terça-feira, 7 de abril de 2009

Imagens engraçadas/curiosas - 07/04/2009


Via Knuttz/Ueba

Monte redoubt - Alaska

Ford Focus

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Caricaturas (Novas!!!)

Revista Shutterbug (05/2009)

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Imagens engraçadas/curiosas - 06/04/2009


Via Knuttz/Ueba

Revista Época - 02 de Março de 2009 - Edição n. 563

Jornal O Estado de SP em PDF, Segunda, 06 de Abril de 2009

Não houve espaço para zebras de última hora. As semifinais do Campeonato Paulista serão disputadas pelos quatro principais times do Estado, em sequência idêntica àquela ocorrida em 2000. Palmeiras, líder da primeira fase, fará dois jogos contra o Santos, que ontem garantiu a quarta vaga. O vice-líder São Paulo vai medir forças com o Corinthians. Guaratinguetá, Marília, Guarani e Noroeste caíram para a Série A2.

Locais e horários dos jogos serão definidos hoje, na Federação Paulista de Futebol. A entidade terá de contornar rivalidades, mas a tendência é a de que Santos e Palmeiras duelem no sábado, na Vila Belmiro, e se reencontrem no dia 18, no Palestra Itália. O Corinthians deve receber o São Paulo no Pacaembu, no domingo à tarde, e jogar no Morumbi, no dia 19.

A FPF espera acordo, embora não afaste hipótese de enfrentar resistência e levar a final para o interior. Durante a disputa do primeiro turno, o Corinthians anunciou que não mandaria mais jogos no Morumbi, pelos problemas que teve no clássico com o São Paulo. O Palmeiras já adiantou que não vê problema de jogar na casa tricolor, desde que seja só uma vez.

Formato: PDF
Tamanho: 15 Mb

Revista Veja - Edição 2106 - 1º Abril de 2009


domingo, 5 de abril de 2009

Dance Master

Jornal O Estado de SP em PDF, Domingo, 05 de Abril de 2009

O ano de 2009 começou com uma reversão abrupta no crescimento da classe média - incluindo a classe C, a classe média popular - que caracterizou boa parte do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Somente em janeiro, a classe C nas seis maiores regiões metropolitanas do País perdeu 11% do seu crescimento no governo Lula. No mês, um total de 563 mil pessoas caiu da classe C para as classes D e E nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife.

Somando-se as classes A e B à C, a redução nas regiões metropolitanas chega a 765 mil, e é exatamente igual ao aumento das classes pobres, a D e a E. O crescimento da classe C é uma marca do governo Lula e também um fenômeno global causado pelo boom econômico encerrado em setembro do ano passado, especialmente em países como a China e a Índia. As classes A e B, por sua vez, incluem o que normalmente se considera como classes média e média alta no Brasil.

As seis regiões metropolitanas representam apenas um quarto da população, e, portanto, o recuo da classe média em janeiro deve ter sido muito maior do que as 765 mil pessoas. Porém, segundo Marcelo Neri, do Centro de Política Social (CPS) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que fez os cálculos, não é possível extrapolar os números para a população como um todo.


Principal do Jornal:
Formarto: PDF
Tamanho: 17 Mb

Complemento do Jornal:
- Aliás
- Imóveis
- Autos & Acessorios
- Feminino
- Casa
- Oportunidades
- Empregos
- Especial (Amazônia de Euclides)

Formato: PDF
Tamanho: 41 Mb

Jornal O Estado de SP em PDF, Sábado, 04 de Abril de 2009

Primeiro os prefeitos, agora os governadores. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrentará uma nova batalha pela busca de mais recursos do Tesouro. O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), em reunião realizada em Teresina (PI), na quinta-feira, aprovou, por unanimidade, os termos da minuta de uma medida provisória, a ser apresentada nos próximos dias ao Planalto e ao Congresso, com 11 pontos que tratam da reestruturação da dívida pública dos Estados e municípios. O Confaz reúne os secretários de Fazenda dos Estados.

As duas principais reivindicações dos Estados são a substituição do indexador - de IGP-DI para IPCA - nos contratos de refinanciamento das dívidas com a União e a redução do limite de comprometimento da receita líquida com esses pagamentos. "Isso vai permitir que os Estados e municípios brasileiros recuperem um pouco a sua capacidade de investimento", declarou o secretário de Fazenda de Mato Grosso, Eder Moraes, um dos articuladores da proposta. A pressão para a renegociação das dívidas dos Estados, a partir da projeção de forte queda da taxa básica de juros da economia (Selic), foi antecipada pelo Estado em março.

Formato: PDF
Tamanho: 25 Mb