sábado, 25 de julho de 2009

Imagens engraçadas/curiosas - 25/07/2009


Via Knuttz/Ueba

Feira da aviação tem atrações para crianças no Santos Dumont

Mostra reúne aeronaves antigas e históricas.
Visitante pode entrar em simulador de voo.

Feira apresenta aeronaves modernas e históricas (Foto: Aluizio Freire)

A criançada tomou conta do hangar onde foi montada a Feira Nacional de Aviação Civil 2009, em uma área do Aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio. Eram eles que, na tarde de sábado (25), demonstravam maior curiosidade e admiração pelas aeronaves expostas no espaço. O evento prossegue neste domingo (26), de 9h às 17h, com entrada gratuita.

Um dos objetivos da exposição, segundo os organizadores, é aproximar e informar o público sobre o universo que envolve a aviação. Mas, tem também a finalidade de estimular os jovens para a formação de profissionais em todos os seus níveis.

Para isso, a feira conta com exposição de universidades, escolas e aeroclubes para divulgar os cursos técnicos e de nível superior para formação de mão de obra qualificada para o mercado de aviação.

A presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Solange Vieira, esteve no evento e elogiou a iniciativa. "É bom aproximar todo mundo desse mundo fascinante que é voar. Ainda conserva um certo mistério, um charme. É importante também despertar o interesse dos jovens pelo setor aéreo e abrir mais uma opção de carreira profissional", disse.
A presidente da Anac, Solange Vieira, esteve na feira e elogiou
a iniciativa de atrair o público jovem (Foto: Aluizio Freire)

Na feira, os visitantes conhecem aeronaves antigas e históricas. No pátio do aeroporto, estão cerca de 30 aeronaves, incluindo um turbo-hélice ATR 72 da companhia aérea Trip, o Cessna Corvallis da TAM, um helicóptero da polícia e um avião agrícola.

Outra atração é um simulador de voo: uma cabine de Boeing com todos os instrumentos onde as crianças podem entrar, assumir os lugares de piloto e co-piloto e tirar fotos.

Os visitantes podem conhecer ainda o interior de um Boeing 737-800, onde uma comissária ajuda a acomodá-los nas poltronas, apertar cintos e demonstrar o serviço como se estivessem em voo.
Fonte G1

Tour de France (40 fotos)

Jornal O Estado de SP em PDF, Sábado, 25 de Julho de 2009

PT contraria Lula e defende licença de Sarney no comando do Senado:
Mercadante considera ?grave? nova denúncia e, em nome da bancada, pede investigação pelo Conselho de Ética - Na contramão da orientação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a bancada do PT no Senado voltou a pedir ontem o afastamento do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP). Diante dos diálogos divulgados pelo Estado, em que Sarney discute com o filho Fernando Sarney a contratação do namorado de sua neta na Casa, o líder Aloizio Mercadante (SP) emitiu nota na qual considera "grave" a revelação.

Em nome da bancada, ele afirmou que o Conselho de Ética do Senado terá de investigar "com rigor a possibilidade de participação direta" do peemedebista na promulgação do ato secreto que serviu para concretizar a nomeação.
"É grave essa nova denúncia porque há indícios concretos da associação do presidente do Senado, José Sarney, em ato secreto de nomeação do namorado de sua neta", afirma o texto. "A bancada reafirma a sua posição de que o melhor caminho seria o pedido de licença da presidência da Casa por parte do senador José Sarney."

O afastamento do parlamentar chegou a ser defendido pelos petistas no início do mês, mas Mercadante e a líder do governo no Congresso, Ideli Salvatti (SC), recuaram após Sarney ameaçar renunciar. A bancada então acabou sendo orientada expressamente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a trabalhar pela permanência do peemedebista no cargo, de olho na garantia de apoio para a eleição de 2010.

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sexta-feira, 24 de julho de 2009

Imagens engraçadas/curiosas - 24/07/2009


Via Knuttz/Ueba

Mentiras ao léu

O fio da barba era firma reconhecida na política. Hoje os bigodes são fantasias que valem pelo efeito

O senador José Sarney é suficientemente esperto para não imaginar que acreditaríamos nele quando afirma ignorar o auxílio moradia que mensalmente pingava em seu holerite, ou que seu contador cometeu erro técnico deixando de declarar, para a Justiça eleitoral, o valor da casa onde mora em Brasília. A ministra Dilma Rousseff tem cancha política suficiente para saber que o pedido de afastamento do senador José Sarney da Presidência do Senado não visa a demonizar este ou aquele senador. Pede-se unicamente que alguém sob suspeita não se responsabilize por investigar irregularidades em que ele possa estar envolvido. No final das contas, não se deixa a raposa cuidar do galinheiro.

Toada semelhante é repetida pelos ilustres dirigentes do PT: a crise não atinge apenas uma pessoa, mas toda a instituição. Mas quem duvida disso? A pergunta crucial permanece: o suspeito está isento para dirigir uma investigação que pode incriminá-lo? Por fim, aparece o Presidente da República para revelar o que está por trás de toda essa camuflagem. Primeiro, o senador Sarney não é um cidadão comum, principalmente porque é peça essencial da estabilidade de seu governo. Segundo, a crise do Senado lhe interessa exclusivamente do ponto de vista da próxima eleição. Mas, ao dizer essas verdades, ao desvendar o verdadeiro sentido dessas ladainhas, simplesmente mostra que abdicou de agir como chefe de Estado para se reduzir a chefe do governo. Pouco lhe importa o princípio da legalidade, a autonomia e o fortalecimento dos três poderes. Tão-só desvenda a verdade para se negar como aquele que jurou defender a Constituição e a ordem normativa vigente.

Torna-se assim necessário perguntar: qual é o sentido político da mentira quando não se acredita que ela possa ser tomada como verdade? Qual o significado político desse ritual vazio?

Sabemos que o discurso político visa, sobretudo, ao convencimento; a verdade vem de sobremesa. É conhecida a tirada de Göbbels afirmando que, em política, uma mentira sistematicamente repetida se transforma em verdade. Mas essa conversão só ocorre num Estado totalitário, quando a Lei se confunde com a vontade do chefe, ele mesmo princípio legislador. Numa democracia, quando pontos de vista se confrontam, depois de muita propaganda a mentira pode pegar, mas sempre haverá alguma resistência a ela. No nosso caso, não necessita de resistência alguma, pois não possui pretensão à verdade. Mas então por que continua a ser dita?

Vejo nisso mais um sintoma da corrosão por que passa o sentido normativo do Estado brasileiro. Estado entendido como o "instituto político de atividade contínua quando e na medida em que, em seu quadro administrativo, mantenha com êxito a pretensão ao monopólio legítimo da coação física para manter a ordem vigente", segundo a definição clássica de Max Weber. Ao avesso do governo, dos funcionários administrativos que gerem toda uma rede de instituições públicas, o Estado encarna a trama normativa em nome da qual a violência legítima pode ser exercida, punindo as transgressões da legalidade vigente. Essa dualidade é visível nas monarquias constitucionais ou nos regimes parlamentaristas, quando o chefe de Estado não acumula as funções de chefe do governo. Eles se fundem entre nós, e na nossa história o primeiro sempre tendeu a incorporar o segundo. Parece-me que estamos invertendo esse processo na medida em que o governo passa a engolir o Estado

Antes os políticos não precisavam mentir. Sentiam-se o próprio Estado, atuavam às claras beneficiando a si mesmos e a seus afilhados. Agiam sendo a Lei, cujo rigor formal era aplicado aos inimigos. O fio de barba valia como firma reconhecida.

Hoje em dia a barba rala ou os bigodes servem antes de tudo para disfarçar os trejeitos da cara, para criar uma imagem mais valiosa do que a firmeza do caráter. Cobertos por suas respectivas imagens, as palavras dos políticos são fantasias que se sobrepõem às coisas e aos fatos, valem pelo efeito, já que tudo é descartável, sem consistência, produto trazendo em si mesmo obsolescência programada.

Se o que importa é o consumo, a manutenção momentânea de si, a mentira vale pela encenação que provoca. A ordem então parece estar em toda parte, os funcionários se fazem públicos, embora cuidando de interesses partidários e particulares. As transgressões se reduzem a pequenos desvios, inevitáveis quando a Lei é aplicada. Bastam alguns retoques para que os poderes recuperem seu caráter público imaginário. O real, em compensação, é o partidário, o privado fazendo de conta que é universal e legal.

Obviamente essa transformação da imagem em real se dá com pesos diferentes em cada poder, em cada instituição. Na universidade, por exemplo, o faz de conta já é uma tradição. Mas não deixa de espantar a força que assumiu no Legislativo. Não aumenta conforme o governo o enerva? Primeiro foi o Congresso Nacional, cujas crises - dos anões, do mensalão e assim por diante - bloquearam seu poder de decisão. Até há pouco tempo o Senado parecia resistir, mas, depois da derrota do PT aliado ao PSDB, ambos vencidos pelo senador José Sarney e seu grupo, a maioria dos senadores virou peça importante no jogo da governabilidade, isto é, da sustentação particular desse governo, cujo interesse maior é o poder pelo poder.

Perdendo autonomia e peso fora do jogo governamental, o Senado mostra suas entranhas de faz de conta, a mentira que mentia para si mesma, mas que ainda parecia verdade enquanto se mascarava como órgão do Estado. Posto em função da governabilidade, a mentira passou a ter livre curso.

A crise de nossa democracia é maior do que aquela do Senado. O enervamento das funções do Estado em proveito dos interesses do governo coloca em risco o sentido da política. O governo Lula teve o mérito de trazer para a sociedade de consumo importante parcela da população brasileira. Ganhou uma aprovação tão extraordinária que está acreditando ser possível se confundir com o Estado nacional. Ele se pensa como o público, a encarnação do público. Por isso está acima da legalidade vigente, ele e seus aliados podem então enunciar o que quiserem. No Estado totalitário, esse enunciado é Lei; no governo "populista", ele é o fazer de conta que a Lei será mantida. Mas onde está a oposição para barrar essa onipotência da imaginação? Mais do que denúncias, a oposição precisa apresentar uma agenda de reconstrução do Estado.
José Arthur Giannotti
Fonte: Amigos de Freud

Endeavour faz visita a estação espacial

Aracaju é a 5ª capital do país que mais investiu em 2008

Publicada: 24/07/2009
Texto: Andréa Moura / Foto: Jorge Henrique

Aracaju é a quinta capital do país que mais investiu em 2008, como aponta o estudo feito pela Associação Brasileira de Secretarias de Finanças das Capitais (Abrasf), que fez um panorama sobre as receitas e despesas das prefeituras de 20 capitais brasileiras. A capital sergipana da qualidade de vida investiu 11%, ficando atrás de Rio Branco (AC), que investiu 23%; Belo Horizonte (MG), com 18%, Vitória (ES), com 16% e Teresina, com 12%. Aracaju investiu mais que Manaus (5%), Porto Velho, Salvador, Curitiba e Porto Alegre (todas com 4%), as cinco últimas cidades do ranking. Pelo estudo, 48% do valor arrecadado em 2008 foram investidos em pessoal e encargos sociais, e 40% com outras despesas correntes.

De acordo com o secretário municipal de Finanças, Jeferson Dantas Passos, estar na 5ª posição é sinal de que a decisão da prefeitura de Aracaju, em priorizar os investimentos em obras, é acertada. No ano passado, dos quase R$ 83 milhões utilizados em investimentos na cidade, R$ 33 milhões foram oriundos dos recursos próprios do tesouro municipal, o maior já feito em toda a história da capital.

“Viemos aumentando esse valor a cada ano. Temos um estudo que mostra que em 1995, por exemplo, a prefeitura de Aracaju não aplicava quase nada dos recursos próprios. Os investimentos passaram a ser expressivos a partir de 2003 e o grande salto se deu em 2008, que foi 60% maior que o feito em 2007. O restante do montante do ano passado, os cerca de R$ 50 milhões, foram resultantes de convênios firmados com os Ministérios e vindos do Orçamento Geral da União”, explicou o secretario Jeferson Passos.

Segundo ele, é muito mais trabalhoso cortar custos de despesas correntes, como custeio de máquina e gastos com viagens, do que viabilizar recursos em bens de capital (construção de novas vias e recapeamento de muitas outras; investimentos em unidades de saúde, escolas, etc.). O secretário municipal de Finanças cita como exemplo de obras significativas realizadas em 2008 que contaram com recursos próprios do município a finalização do viaduto do DIA (2007/2008); urbanização, drenagem e pavimentação do bairro Getimana; construção e reforma de praças e construção de unidades escolares. “À medida que a prefeitura decide investir em bens para a população, automaticamente está realizando outro benefício, que é o de gerar emprego e renda para os aracajuanos”, comentou Jeferson Passos.

Para esse ano, a meta é não deixar que o percentual de investimento seja reduzido, já que a prefeitura tem consciência de que por conta da crise, será difícil ultrapassar a marca alcançada no ano passado. “Estamos realizando todos os esforços necessários para ampliarmos nossa capacidade de investimento”, finalizou o secretário municipal de Finanças.
Fonte Jornal da Cidade

Lamborghini Murcielago LP670-4 SV

Jornal O Estado de SP em PDF, Sexta, 24 de Julho de 2009

Brasil acerta acordo com Paraguai:
Governo brasileiro deve triplicar o pagamento de taxas e permitir que o Paraguai venda energia no Brasil - Os técnicos de Brasil e Paraguai finalizaram as negociações sobre a usina de Itaipu. O acordo ainda depende da palavra final dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Lugo, mas pode encerrar o conflito entre os dois países. Um dos principais pontos do acordo é a autorização para o Paraguai vender energia de Itaipu e de outras usinas no mercado livre brasileiro gradualmente e sem a intermediação da Eletrobrás. Outro ponto importante é o reajuste do valor pago pelo Brasil para os paraguaios cederem sua parcela de energia em Itaipu, que deve ser triplicado para US$ 360 milhões. As informações são do diretor-geral paraguaio de Itaipu, Carlos Mateo Balmelli.

Os países vão montar um grupo de trabalho para a entrega, em 120 dias, de uma proposta sobre os porcentuais e os prazos que regularão a entrada da estatal paraguaia Administração Nacional de Energia (Ande) no mercado livre do Brasil.

O pacote brasileiro inclui ainda a criação de fundo binacional e o financiamento da construção de uma linha de transmissão de Itaipu a Assunção, orçada em US$ 450 milhões.

Segundo um negociador, uma hipótese é o Paraguai começar no mercado livre com 300 megawatts de potência, ou 2 mil gigawatts por hora. O volume equivale a 2% da produção de Itaipu, que ultrapassou 90 mil gigawatts/hora em 2008.

Em relação a energia "excedente", ou seja, o que a usina produz a mais em um ano chuvoso, o volume representaria cerca de 15%. Ou seja, não haveria alteração na venda dos 75 mil gigawatts/hora garantidos para as distribuidoras.

"Ainda faltam alguns detalhes, mas estamos otimistas. O momento é de celebração por esse acordo histórico", disse Balmelli. Lula e Lugo se reúnem amanhã para tratar do tema. O presidente brasileiro chegou ontem à noite a Assunção para a reunião do Mercosul.

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60 papéis de parede em alta resulução de carros

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Imagens engraçadas/curiosas - 23/07/2009


Via Knuttz/Ueba

Jackson 5 VS The Black Eyed Peas

A mais longa eclipse solar do século

Jk | Dança na entrada do casamento

Campeonato de mergulho e nado sincronizado em Roma

Mundo Ferrari - Abu Dhabi ( Ilha Yas )

Jornal O Estado de SP em PDF, Quinta, 23 de Julho de 2009

Lula pede cuidado com ''biografia dos investigados:
Na solenidade de posse de novo procurador, ele pede que Ministério Público aja com ''máxima seriedade'' - Em meio à série de denúncias contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem ao novo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que o Ministério Público deve levar em consideração a biografia dos investigados. Em 18 de junho, do Casaquistão, Lula já fizera apelo similar, ao questionar a ligação do senador com os atos secretos e declarar que Sarney tem histórico e não pode ser tratado como "pessoa comum".

"A única coisa que eu peço é que uma instituição que tem o poder que tem o Ministério Público brasileiro, garantido pela Constituição, tem o dever e a obrigação de agir com a máxima seriedade, não pensando apenas na biografia de quem está fazendo a investigação, mas pensando, da mesma forma, na biografia de quem está sendo investigado", afirmou Lula ontem, na última cerimônia de posse de um procurador-geral em que participa como presidente.

"No Brasil, dependendo da carga de manchetes da imprensa, a pessoa já está condenada. Depois, não adianta ser absolvida, porque não valeu nada aquilo, a pessoa já está condenada", afirmou o presidente.

A declaração está afinada com apelo do próprio Sarney aos colegas, em 16 de junho, no seu primeiro discurso sobre a crise no Senado. "É injustiça do País julgar um homem como eu, de postura austera, família bem composta", declarou, à época, o senador. "Nunca neguei um voto que fosse a não ser no sentido de avançarmos na melhoria dos costumes da Casa."

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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Imagens engraçadas/curiosas - 22/07/2009


Via Knuttz/Ueba

Ponte Joenalista Joel Silveira | Maravilha

Estive domingo passado na ponte Jornalista Joel Silveira para ver como estava o andamento da construção e vejo que já se iniciou a montagem da estrutura em que é montada a via por onde transitam os carros.
Tirei algumas fotos e gostei do que vi. Cliquem nas imagens abaixo para ver em tamanho real






Mosteiro da Batalha

Clique aqui ou na imagem acima e veja esta apresentação feita com o Microsoft Power Point. Aguarde alguns instantes enquanto as imagens são carregadas, ou, se preferir, salve-a em seu computador.

Para ver essa apresentação é necessário ter instalado o programa Microsoft PowerPoint, que está no pacote Microsoft Office, ou o programa Visualizador do PowerPoint (para download gratuito clique aqui)

Exército Sueco

Moto Porreta!!!!

Clique nas imagens para ver em tamanho real





Alarme

Jornal O Estado de SP em PDF, Quarta, 22 de Julho de 2009

Gravação liga Sarney a atos secretos:
Em conversa com o filho, ele se compromete a falar com Agaciel e sacramenta nomeação de namorado da neta - Uma sequencia de diálogos gravados pela Polícia Federal com autorização judicial, durante a Operação Boi Barrica, revela a prática de nepotismo explícito pela família Sarney no Senado e amarra o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), ao ex-diretor-geral Agaciel Maia na prestação de favores concedidos por meio de atos secretos. Em uma das conversas, o empresário Fernando Sarney, filho do parlamentar, diz à filha, Maria Beatriz Sarney, que mandou Agaciel reservar uma vaga para o namorado dela, Henrique Dias Bernardes.

Em conversa com o filho, alvo da investigação, Sarney caiu na interceptação. Segundo a gravação, o senador se compromete a falar com Agaciel para sacramentar a nomeação. O namorado da neta foi nomeado oito dias depois, por ato secreto.

Segundo a PF, a mobilização da família começa na tarde de 30 de março de 2008, quando a neta do senador liga para o pai, indagando se não dava "pro Henrique (seu namorado) entrar na vaga". Bernardo Brandão Cavalcanti Gomes, irmão de Bia por parte de mãe, acabara de pedir demissão do Senado, onde estava desde 2003. "Podemos trabalhar isso, sim", respondeu Fernando à filha.

Já na primeira conversa, Fernando demonstra conhecer o caminho para efetivar a nomeação. "Amanhã de manhã cedo tu tem que me ligar, pra eu falar com Agaciel", diz. Referia-se a Agaciel Maia, o então todo-poderoso diretor-geral do Senado, alçado ao posto em 1995 pelas mãos de José Sarney, em sua primeira passagem pela presidência da Casa.

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Nike SB - Today Was a Good Day - P. Rod & Ice Cube

Nosso mundo barrento

terça-feira, 21 de julho de 2009

Jornal O Estado de SP em PDF, Terça, 21 de Julho de 2009

Inscrições do Enem caem em SP:
Situação no Estado vai na contramão do restante do País; total de inscritos é recorde, chegando a 4,5 milhões - O Estado de São Paulo registrou uma queda de 5,45% nas inscrições para a edição deste ano do novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Além de São Paulo, somente Rondônia também apresentou decréscimo de inscritos. Nos outros Estados, houve aumento no número de interessados em prestar o exame, que totalizou 4,576 milhões de inscritos, número superior ao recorde do ano passado, quando 4,018 milhões de alunos fizeram a inscrição.

A queda em São Paulo pode ser atribuída ao fato de que as universidades estaduais públicas - USP, Unesp e Unicamp - , que têm mais procura no Estado, não fazem parte do grupo de instituições que aderiram ao novo Enem como prova única ou como primeira fase do vestibular, como aconteceu em várias federais. As três universidades federais do Estado - Unifesp, UFSCar e Universidade Federal do ABC (UFABC) - aderiram ao Enem de forma diversa. Alguns cursos da Unifesp adotaram o exame como prova única e outros como primeira fase. Já a UFSCar utilizará como 50% da nota e a UFABC como fase única. Das 55 federais no País, 25 adotaram o Enem como vestibular (prova única).

"Em São Paulo, a dinâmica do Enem é diferente. O aluno pode não achar que vale a pena se inscrever porque já sabe como funciona o acréscimo da nota do exame nas provas da USP, Unicamp e Unesp", afirma Vera Antunes, coordenadora do Curso Objetivo. Segundo ela, as universidades federais não têm tanta tradição no Estado como ocorre em outras regiões.

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segunda-feira, 20 de julho de 2009