruta protege o corpo contra toxinas que prejudicam o fígado e entre 22 frutas pesquisadas, o abacate mostrou-se o mais capaz em diminuir danos provocados no órgão por fatores semelhantes aos causados por hepatites virais.

E se você ainda não se convenceu de que vale a pena colocá-la na sua fruteira, saiba que a maior parte da gordura do abacate é monoinsaturada, um tipo de gordura que não deixa os níveis de colesterol se elevarem no sangue. Há algum tempo, o Globo Repórter acompanhou um estudo sobre o abacate, que foi realizado com alguns voluntários. Todos eles deveriam comer um abacate diariamente.

Amostras de sangue foram colhidas antes e depois do experimento e provaram aquilo que os pesquisadores queriam demonstrar : 99% dos participantes tiveram melhora no HDL, que combate o LDL. Resultado: Menos colesterol para todo mundo!A substância responsável por isso é o beta sitosterol, que auxilia na redução dos níveis de colesterol

Além ddisso, ele contém vitaminas A e do complexo B e alguns sais minerais como ferro, cálcio e fósforo. São ricos em vitaminas E e C, potentes antioxidantes, e protegem os tecidos do corpo de danos oxidativos. Pesquisadores australianos também tiveram resultados surpreendentes com pesquisas com abacate. O que prova que a imagem da fruta gordurosa está indo para o espaço.
Fonte Minha Vida

10 blogs de fotografia dignos de nota (10 para mim)

Evolução da face

Banana

"Banana, alimento para os músculos incluive o do coração"

A inclusão da banana, rica em potássio, na dieta habitual dos adultos e idosos está sendo recomendada pelos especialistas, depois de estudos acentuarem a importância do mineral para a função muscular adequada, inclusive o coração. Uma banana média, de 115g, fornece um terço das necessidades diárias recomendadas de potássio. Cada banana contém cerca de 100 calorias, principalmente sob a forma de frutose e amido, que o corpo converte em energia. É, por isso, um dos alimentos favoritos dos atletas, que a consideram um anabolizante natural.

Mas a preferência dos atletas tem também uma outra razão: as cãibras, dolorosas contrações espasmódicas dos músculos. Segundo o dr. João Olyntho, do Comitê Olímpico Brasileiro, a banana por ter grandes quantidades de potássio alivia as cãibras e, por isso, a recomenda aos esportistas. A composição da dieta do brasileiro piorou na última década, alertam especialistas. De 1988 para cá, o consumo de gorduras aumentou, enquanto o de verduras e frutas ficou estável ou diminuiu mais ainda em diversas regiões do país. "A maioria das pessoas, incluindo os idosos, não tem muita vontade de comer esses alimentos", disse a nutricionista Ileana Mourão Kazapi, professora da Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis.
Fonte: Minha Vida

Cuidado com o trem, bichano...Você se f...

Jornal O Estado de SP em PDF, Sábado, 17 de Janeiro de 2009

O governo dos Estados Unidos anunciou uma ajuda adicional de US$ 20 bilhões para o Bank of America (BofA), enquanto o Citigroup divulgou um plano de reestruturação que vai dividir a instituição em duas partes. Mesmo assim, as ações dos dois maiores bancos americanos tiveram fortes perdas na Bolsa de Nova York. As do Citigroup caíram 8,62% e as do BofA, 13,8%.

Os dois bancos informaram pesadas perdas no quarto trimestre de 2008. O Citigroup disse que teve prejuízo de US$ 8,29 bilhões e o BofA, de US$ 1,79 bilhão, primeiro resultado negativo desde 1991. No caso do Citi, foi o quinto trimestre seguido de balanço no vermelho.

Além de dar US$ 20 bilhões a mais para o BofA, o governo estendeu a proteção potencial a perdas com ativos problemáticos da instituição para US$ 118 bilhões. Em troca da ajuda ao BofA, o governo receberá US$ 24 bilhões em ações preferenciais do banco, que pagam um dividendo estimado em 8% ao ano.

Esses US$ 118 bilhões não implicam o aporte imediato dos recursos na instituição. Significam que as autoridades podem colocar esse dinheiro dependendo da evolução dos preços dos ativos que estão na carteira do banco.

Grande parte desses ativos garantidos pelo governo está no balanço do Merrill Lynch, banco de investimentos comprado pelo BofA em setembro do ano passado, logo após a quebra do Lehman Brothers, que também atuava como banco de investimentos. O conjunto de ativos problemáticos do Merrill consiste basicamente de papéis relacionados a hipotecas desvalorizadas.

O Citigroup informou também ter finalizado os termos de um acordo pelo qual o governo vai garantir US$ 301 bilhões em ativos problemáticos da instituição. Em novembro, o Tesouro americano havia se comprometido a aplicar até US$ 306 bilhões no banco. A diferença de US$ 5 bilhões deve-se a uma reavaliação dos ativos do Citi em relação à época em que a garantia foi anunciada.

O Citigroup confirmou, ainda, que vai se dividir em duas linhas de negócios, a Citicorp, que reunirá serviços bancários de cem países, e a Citi Holdings, focada em serviços financeiros, que reunirá gerenciamento de ativos.

O dinheiro que pode ser destinado ao Citi e ao BofA vai sair do Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (Tarp, na sigla em inglês), criado pelo governo George W. Bush para evitar uma quebra generalizada no setor. Quinta-feira, os senadores aprovaram a liberação da segunda parcela dos recursos, que, no total, chegam a US$ 700 bilhões.

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Nada queremos saber sobre a morte, ela é o inominável e o inapreensível da experiência humana. É um tema que sempre suscita embaraços e desconfortos

No inconsciente o homem se crê imortal. A morte é a etapa final do transcurso do tempo de uma vida. E o inconsciente não conhece o tempo nem a morte.
Mas Freud nos adverte ao final de seu texto Reflexões para os tempos de guerra e morte ( 1915 vol XIV), “se queres suportar a vida, prepara-te para a morte.” A morte está indissociada da vida e “a vida empobrece, perde em interesse, quando a mais alta aposta no jogo da vida, a própria vida, não pode ser arriscada” continua nos lembrando Freud em seu texto.

Em seu livro A negação da morte, Ernest Becker escreveu “a idéia de morte, o temor a ela, persegue o homem como nenhuma outra coisa: ela é um dos maiores incentivos da atividade humana”. Impulsionado pelo desejo de evitar a fatalidade da morte, de vencê-la, de dar maior significado para sua vida o homem projeta e realiza inúmeras coisas que o ultrapassam. Os feitos do homem são a sua condição de imortalidade, é pela sua obra que o homem supera a realidade da morte.

O homem vive sob o jugo de um paradoxo: possui uma identidade simbólica que o destaca nitidamente na natureza. Ele tem consciência de sua existência e de sua finitude. Está fora da natureza e ao mesmo tempo irremediavelmente dentro dela. Coloca a cabeça nas estrelas e, contudo está alojado em um corpo que arqueja para respirar, que lhe é estranho de muitas maneiras: que doe, sangra, definha e morre, que traz a morte como parte de sua biologia.

A ciência nos ensina que o temor da morte é uma expressão do instinto de autopreservação, que funciona como um impulso constante para conservar a vida e sobrepujar os perigos que a ameaçam. O medo da morte tem de estar presente por trás do funcionamento normal, com o fim do organismo proteger a própria existência. Por outro lado, esse medo tem de ser adequadamente suprimido para permitir que se viva com um pouco de conforto. Percebemos assim o paradoxo: o onipresente medo da morte bem como o esquecimento desse temor na vida consciente.

Seguindo Freud em seu dito “se queres suportar a vida, prepara-te para a morte”, somos orientados a nos desapegarmos das coisas, a fazermos o trabalho do luto. Nossa vida toda é um trabalho de luto; luto da infância, dos pais idealizados, das etapas vividas, de todas as perdas que o transcurso da existência nos impõe e por fim a preparação para o último luto, da própria vida.
Mas o medo da morte não está posto para todos de igual modo. Sujeitos que tiveram más experiências primitivas ficam mais morbidamente fixados na angústia da morte. Uma criança que teve uma infância favorável desenvolve mecanismos mais adequados para lidar com dificuldades, perdas e consequentemente com a morte.

O irônico quanto à negação da morte, é que, o sujeito visando evitar a morte, o faz matando tanto de si mesmo e uma faixa tão grande de seu mundo de ação que ele na verdade se isola e diminui-se, ficando como se já estivesse morto. Inúmeros poetas nos contam que a pior morte é a que se vive em vida.

A morte na cultura
Freud escreveu em seu artigo Além do princípio do prazer (1920) que a noção de morte natural é inteiramente estranha às culturas primitivas; elas atribuíam a morte à influência de um inimigo ou espírito mal. Na realidade todos os homens opõem-se à idéia de que a vida pulsional sirva para ocasionar a morte; que ela trabalhe para garantir que o organismo seguirá seu próprio caminho em direção a uma morte mais natural possível.

Em “Reflexões para o tempo de guerra e morte” ele escreve que apesar de parecer óbvio ser a morte o resultado da vida e que cada um deve à natureza uma morte, natural, inegável e inevitável, isso não ocorre. Ao contrário, a tendência é de negá-la, silenciá-la, colocá-la de lado, eliminando-a da vida.

A tendência é pensar a morte como fortuita, decorrente de acidente, doença, idade avançada. Nós só conseguimos lidar com a morte natural transportando-a para a velhice. E a conjunção de morte e velhice desloca a morte para um futuro sempre incerto e imaginariamente sempre longe e no qual não nos vemos. E dessa forma conjugando morte e velhice se imputa a essa última todo o horror com conseqüente medo e negação.
Morte e luto, fracasso e perda, fazem parte da estrutura da vida e, portanto acompanham o sujeito. Por paradoxal que seja, porque há morte é que sabemos da vida, a vida transita pelo desamparo e é diante da eminência da morte que a ela recupera seu pleno sentido.

Estamos sempre associando velhice e morte. É inegável que à medida que a velhice chega, o sujeito passa por inúmeras perdas. Para muitos não é fácil reinventar a vida após certa idade quando vários laços foram desfeitos. Mas a saída é o trabalho do luto. Luto que cada um deve fazer inclusive de si mesmo, além do luto pela perda dos objetos. Alguns tentam resolver com ódio, com lamentação e queixa. Ainda que a lamentação faça parte do luto, é preciso concluí-lo. Luto e vida andam juntos, não é possível andar pela vida sem passar pelo luto e a fuga dele acaba impedindo o movimento da vida. Mesmo que o sofrimento seja inevitável a esse processo, suportar que algo falte permite ao sujeito construir respostas mais inventivas em torno dessa falta, extraindo dela um saber sobre si mesmo.

Suportar que algo falte, é a grande questão diante do luto, da morte. Os rituais foram elaborados para auxiliar o homem nesse processo.
Maud Mannoni cita em seu livro O nomeável e o inominável uma vasta pesquisa realizada por Philippe Áries em O homem diante da morte que explica as mudanças de atitude da sociedade diante desse acontecimento. Ele escreve que na Idade Média a morte dava como que um aviso prévio e as pessoas eram simplesmente observadores dos sinais sobre si mesmas. Quando chegava a hora, morriam exatamente como era preciso. Não havia recursos para fazer frente à morte. No século XVIII e até mesmo no início do século XIX, morria-se em público, a casa era aberta a todos. Era costume que os amigos, vizinhos, padres viessem assistir o moribundo.

O homem sabia que ia morrer e preparava-se para isso. Os testamentos com freqüência eram testamentos místicos, onde o homem dizia um trajeto de uma vida e o que a morte lhe remetia. Uma tradição se transmitia assim, da vida além da morte, para uma geração seguinte. Os túmulos tinham como função impor a recordação de uma vida à posteridade.
Na contemporaneidade os ritos da morte são simplificados e os avanços da ciência empurram a morte cada vez mais para longe da existência do homem. A morte não é mais vista como fazendo parte da vida e seu insondável mistério banalizado. A ciência resiste à morte tanto quanto o profissional se sente impotente diante dela na relação com o paciente.

O doente terminal

Como lidar com doente para quem a ciência já não tem mais recurso?
O paciente marcado por uma doença incurável ou em fase terminal, convoca o profissional da área de saúde e também seus familiares a se portar diante da morte. Como lidar com essa experiência, como ajudar essa pessoa, o que fazer nesse momento em que parece que não há mais nada que possa ser feito? Ainda que a existência autônoma esteja comprometida, até mesmo quanto à dignidade da existência, há ali um sujeito. O cuidado, a realidade que lhe é propiciada, faz surgir nele uma dimensão tranqüilizadora ou de desamparo.

Nessa relação todos os “pequenos nadas” que dão à vida seu sal constituem uma dimensão essencial: um olhar, uma palavra amiga, um gesto de carinho, uma pequena atenção. O que mantém vivo, “com vida”, uma pessoa nessas condições é a afeição, a ternura, o aconchego no qual possa haver a presença de alguém que o reconheça, que o escute, que o acolha. O cuidar vai além do atendimento às necessidades básicas do sujeito, é um exercício de respeito, de amor e compaixão. Tão mais importante quando privilegia os momentos em que esse doente pode se expressar como sujeito. Ele sabe quando lhe faltam com respeito, quando insistem em procedimentos que ele recusa. Os procedimentos que podem ajudá-lo devem ser tentados, mas que se discuta com ele sua posição e escolha.

É muito penoso para o doente que está ficando cada vez mais dependente ter a impressão que está perdendo seu estatuto de sujeito. Até o final da vida persiste sua sensibilidade aos efeitos de uma fala. E diante do inevitável o maior consolo talvez seja poder fazer um balanço positivo da vida que se está prestes a deixar.
Retornamos assim ao ponto de onde partimos: é a maneira como vivemos que nos prepara para morrer. Ou, como transmitiu Sêneca: "Deve-se aprender a viver por toda a vida e. por mais que tu talvez te espantes, a vida toda é um aprender a morrer".
Helena Maria Galvão Albino,
Psicanalista com Especialização pela UFMG
Membro do fórum do Campo Lacaniano – FCL-BH
Via Amigos de Freud

Novo comercial da Durex

Popular Photography - Fevereiro - 2009


Roberto Carlos e Caetano Veloso - E a Música de Tom Jobim

No ano em que a Bossa Nova completa meio século de existência, Roberto Carlos e Caetano Veloso, dois ícones da música brasileira se reúnem pela primeira vez em um show antológico, dedicado a Tom Jobim. O CD é resultado dos shows realizados no Teatro Municipal do Rio de Janeiro no dia 22 de agosto e no Auditório do Ibirapuera em São Paulo nos dias 25 e 26 de agosto.
Juntos, Roberto e Caetano cantam os maiores clássicos do mestre Tom Jobim, como "Garota de Ipanema", "Ligia", "Águas de Março", "Eu Sei Que Vou Te Amar" que termina com o Rei recitando o famoso poema de Vinícius de Moraes "Soneto da Fidelidade", entre outros.
Esse encontro conta a história de um movimento musical que de tão sublime e cativante, deixou de ser do Brasil para ser do mundo. Um álbum que todos esperavam!

Mundo Estranho - Janeiro 2009

Gazeta Mercantil em PDF, Sexta e Fim de Semana, 16, 17 e 18 de Janeiro de 2009

Investidor ajusta posição e dólar cai 1,47%
SÃO PAULO, 16 de janeiro de 2009 - Apesar de mais uma bateria de notícias ruins, os investidores se mantiveram menos avessos ao risco e o dólar registrou sua primeira queda em cinco sessões. No término do pregão, a moeda norte-americana recuou 1,47%, para R$ 2,343 na compra e R$ 2,345 na venda. Ainda assim, na semana, a divisa estrangeira acumula ganhos de 3,2%.

Eduardo Gorayeb - Diretor-presidente da Rodobens Negócios Imobiliários

Entrevista concedida á repórter Amarilis Bertachini

São Paulo, 14 de janeiro de 2009 - Entre automóveis e caminhões e em meio a empresas de diferentes áreas como consórcio, seguros, financiamento automotivo, locação de veículos, negócios internacionais e comunicação empresarial, a Rodobens Negócios Imobiliários se destaca como uma das principais empresas dentro do grupo Rodobens, um dos mais tradicionais do País.

Foi a escolhida para a estréia do grupo no Novo Mercado da Bolsa de Valores, com a abertura de capital e início de negociação de suas ações em 31 de janeiro de 2007. Cerca de um ano e meio depois, ao divulgar os resultados do terceiro trimestre de 2008, suas ações receberam recomendação de "atraente" pela Fator Corretora. "A Rodobens tem gestão financeira conservadora, possui posição de caixa e financiamento (SFH) suficientes para o cumprimento das metas de lançamentos e vendas", disse, em sua avaliação, Eduardo Silveira, analista do setor de construção civil da corretora.

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terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Imagens engraçadas/curiosas - 13/01/2009


Via Knuttz/Ueba

Jornal O Estado de SP em PDF, Terça, 13 de Janeiro de 2009

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem, em seu primeiro discurso em 2009, que a estratégia do governo para não deixar que a crise chegue com mais força no País é reforçar os investimentos no primeiro trimestre. Segundo ele, os próximos três meses serão decisivos para atenuar o impacto da crise no País.

"Porque, se nós não tomarmos a iniciativa de fazer as coisas acontecerem neste primeiro trimestre, aí sim poderemos correr um risco de fazer com que a crise chegue aqui mais forte", afirmou Lula, em São Paulo, na abertura da 36.ª Couromoda, a maior feira do setor calçadista e de artefatos de couro da América Latina.
A preocupação foi tema também do programa semanal "Café com o Presidente", ontem de manhã. "Nós vamos ter um trimestre preocupante", disse Lula. Diante disso, ele reafirmou que o governo tomará as medidas necessárias para garantir emprego, salário e renda.

"Vamos convencer a iniciativa privada a continuar investindo. Por isso, nós vamos colocar mais recursos no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social)", afirmou Lula. Em outra frente de batalha, reiterou, o governo lutará pela redução dos spreads bancários. "Precisamos reduzir o spread bancário para facilitar que as empresas brasileiras, sobretudo as pequenas e médias empresas, possam ter acesso ao crédito."

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), principal vitrine do governo, também terá uma injeção de recursos, prometeu ele. "A Dilma (Rousseff, ministra da Casa Civil) tem a responsabilidade de não permitir que pare uma obra do PAC. Pelo contrário, (deve) inventar novas obras importantes para o Brasil, descobrir novas necessidades. Só posso dizer para vocês que não faltará dinheiro para investimentos."

Em seu discurso na Couromoda, Lula disse que o compromisso com o crescimento é também dos governadores e dos prefeitos. No evento, estavam presentes os governadores tucanos José Serra (São Paulo) e Yeda Crusius (Rio Grande do Sul) e o prefeito da capital paulista, Gilberto Kassab (DEM).

Sem entrar em detalhes, Lula afirmou que o governo está trabalhando com governadores e prefeitos das capitais e vai anunciar novas ações ainda neste mês, principalmente em relação a investimentos. "Como anunciamos o PAC em 22 de janeiro de 2007, nós teremos medidas importantes para anunciar neste mês."

"Neste mês ou no começo do próximo vamos ter uma reunião com alguns governadores de Estados para discutir o que pode ser feito entre o governo do Estado, o governo federal e as prefeituras, sobretudo das capitais. O momento exige mais competência, mais agilidade, e o que nós queremos, na verdade, é mais investimento", disse Lula.

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Moments in Timelapse

Samba Social Clube - Vol. 1 Ao Vivo

Antonio, o Cd Samba Social Clube - Vol. 1: Ao Vivo reúne a nata do samba cantando músicas que se eternizaram pelo tempo, esse álbum foi gravado na Fundição Progresso (RJ) e contou com as participações de Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Diogo Nogueira, Fundo de Quintal, Alcione e muitos outros. Confira sucessos como: "Mormaço", "O Bêbado e a Equilibrista", "É Preciso Muito Amor" e muitos outros. Um cd que não pode faltar na sua coleção!
Bote os caras para dançar aí na Nova Zelândia.

Gazeta Mercantil em PDF, Segunda, 12 de Janeiro de 2009

Crise força mineradoras a devolver áreas à União
Rio de Janeiro, 12 de Janeiro de 2009 - O enxugamento dos recursos no mercado financeiro secou também a fonte para os investimentos em pesquisas na área de mineração. Com o caixa mais curto, grandes mineradoras desistiram de explorar mais de três mil áreas desde o começo da crise econômica. O número é dez vezes maior que o total de devoluções e desistências registradas no mesmo período do ano passado.

Maurício Odebrecht – Diretor Presidente da EAO
A pecuária na Bahia está voltando a crescer, principalmente com a raça nelore. Apesar de problemas como a febre aftosa e as dificuldades financeiras do estado, não só na pecuária, a Bahia também tem suas vantagens para a criação de gado.

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Jornal O Estado de SP em PDF, Segunda, 12 de Janeiro de 2009

No 16.º dia da operação, Israel lançou suas forças de reserva contra o território palestino, informou o porta-voz do exército, o general de brigada Avi Benayahu.
Segundo o chefe do serviço de emergências em Gaza, Muawiya Hassanein, 38 pessoas morreram e pelo menos 80 ficaram feridas por causa dos ataques das forças israelenses neste domingo. Hassanein afirmou que foi um dos dias "mais sangrentos" em 16 dias de ofensiva israelense.

O bairro de Sheikh Aylin, na periferia da cidade de Gaza, foi cenário esta manhã de um encarniçado combate terrestre, quando milicianos do Hamas e de outros grupos armados enfrentaram soldados israelenses que penetraram na área. Após a retirada de soldados israelenses, que receberam o apoio de uma coluna de veículos blindados, as ambulâncias recolheram das ruas os corpos de 12 combatentes palestinos.

Seis civis morreram no bombardeio de suas casas em Beit Lahia, no norte de Gaza, e mais seis perderam a vida em diferentes ataques em outros pontos de Gaza. Testemunhas disseram que entre as vítimas do bairro de Tal el-Hawa há duas crianças. Outros cinco civis morreram após suas casas serem atingidas por tiros de tanques em Jabalia, no norte do território.

A aviação israelense começou suas operações com bombardeios aéreos contra cerca de 60 alvos, entre os quais estava uma mesquita da localidade de Rafah, no sul de Gaza, que segundo o Exército de Israel era usada pelos grupos armados como arsenal. A região foi novamente bombardeada durante a tarde para destruir túneis que ligam Gaza ao Egito e que são usados por grupos armados para o transporte de armas, munição e foguetes.

Também foi bombardeada a casa de Ahmed Yabri, chefe do braço armado do Hamas - as Brigadas de Ezedin al-Qassam -, que como os outros líderes do movimento islâmico passaram para a clandestinidade quando começou a ofensiva israelense.

Outros alvos foram as sedes dos ministérios da Cultura e de Assuntos para as Mulheres, que acabaram destruídos.

Objetivos
O primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, ordenou na manhã de hoje que a ofensiva prosseguisse e afirmou que "se aproximam" os "objetivos" que seu país estabeleceu em Gaza.

Olmert disse que foram "obtidas conquistas impressionantes na operação contra organizações terroristas", mas que "é necessário mais paciência, determinação e coragem" para alcançar a meta de "mudar a realidade de segurança no sul" de Israel.

"Não devemos colocar a perder no último minuto o esforço nacional sem precedentes que tornou possível restaurar o espírito de unidade do povo de Israel. Os israelenses, principalmente os do sul, devem ter paciência e vontade para isto", acrescentou.

O primeiro-ministro israelense fez esta afirmação em Jerusalém após altos comandantes militares citados pela imprensa pedirem ao Governo que decida entre negociar um cessar-fogo ou lançar a terceira fase da ofensiva com a mobilização de mais infantaria para reforçar as operações terrestres em Gaza.
Estes altos comandantes do Exército disseram que as forças israelenses que já entraram em Gaza não podem ficar eternamente no local à espera de uma decisão, pois se transformam em alvo estático para as milícias palestinas. "Eles não podem ficar de pé e esperar. Precisam se movimentar", explicou um oficial.

O pedido dos generais israelenses não caiu no esquecimento e deste modo emissoras de rádio locais transmitiam na noite de hoje o anúncio de um porta-voz militar de que o Exército tinha começado a mobilizar reservistas para dar início à terceira fase, que presumivelmente incluirá a entrada nos núcleos urbanos mais densamente povoados na busca de milicianos casa por casa.

Autoridades de defesa de Israel dizem estar preparadas para uma terceira fase da ofensiva. A primeira etapa foi o bombardeio aéreo e a segunda consistiu na entrada de tropas por terra, na tomada de áreas utilizadas para o disparo de foguetes contra Israel e na tomada da Cidade de Gaza. Falando em condição de anonimato, os oficiais afirmaram que o exército israelense possui um plano para uma quarta fase da ofensiva - a total reocupação de Gaza e a derrubada do Hamas.

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Gato Ninja

Rally Dakar 2009

domingo, 11 de janeiro de 2009

Zé Ramalho canta Bob Dylan

Em sua geração de compositores / cantores pós-tropicalistas, Zé Ramalho sempre traçou uma curva distinta, enraizada nessa cantoria, nessa cantação que conta coisas suspensas entre o real e o sonhado, entre vida dura e imaginação febril. Os paralelos, muito naturais, sempre estiveram lá. De certa forma, este é um trabalho há muito esperado. Aqui estão 12 canções de Bob Dylan, vindas de diferentes fases de sua vasta e produtiva carreira, todas reinventadas por Zé Ramalho em seu novo projeto. Não são apenas as letras que ganharam seu equivalente no português do Brasil, as canções por si só descobriram novos laços através dos continentes, transformando-se em xotes, baiões, cocos (depois deste disco, talvez o Mr. Tambourine Man nunca mais seja outra pessoa além de Jackson do Pandeiro...). Não são versões, são transfigurações, atos de magia musical e poética, com um mútuo piscar de olhos entre dois grandes artistas populares. Não deixe de conferir!

Revista Veja - Edição n. 2095 - 14 de Janeiro de 2008


Revista Dicas Info - Empregos em Tecnologia - Dezembro/2008 - Ed. n. 60

Boa Viagem (O Globo - 08/01/2009)