sábado, 7 de novembro de 2009

Papel de parede do dia - 28

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Vodka com halls

Aprenda a fazer em casa, por 1/10 do preço, o drink sucesso das baladas cariocas e paulistanas.

Ingredientes:
1 litro de vodka (vodka de sua preferencia)
3 Pacotes de Halls (sabor de sua preferencia)

Modo de preparo:
Se estiver com tempo - Coloque a vodka em um recipiente, coloque o Halls e deixe na geladeira por 2 dias na geladeira para ele derreter.
Se estiver com pouco tempo - Coloque a vodka em um recipiente, coloque o Halls, e misture com uma colher ou bata no liquidificador.

Se estiver sem tempo - Coloque a vodka em uma garrafinha, desta de colocar água, e fique balançando para derreter um pouco mais rápido.

Essa e a receita original, mais e claro você pode criar a sua própria, eu testei acrescentando suco, energético, refrigerante... e todas ficaram muito boas.

Dicas:
Halls preto e o mais forte, os "coloridos" são mais fraquinhos.

Vantagens de se Beber Vodka com Halls:
1° Halito fresco e cheiroso, essa acho que e melhor para o seu companheiro(a), afinal ele não vai sofre com aquele bafo de cachaça já que você vai estar com o gostinho de Halls na Boca.
2° Estilosa, o copo fica lindo principalmente quando você usa Halls colorido.
3° Sabor, com um sabor "personalizavel" não tem como não agradar.
4° Barato fica muito barato afinal, você vai gastar apenas com a garrafa de vodka e com os Halls, como e pouco provável que você vá beber uma garrafa de uma vez, na media uma garrafa vai durar de 3 a 4 baladas.

Bem e isso, agora e só você experimentar e criar sua própria "Vodka com Halls"

New Zealand Geographic - No.100 (November/December 2009)


New Zealand Geographic - No.100 (November/December 2009)
PDF | 123 Pages | 39 MB | English

Jornal O Estado de SP em PDF, Sábado 07 de Novembro de 2009

Militares aceitam poder de polícia, mas PF ataca projeto:
Negociação inclui submissão a civis; para Polícia Federal, ideia é ‘temerária’ - Temas tabus nas Forças Armadas, o papel de "policial das fronteiras" e a submissão completa ao poder civil foram digeridos pela cúpula militar depois de um processo de negociação, comandado pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim. A articulação envolveu a promessa de orçamentos mais robustos para Exército, Aeronáutica e Marinha e a edição de um novo plano estratégico ao gosto dos militares.
O resultado é que o governo, como apurou o Estado com fontes militares, não vai enfrentar maiores problemas na caserna durante a tramitação no Congresso da proposta de alteração da Lei Complementar 97, que estende para a FAB e Marinha o poder de polícia e dá mais poderes ao ministro da Defesa.

No campo político, para que as resistências às mudanças fossem as menores possíveis, Jobim dedicou os últimos meses a promover diversas reuniões com lideranças partidárias, além de integrantes das Comissões de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara e do Senado.
O Estado antecipou ontem o texto que será encaminhado ao Congresso, segundo o qual as Forças Armadas estarão cobertas pela proteção legal para realizar operações típicas de manutenção da lei e da ordem. Pela proposta, em operações de vigilância na fronteira e demais ações ordenadas pelos Poderes constituídos, Exército, Marinha e Aeronáutica poderão revistar pessoas, veículos e instalações e fazer prisões em flagrante delito.

O projeto fortalece, ainda, o cargo de ministro da Defesa, que passa a ter comando operacional sobre as três Forças, que ficam, efetivamente, subordinadas ao poder civil. Segundo o novo texto, os comandantes das Forças passam a ter obrigação de apresentar ao ministro a lista de escolha dos militares a serem promovidos, assim como os nomes dos indicados para os respectivos cargos. No caso do emprego das Forças, a subordinação continua sendo ao presidente da República, comandante supremo, mas por intermédio do ministro da Defesa.

"Essas mudanças representam uma evolução natural de um primeiro momento, em que se criou o Ministério da Defesa em 1999", declarou o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa do Senado. "Reconhecemos que o Brasil precisa de uma nova estrutura de Defesa e existe um clima positivo para aprovar o projeto."

Formato: PDF
Tamanho: 36 Mb

New Zealand Geographic - No.99 (September/October 2009)


New Zealand Geographic - No.99 (September/October 2009)
PDF | 123 Pages | 39 MB | English

Placa do dia

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Imagens engraçadas/curiosas - 06/11/2009


Via Knuttz/Ueba

Todas as galerias do Nikon Small World

o melhor concurso de fotografia microscópica do mundo.
Clique na imagem abaixo e confira!

''Um buraco no lugar do coração''

New Zealand Geographic - No.97 (May/June 2009)

New Zealand Geographic - No.97 (May/June 2009)
PDF | 122 pages | 37.3 Mb | English

Veja - 04 Novembro 2009 - Ed. n. 2137 - Completa

New Zealand Geographic - No.96 (March/April 2009)

New Zealand Geographic - No.96 (March/April 2009)
PDF | 118 pages | 35.5 Mb | English

Estudo lista as cinco maiores desculpas para evitar o sexo

Cansaço, trabalho e mau humor estão entre os pretextos campeões

Um levantamento realizado pelo centro de pesquisas da publicação norte-americana Consumer Reports, especializada em avaliar produtos e serviços, descobriu os principais motivos usados pelas pessoas para evitarem o sexo. Realizada com mais de 1.000 adultos entre 18 e 75 anos de idade, nos Estados Unidos, a pesquisa apontou as razões que fazem homens e mulheres desistirem de uma noite de amor.

As mulheres representavam 52% do grupo de voluntários. E a maioria das participantes, 57%, era casada ou vivia com um parceiro, sendo que 48% tinham filhos menores de 18 anos que viviam em casa. O resultado da pesquisa apontou que 81% do total de participantes disseram que evitaram o sexo ao menos uma vez durante o ano e relataram os principais motivos que os levaram a tomar a decisão.

1. Cansaço ou sono: 53%
2. Problemas de saúde: 49%
3. Mau-humor: 40%
4. Preocupação com as crianças ou animais de estimação: 30%
5. Muito trabalho: 29%

Porém, a grande maioria dos voluntários afirmou que essa interrupção não interferiu na frequência ou na qualidade do sexo.

A pesquisa também relatou outros dados sobre a vida sexual dos participantes:
- 45% dos participantes sexualmente ativos nunca planejaram uma hora para ter relações sexuais com seus parceiros;

- 56% dos homens disseram que pensam diariamente sobre sexo, comparados com 19% das mulheres;

- Os pais com filhos menores de 18 anos eram mais propensos a fazer sexo do que as pessoas que não vivem com crianças.

Fonte: Minha Vida

Jornal O Estado de SP em PDF, Sexta 06 de Novembro de 2009

Governo quer dar poder de polícia às Forças Armadas:
O fluxo de outubro foi o maior em dois anos - Governo Lula quer dar poder de polícia às Forças Armadas. Projeto prevê que Exército, Marinha e Aeronáutica possam revistar pessoas e fazer prisões em operações na fronteira. As Forças Armadas deverão ganhar mais poder de polícia e proteção legal para realizar operações típicas de manutenção e garantia da lei e da ordem. Essas mudanças fazem parte da proposta de novo texto para a Lei Complementar 97 - a que o Estado teve acesso. Em operações de vigilância na fronteira e demais ações ordenadas pelos poderes constituídos, Exército, Marinha e Aeronáutica podem revistar pessoas, veículos e instalações e fazer prisões em flagrante delito.

O projeto de lei - em fase final de formatação na Casa Civil, após aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do parecer favorável do Ministério da Justiça e da Advocacia-Geral da União - fortalece de maneira explícita o cargo de ministro da Defesa. Ele passa a ter comando operacional sobre as três Forças, que ficam efetivamente subordinadas ao poder civil. Na prática, o texto acaba com a concentração de poder nos comandos.

A proposta, que respalda a Estratégia Nacional de Defesa e deve ser enviada ao Congresso ainda neste mês, também enfrenta uma antiga reclamação dos militares, quando são convocados para atuar em ações repressivas, como a subida de morros ou trabalhos de proteção social na época das eleições.

Agora fica claro que a tropa, nessas ações, desempenhará "atividades militares". Diante de eventuais incidentes, seus integrantes serão julgados por tribunais militares, e não pela Justiça comum, como ocorre hoje.

Alguns soldados, que fizeram vigilância nas favelas e participaram em 1994 e1995 das Operações Rio I e Rio II, respondem até hoje a processos na Justiça comum, quando estavam sob ordens do Exército. Sem proteção legal, são obrigados a pagar seus próprios advogados nos tribunais civis. Os soldados que estão no Haiti, na Missão de Paz das Nações Unidas (Minustah), são protegidos por legislação especial: fazem trabalho de polícia, mas na condição de militares.

Formato: PDF
Tamanho: 35 Mb

New Zealand Geographic - No.95 (January/February 2009)

New Zealand Geographic - No.95 (January/February 2009)
PDF | 124 pages | 37.2 Mb | English

Revista Caribbean Travel & Life 2009-12

Papel de parede do dia - 27

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Empinada porreta!!!!

Shades of fall

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Papel de parede do dia - 26

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Jornal O Estado de SP em PDF, Quinta 05 de Novembro de 2009

Entrada de dólares despenca após IOF:
Entrada de investimentos estrangeiros para aplicações no mercado financeiro caiu 75% depois que entrou em vigor a nova taxação sobre os investimentos de estrangeiros em ações e títulos de renda fixa. Mas essa queda não impediu que o País terminasse o mês de outubro recebendo o maior volume de recursos externos desde junho de 2007 e o segundo maior desde 1982, quando teve início a série. Dados do Banco Central mostram que US$ 14,6 bilhões ingressaram a mais do que saíram do País no mês passado. Liderada pela oferta de ações do Banco Santander, essa enxurrada de recursos foi destinada quase integralmente ao chamado segmento financeiro, que reúne aplicações em ações, títulos e investimentos estrangeiros diretos (IED). Essa conta recebeu US$ 13,10 bilhões, recorde histórico da série. Outros US$ 1,49 bilhão vieram por meio das operações de câmbio ligadas ao comércio exterior.

A entrada de investimentos financeiros despencou depois da taxação de 2% do Imposto sobre Operações Financeiras, que entrou em vigor no dia 20. Nos últimos dez dias de outubro, a média diária de transferências para o Brasil ficou em US$ 231 milhões, praticamente um quarto do observado nos 19 primeiros dias do mês, quando a cifra era de US$ 919 milhões.

Apesar da queda expressiva, a entrada de dólares observada após o IOF ainda foi 5,9% maior que em setembro e 199% superior à média de agosto. E o fluxo de dólares continuou positivo. Ontem, o dólar caiu 0,97% e fechou a R$ 1,726.

Para muitos analistas, a entrada de dólares deve continuar, ainda que em volumes menores que no mês passado. "A oferta do Santander inflou os números de outubro, mas isso não tira a avaliação generalizada de que o Brasil é a bola da vez. Temos fundamentos, credibilidade, mercado interno, além da perspectiva de investimentos para a Copa do Mundo e Olimpíada", diz o gerente de câmbio da Souza Barros Corretora, Luiz Antônio Abdo.

"Houve um susto inicial no primeiro momento, mas o mercado parece já ter "precificado" esse novo imposto nos preços dos ativos e a perspectiva é que o fluxo cambial continue favorável para o Brasil", diz Abdo.


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Tamanho: 43 Mb

Corcovado antes do Cristo...

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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Imagens engraçadas/curiosas - 04/11/2009


Via Knuttz/Ueba

Ganhe dinheiro e prêmios respondendo pesquisa






Women's Health Brasil - Setembro 2009 - Ed. n 11

Women's Health Brasil - Agosto 2009 - Ed. n. 10

Pushkar Mela (ou Pushkar Fair)

Papel de parede do dia - 25

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Jornal O Estado de SP em PDF, Quarta 04 de Novembro de 2009

Falso militar enganou recrutas em São Paulo:
Falso militar dava curso de selva em SP - Antes de ser preso, enganou mais de 20 pessoas e cobrou até R$ 5 mil de recrutas, que esperavam ir para o Haiti. Rafael Fernandes dos Santos montou um curso de formação de militares. Dava aulas na selva, ensinava a marchar e cobrava até R$ 5 mil para garantir aos alunos uma vaga na tropa brasileira que participa da força de paz das Nações Unidas no Haiti. Exigia que policiais militares lhes prestassem continência, pois "era o primeiro-tenente Fernandes, do 2º Batalhão de Polícia do Exército (2º BPE)". Enganou mais de 20 pessoas, que sonhavam com a carreira militar. Acabou denunciado por duas das vítimas e preso pela Polícia Civil de São Paulo. Fernandes, de 24 anos, teve a ideia de montar a academia particular há dois anos. Sua formação militar se resumia a cinco meses de treinamento como recruta do 6º Batalhão de Infantaria Leve (6º BIL), em Caçapava (SP), de onde foi desligado por indisciplina.

"Ele era go-go boy", afirmou o delegado Oswaldo Nico Gonçalves, do Grupo de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra), responsável pela prisão. O acusado se dizia amigo de um coronel do Exército. "Ele dizia tê-lo conhecido em uma sauna", afirmou G.C.S., de 21 anos, um dos alunos que denunciaram o falso oficial.

O tal coronel seria quem iria garantir a presença dos alunos, após o curso, na força de paz no Haiti. "Era convincente.

Tratava os alunos como se fosse o capitão Nascimento", disse o delegado. De fato, Fernandes não dava mole para os recrutas. Durante a instrução de guerra na selva, ralava todo mundo. "Ele dava tapa na cara se alguém fazia coisa errada. Era um treinamento normal", disse o ex-aluno G.C.S.. As aulas teóricas de ordem unida eram dadas na casa do acusado, na Vila Brasilândia, zona norte da capital. Os acampamentos duravam até quatro dias e eram feitos em Paranapiacaba. "O cara é bom. Ele faz rappel de ponta-cabeça. Aprendi várias coisas. O ruim é que ele mentiu", disse o aluno. Cada recruta pagava de R$ 1 mil a R$ 5 mil pelo curso. Além das instruções de ordem unida e sobrevivência na selva, o tenente Fernandes dava instrução de tiro. Usava pistolas semiautomáticas e uma carabina.

Formato: PDF
Tamanho: 24 Mb

Down To Earth

Obstáculos

Dia de finados