sábado, 17 de outubro de 2009

Sobaki - Fotografias de cachorros - Muito Porreta !!!

Papel de parede do dia - 09

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Jornal O Estado de SP em PDF, Sábado 17 de Outubro de 2009

"Aqui sou mais rápido que Button''
Rubinho diz conhecer melhor a pista e aposta que fica na frente do rival - Felipe Massa não terá a possibilidade de conquistar a quarta pole position consecutiva do GP do Brasil, hoje, em Interlagos. Especialista no circuito, o piloto levou a Ferrari a duas vitórias (2006 e 2008) e ainda ajudou a garantir o título mundial do companheiro Kimi Raikkonen (2007). Sem o atual vice-campeão mundial na pista, Rubens Barrichello espera fazer a diferença e buscar sua primeira vitória em casa.
"Assim como o Massa, nasci aqui (Interlagos). Conhecemos bem a pista. Acho que consigo ser dois décimos mais rápido que o Button por volta", afirmou o brasileiro, referindo-se a Jenson Button, com quem disputa diretamente o título da temporada. Ontem, o brasileiro foi bem melhor que o inglês.

Para ter pista livre para impor seu ritmo, Barrichello planeja ficar entre os primeiros no treino classificatório de hoje, às 14 horas. " Seria importante largar lá na frente", afirmou o piloto, que prevê bom desempenho também da McLaren, além da Red Bull e de Fernando Alonso, da Renault. "No treino de hoje (ontem), saí atrás do Hamilton (Lewis) e senti a força do kers (sistema de recuperação de energia) nas retas. Os 80 cavalos fazem muita diferença principalmente na subida da reta dos boxes. Se sair atrás dele, fica difícil acompanhar o ritmo", disse Barrichello, que aposta em Mark Webber, da Red Bull, para ficar com a 1ª posição no treino.

O entusiasmo do público em Interlagos mexeu com Rubinho. "Sempre tive essa torcida do meu lado, mas desta vez está mais gostoso. Estou entusiasmado com o apoio do público, o pessoal está confiante e isso passa para mim", afirmou. "Ainda bem que estou em São Paulo e posso ir para casa, relaxar com os Power Rangers dos meus filhos", brincou o piloto, que está 14 pontos atrás de Button. Durante todo o dia, Rubinho acenou para os torcedores, que compareceram ao Paddock para manifestar apoio.

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Revista Veja - 14 Outubro 2009 - Ed. n. 2134 - Completa

Mini melancia

Revista Caros Amigos - Outubro 2009 - Ed. n. 151

23 fotografias 3D de paisagens de tirar o fôlego

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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Moto com som customizado

Dia mundial animal 2009 (41 fotos)

Papel de parede do dia - 08

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Jornal O Estado de SP em PDF, Sexta 16 de Outubro de 2009

Governo estuda taxar capital externo para segurar dólar:
Moeda americana fica abaixo de R$ 1,70 e cobrança de IOF pode ser retomada - Diante da contínua desvalorização do dólar ante o real, que ontem caiu abaixo de R$ 1,70, o governo já estuda retomar a cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) na entrada de dólares no País. A medida funcionaria como um pedágio à entrada de capital externo, que nas últimas semanas se intensificou e vem se tornando um problema para a competitividade dos exportadores. A estimativa é que até o fim do ano o País receba entre US$ 20 bilhões e US$ 30 bilhões. A Agência Estado apurou que a alternativa de tributação foi discutida na última terça-feira, em reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a percepção de que é limitado o poder do Banco Central para conter a valorização do real "só" com as compras de dólares.

Aplicações em renda fixa e em títulos públicos seriam taxadas com o IOF, que seria cobrado no momento em que o contrato de câmbio fosse fechado. Não está descartada a possibilidade de incidência em outras operações cambiais, como, por exemplo, aplicação em bolsa, que tem recebido forte afluxo de capital estrangeiro - as empresas mostram grande apetite por colocar ações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), com forte interesse estrangeiro pelas emissões, e ainda há situações específicas importantes, como a capitalização da Petrobrás para explorar petróleo no pré-sal.

O impacto da valorização do real sobre a produção e as exportações preocupa a equipe econômica porque a disputa no mercado internacional ficou mais acirrada depois da crise. Por outro lado, técnicos do governo lembram que a valorização do real tem efeitos positivos de reduzir a inflação, baratear o investimento - porque torna as importações de máquinas e equipamentos mais acessíveis - e também acelerar o crescimento no curto prazo.

Com a cobrança do IOF na entrada do capital estrangeiro, o governo adotaria uma medida que não muda a regra do jogo para quem já entrou no País, mas cria um desestímulo a operações meramente especulativas.

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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Download_CD_Ana Carolina - N9ve [2009]

Músicas:
01. 10 Minutos
02. Dentro
03. Tá Rindo, É?
04. Entreolhares (The Way You’re Looking at Me)
05. Era
06. 8 Estórias
07. Resta
08. Torpedo
09. Traição (com Esperanza Spalding e Daniel Jobim)

Download_CD_Lasgo–Smile [2009]

A primeira aparição do Lasgo foi no was Holiday Party, uma das maiores festas da Bélgica. The Music Factory gravou o show para produzir um clip de vídeo. Em Outubro, Lasgo também ganhou o prêmio de melhor single nacional no Belgian TMF Awards 2001. Ao mesmo tempo, conseguiu o ouro nos rankings com 25000 cópias vendidas. Peter Luts confirmou que Evi Goffin não retornaria à banda após decidir se tornar uma mãe em tempo integral. Luts anunciou ao mesmo tempo que estava procurando por uma nova vocalista para a banda. Em conjunto com a estação belga de TV JIMtv, ele organizou uma busca pela televisão (como o programa Ídolos) atrás de uma nova vocalista. A vencedora dessa competição foi Jelle Van Dael, que agora é a nova vocalista da banda, que faz sua estréia no terceiro álbum da banda: ‘Smile’.

Revista PC World [USA] 2009-11

Revista Popular Photography [USA] 2009-11

Revista Preview - 01 - Julho/Agosto 2009

Cozinha solar ajuda 80 pessoas em SE

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Publicada: 15/10/2009
Foto: Jorge Henrique


Feijão, arroz e todos os pratos de um almoço completo cozidos num fogão movido a energia solar. O que era apenas um projeto do coordenador do curso de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Sergipe (UFS), professor Paulo Mário Machado Araújo, é hoje uma realidade, tanto que é responsável pelo fornecimento de alimentação a mais de 80 pessoas que participam do projeto de segurança alimentar desenvolvido pela Secretaria de Estado da Inclusão e Desenvolvimento Social no Espaço de Cultura e Convivência Social (Eccos) do conjunto João Alves, em Nossa Senhora do Socorro.

Segundo o professor, a ideia despertou o interesse do governo do Estado, quando a deputada Ana Lucia Menezes era a então secretária de Inclusão Social, e do governo federal. O projeto da cozinha solar, financiado pelo governo do Estado e pela Unesco, é o primeiro experimento no Brasil nesses moldes. “Funciona como uma cozinha experimental onde, além de trabalharmos a questão da viabilidade econômica na preparação dos alimentos, jovens e adultos do conjunto João Alves são capacitados no que se refere à segurança alimentar”, disse Paulo Mário. O projeto foi iniciado no mês de abril.

Os alimentos são cozidos em vários tipos de fogão solar, que utilizam diversos tipos de princípios físicos que utilizam energia solar, como os de concentração da radiação solar e de efeito estufa, entre outros. Atualmente, são seis fogões parabólicos – construídos em alumínio –, cinco ollas – outro tipo de fogão que utiliza energia solar – e dez fogões construídos em caixa de papelão.

O projeto envolve a participação de psicólogos, nutricionistas, engenheiros, sociólogos, que trabalham não só a viabilidade em si dos equipamentos, mas também a questão ambiental resultante da utilização da energia solar, em detrimento do gás liquefeito de petróleo (GLP) utilizado nos botijões convencionais, ou mesmo a combustão da lenha, uma vez que nem sempre essas pessoas têm condições de gastar mais de R$ 30 na compra de um botijão.

No Eccos do conjunto João Alves todos os dias são oferecidas 84 refeições, com todos os alimentos cozidos nos fogões da cozinha que utiliza energia captada diretamente do sol. As pessoas que participam da capacitação degustam o almoço diferenciado. Apenas nos dias em que não há incidência dos raios de sol os alimentos não são preparados nesses fogões, pois não têm capacidade de armazenamento.

No final do mês de setembro foi formada a primeira turma de jovens e adultos que participaram do curso de segurança alimentar. Agora, outras 60 pessoas participam da nova turma, além de outras pessoas que também participam das aulas, como universitários, servidores de repartições públicas, de institutos de pesquisas, entre outros.

Projeto antigo

De acordo com o professor Paulo Mário, a ideia de desenvolver o fogão solar surgiu no ano de 2003 e desde então vem trabalhando, na UFS, na construção de um fogão de baixo custo. “Chegamos a esse modelo de fácil acesso à população, que é feito com materiais recicláveis, como papelão e vidro, que chega a um custo médio de R$ 20”, disse, ressaltando que as pessoas só precisam se acostumar com o tempo de cozimento no fogão solar, que é maior que o fogão convencional.

Ele acrescentou que entre os participantes são divulgados os benefícios do fogão solar. Entre eles, a implicação ambiental, uma vez que não há emissão de gases ou fumaça, a economia doméstica, a gestão do tempo, pois as pessoas não precisam despender tempo para coletar lenha.

Agora, o professor Paulo Mário já trabalha com outros colegas da UFS no projeto de cozinha solar dentro de casa, para que os alimentos possam ser cozidos no período da noite, com a energia armazenada durante o dia. “Queremos desenvolver equipamentos que tenham condições de armazenar energia solar, mas ainda estamos na fase de estudos”, disse Paulo Mário, que é coordenador de atividades relacionadas à energia solar na UFS e também coordenador da Rede Sergipe de Energias Renováveis.
Fonte: Jornal da Cidade

Papel de parede do dia - 08

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Jornal O Estado de SP em PDF, Quinta 15 de Outubro de 2009

SP será o 2º polo petrolífero do Brasil, prevê Gabrielli:
Para presidente da Petrobrás, Estado deve superar Espirito Santo até 2020 - Em agosto, a produção de petróleo (sem contar o gás natural) da Petrobrás em São Paulo foi, em média, de 527 barris por dia. No mesmo mês, o Rio de Janeiro teve uma produção média diária de 1,6 milhão de barris. Em segundo lugar, o Espírito Santo teve uma produção média de 90,4 mil barris diários. Gabrielli não estimou, porém, qual deverá ser o nível da produção paulista em 2020. Um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores, Gabrielli descarta a possibilidade de concorrer a algum mandato nas eleições do ano que vem e diz que, ao fim do governo Lula, voltará a dar aulas na Universidade Federal da Bahia.

Com certeza a relação São Paulo-Petrobrás vai ter de ser alterada. A Bacia de Santos é, sem dúvida nenhuma, extremamente prolífica. É diversificada, tem situação de pré e de pós-sal. Tem possibilidades em águas rasas e profundas, tem gás. E a maior parte dessa Bacia está em São Paulo. A infraestrutura, o número de funcionários em São Paulo vai crescer, mas não sei dizer quanto. A relação operacional vai crescer. Nós estamos fazendo uma gigantesca unidade de tratamento de gás em Caraguatatuba (litoral norte paulista).Pode. Acho que depende do horizonte de tempo. Até 2012, 2013, não. Mas até 2020 São Paulo terá uma grande produção e pode superar o Espírito Santo. Pode ser o segundo. A produção dos campos de São Paulo vai crescer. Depende da velocidade da produção.

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Tudo começa no primeiro passo*

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Recebi por e-mail de meu tio Paulo que está em Luanda.

Guns and Roses

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Imagens engraçadas/curiosas - 14/10/2009


Via Knuttz/Ueba

Papel de parede do dia - 07

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Mardita cachaça....

Campeonato mundial de ginástica artistica

Scanner de aeroporto que te deixa nu

Jornal O Estado de SP em PDF, Quarta 14 de Outubro de 2009

Por desenvolvimento, Dilma quer reduzir meta ambiental:
Para ministra, corte na emissão de C02 deve prever alta expansão econômica - proposta que o Brasil quer levar para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em Copenhague, em dezembro, esbarrou no "desenvolvimentismo" da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e expôs uma divisão no governo sobre a questão ambiental.
Durante reunião ontem entre ministros e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as divergências ficaram estampadas. De um lado estava o entusiasmo do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que exibia um projeto prevendo a redução de 80% do desmatamento da Amazônia até 2020 e o congelamento nas emissões de gás carbônico (CO2) nos padrões de 2005; de outro, a exigência de Dilma para que sejam feitas previsões com cenários de crescimento do País maior do que o utilizado pela equipe de Minc.

O estudo feito pelo MMA prevê crescimento de 4% ao ano. Dilma achou pouco. E encomendou projeções para crescimentos de 5% e 6%. No novo panorama, as metas podem ficar inalteradas, mas as propostas para emissão de CO2 têm de ser recalculadas para patamares menos ambiciosos. Questionada, a assessoria da Casa Civil não soube informar por que a ministra requisitou novos estudos.

Minc, porém, saiu da reunião comemorando consenso em torno da meta de 80%. Disse que o País terá posição propositiva durante a reunião do clima.

Um relato distinto foi feito pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende. "É claro que temos de concentrar todos os esforços possíveis para reduzir o ritmo do aquecimento global. Mas as propostas têm de ser pé no chão, não podemos assumir uma atitude de benfeitores da humanidade, sem exigir mudanças também de outros países", ponderou. Ele diz ser possível manter a proposta de redução do desmatamento em 80% até 2020. "Mas é preciso deixar muito claro que essa meta exige contrapartidas de países desenvolvidos." Em sua avaliação, para isso é preciso muito mais do que os US$ 10 bilhões acenados pela comunidade internacional.

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