sábado, 14 de novembro de 2009

Imagens engraçadas/curiosas - 13/11/2009


Via Knuttz/Ueba

Charla Nash revela sua face após ataque de chimpanzé

Recordações do Dia de armistício

Encontros perigosos

Veja - 11 Novembro 2009 - Ed. n 2138 - Completa

Cenas de Havana

Jornal O Estado de SP em PDF, Sábado 14 de Novembro de 2009

Obra do Rodoanel desaba sobre a Régis:
Pelo menos três pessoas ficaram feridas após queda de vigas de viaduto - Pelo menos três pessoas ficaram feridas, às 21 horas de ontem, após a queda de três vigas de um viaduto em construção no Trecho Sul do Rodoanel Mário Covas, em Embu, Região Metropolitana de São Paulo. As vigas caíram sobre três veículos - uma carreta basculante, um Clio vermelho e um Celta preto - na altura do km 279 da Rodovia Régis Bittencourt (BR-116), na pista sentido São Paulo. Segundo policiais e bombeiros, havia muitos escombros no local do acidente e não se descartava a existência de mais vítimas. Cães farejadores foram ao local para verificar se havia vítimas. No momento do acidente, uma unidade do Corpo de Bombeiros passava pelo local e socorreu o motorista do Celta. Carlos Fernando Rangel, de 38 anos, foi levado ao Hospital Geral de Itapecerica da Serra. Outra vítima teria sido socorrida no Pronto-Socorro de Embu e a terceira seguiu para o Hospital Geral de Pirajuçara. As informações iniciais eram de que eles estariam conscientes.


Um funcionário da concessionária CCR, que administra o Trecho Oeste do Rodoanel, viu a queda das vigas. Ele estava num ponto de ônibus e tentou ajudar. "Foi o maior desespero da minha vida. Vi os blocos caindo e só pensei em socorrer as pessoas. Ouvi uma gritaria e, quando percebi que não conseguiria, liguei para o Corpo de Bombeiros."

A ruptura das vigas é a causa mais provável para o desabamento, que ainda será investigado. "Já lançamos mais de 300 vigas como essas", afirmou Paulo Vieira de Souza, diretor de Engenharia da Dersa.

O governador de São Paulo, José Serra, e o secretário de Transportes, Mauro Arce, chegaram ao local de helicóptero, às 23h30. "Estamos acompanhando o acidente desde os primeiros momentos. A melhor notícia é a de que não há vítimas fatais. A prioridade é tirar a viga que ainda está pendurada, para depois remover as demais", disse Serra. "Houve falhas e isso será investigado pela Dersa e pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas). Pedimos ao IPT que acompanhe a investigação."

Questionado sobre se o acidente vai atrapalhar a entrega da obra, Serra disse que há folga no cronograma. "Não há nada de mais pressa ou menos pressa." A obra, da Dersa, ligará os Trechos Sul e Oeste do Rodoanel. O plano da gestão Serra é entregar o Trecho Sul até o fim de março.

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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Petrobras tem lucro de R$ 7,3 bilhões no 3º trimestre

Valor é 25,8% menor que no mesmo período do ano passado.
Em relação ao segundo trimestre de 2009, ganho foi 5,6% menor.
Do G1, em São Paulo

A Petrobras teve lucro líquido de R$ 7,3 bilhões no 3º trimestre, valor 25,8% abaixo dos R$ 9,8 bilhões registrados de julho a setembro de 2008. O ganho também é 5,6% menor que os R$ 7,7 bilhões registrados no 2º trimestre deste ano.

O resultado ficou acima da expectativa média de sete analistas ouvidos pela Reuters. Eles esperavam que o lucro ficasse em R$ 7 bilhões, cerca de 35% abaixo do registrado há um ano.

A receita líquida da estatal foi de R$ 47,9 bilhões, 20% abaixo do registrado no terceiro trimestre de 2008, quando a receita líquida foi de R$ 60,184 bilhões.

A geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de impostos, juros, amortizações e depreciações, na sigla em inglês) correspondeu a R$ 14 bilhões, queda de 8% na comparação com o período de julho a setembro de 2008, quando o Ebitda foi de R$ 15,1 bilhões.
Fonte: G1

Grupo de adultos constrói a maior miniferrovia do mundo


Fonte O Globo

GSXR Stop Motion

Jornal O Estado de SP em PDF, Sexta 13 de Novembro de 2009

Não estamos livres de blecautes'', diz Dilma, em 1ª aparição após apagão:
Depois de submergir por mais de 40 horas, após o apagão da terça-feira à noite, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, falou ontem pela primeira vez do problema e admitiu que o País pode voltar a ter apagões. "Nós não estamos livres de blecautes", declarou a ministra. Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro no dia 29 de outubro, Dilma afirmou: "Nós também temos uma outra certeza, que não vai ter apagão. É que nós hoje voltamos a fazer planejamento. Então, nós olhamos, qual é a necessidade que o Brasil tem de energia nos próximos cinco anos? Nós, ao olharmos isso, providenciamos as usinas que são necessárias para o Brasil." Ontem, a ministra e pré-candidata ao Planalto fez questão de diferenciar o que houve terça-feira com o que ocorreu na gestão Fernando Henrique Cardoso, negando que o governo tenha prometido que não ocorreriam mais blecautes. "O que nós prometemos é que não terá neste País mais racionamento. Racionamento é barbeiragem", atacou Dilma. "Eu não vou entrar nesse tipo de polêmica, que não me interessa. Não é por aí a discussão. Não se pode politizar uma coisa tão séria para o País. Respondi a vocês tecnicamente".

Antes de avisar que, para ela, o assunto "está encerrado", a ministra insistiu que "não teve" apagão e afirmou que a imprensa estava "confundindo" duas coisas. Para a ministra, "uma coisa é blecaute" e emendou que "ninguém pode prometer que não vai ter interrupções nesse sistema". Segundo ela, o que ocorreu não significa uma fragilidade do sistema e que, para ele ser 100% seguro, seria "muito mais caro" e "nós teríamos de pagar uma conta de luz bastante mais gorda do que nós pagamos". "Porque nenhum país do mundo tem esse nível de redundância." Em seguida, afirmou que o Brasil trabalha com 95% de segurança.

A ministra "lamentou" os transtornos causados pelo apagão aos consumidores, reconhecendo que o fato foi "muito desagradável". Mas afirmou que não se pode "tentar apresentar ao País uma fragilidade que não existe". Depois de insistir que "o Brasil de hoje é diferente do Brasil que sofreu oito meses de racionamento" porque "nós temos energia sobrando e, naquela época, tinha racionamento", a ministra comentou que não era possível evitar as intempéries.

"Se tem uma coisa que nós humanos não controlamos são as chuvas, raios e ventos", declarou, ao salientar que a matriz energética do Brasil tem um diferencial positivo em relação à de países desenvolvidos. Lembrou que enquanto grande parte da Europa e os EUA usam termelétricas movidas a combustíveis fósseis, no Brasil a matriz energética é formada na maior parte por hidrelétricas. Dilma disse ainda que a Aneel vai investigar o que aconteceu.

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Imagens engraçadas/curiosas - 12/11/2009


Via Knuttz/Ueba

Sergipe respira moto

Publicada: 12/11/2009
Texto: Márcia Pacheco Fotos: Divulgação


Esse final de semana, Sergipe vai respirar moto. É o que diz Juvenal Alves, presidente da Federação Sergipana de Motociclismo, ao descrever a expectativa para realização da quarta etapa do Campeonato Brasil Nordeste de Motocross 2009 em Aracaju. O evento acontece nos dias 14 e 15 de novembro, próximos sábado e domingo, na pista de competição que está sendo construída pelo Governo do Estado na Orla de Atalaia. A promessa é trazer a Sergipe diversos pilotos de outros estados e fomentar a prática do esporte entre os sergipanos. Por aqui, o Motocross já faz sucesso. São mais de 80 adeptos segundo a Federação e o que não falta é gente interessada em começar a arriscar saltos e manobras sobre duas rodas. Bom para o esporte, bom para os pilotos e bom para as revendas de motos, principalmente das off road. A realização do Campeonato movimentou bastante a comercialização de motocicletas e de peças em Sergipe.

Uma pista. Um piloto. Uma máquina. Tudo bem integrado para permitir cada show particular. É basicamente disso que sobrevive o Motocross. No caso da pista da Orla de Atalaia, só ela, já promete um espetáculo a parte. Projetada pelo engenheiro paulista Paulo Caramez, a pista tem 900m de extensão, sendo que o lado mais largo tem 12m e o mais estreito 8m. “A pista é pequena, mas exige um nível técnico elevado, proporcionando saltos profissionais”, pontua Juvenal Alves. Segundo ele, pelo percurso, estão espalhados sete obstáculos. Ao fundo das imagens das motos “voando”, quem for conferir o torneio vai poder observar o mar. “É a única pista a beira mar dentro do campeonato. Aracaju está entre as etapas que têm as plásticas mais legais”, diz Osmar Araujo, da Beilstrein Eventos, organizadora do campeonato.
Segundo o organizador, em relação aos pilotos, espera-se entre 120 e 130 inscritos para a etapa sergipana do campeonato. Patrocinado pela Honda e pela Mobil, o objetivo do Brasil Nordeste é formar pilotos pela região. O campeonato é nacional, nele podem participar pilotos de todo país, mas todo circuito é realizado em estados nordestinos, para agitar o cenário off road da região. “A Honda patrocina o campeonato brasileiro há 20 anos, e, pelo segundo ano consecutivo, apoia o Brasil Nordeste e o torneio vem cumprindo o seu papel”, diz Thiago Beilstrein, também da organização do evento.

O Nordeste vem atendendo a expectativa dos realizadores, tanto é que Sergipe deve receber pilotos da Bahia (já são quase 30 confirmados), do Rio Grande do Norte, de Pernambuco, da Paraíba e ainda, além da região Nordeste, pilotos do Espírito Santo e de São Paulo (incluindo uma garota) já estão confirmados. Os pilotos sergipanos Rodrigo Lama (que ilustra a capa desta edição do caderno Veículos) e Lucas de Almeida serão as grandes atrações da etapa, ambos atletas da capital que participam das categorias MX1, MX2 e 65cc. Rodrigo é campeão brasileiro 2008 na categoria 85 cc. O que mostra que Sergipe vem ganhando notoriedade no esporte em todo Brasil.

Campeonato movimenta o mercado

Com tudo isso, o que não falta é sergipano querendo participar do evento. Como não tem piloto sem máquina, a venda de motocicletas deu uma guinada nos últimos dias. “Muitas pessoas estão vindo procurar motos off road, esse segmento teve uma alta significativa, impulsionada, principalmente, pela realização do campeonato na cidade”, diz Ricardo Andrade, gerente da Aribé Motos, uma das revendedoras Honda em Sergipe. Segundo ele, a revenda faz uma preparação prévia para receber campeonatos como esse. “A organizadora entra em contato com a revenda para avisar sobre o evento, dá todo o suporte e orientações”, explica Andrade.

O telefone do presidente da Federação não para de tocar. São marinheiros de primeira viagem querendo orientações sobre as motos que pretendem comprar para participar do torneio. “Até mães têm me ligado querendo entender que moto deve comprar para os filhos poderem participar”, conta Juvenal. Isso porque tem categoria adequada para crianças também.

E não é só a venda de motos que cresce, a de peças também. Quem quer aperfeiçoar a máquina, aposta na troca de peças para melhor se adaptar ao tipo de torneio. “Para disputar no mesmo nível com motos importadas, muita gente prepara a nacional que tem”, explica Juvenal. Daí vem troca de pistão, comando, escapamento, carburação, ignição ou suspensão. O objetivo no Motocross não é velocidade, é buscar saída de curva mais rápida, e, com a modificação na suspensão, por exemplo, corrigir as ondulações da pista, fazendo com que a moto fique por mais tempo no chão. Agora, para quem vai disputar ou para quem vai ficar na arquibancada, só resta a expectativa.

Fique por dentro do que rola no Campeonato

- A quarta etapa do Campeonato Brasil Nordeste de MotoCross 2009 acontece nos dias 14 e 15 na pista que está sendo construída na Orla de Atalaia;

- No sábado, tem treino de 8h às 16h. No domingo, as provas começam às 10:30h.

- A disputa tem sete categorias: 65 cc, até 12 anos; 85 cc, até 16 anos; 230 cc, qualquer idade; força livre nacional; MX1 450 cc; MX2 250 cc; MX3, acima de 34 anos;

- O presidente da Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM), Alexandre Caravana, vai acompanhar o Campeonato. Ele vem avaliar a pista sergipana, que pode fazer parte do circuito Brasileiro de Motocross;

- O esporte vem ganhando espaço no Nordeste. O sergipano Rodrigo Lama venceu o Campeonato Brasileiro de MotoCross na categoria 85 cc, e está em segundo lugar no circuito Brasil Nordeste de 2009;

- A popularidade do esporte aumentou significativamente a venda de motos off Road e acessórios em Sergipe;

- A infraestrutura da pista tem recebido muitos elogios. Com ampla área de box, o local oferece boas condições para o piloto que vem de fora se instalar, seja com motorhome ou com barracas;

Os prêmios somam R$ 14 mil.
Fonte: Jornal da Cidade

Efeitos Visuais: 100 anos de Inspiração


Filmes citados no video:

1900 - The Enchanted Drawing
1903 - The Great Train Robbery
1923 - The Ten Commandments (Silent)
1927 - Sunrise
1933 - King Kong
1939 - The Wizard of Oz
1940 - The Thief of Bagdad
1954 - 20,000 Leagues Under the Sea
1956 - Forbidden Planet
1963 - Jason and the Argonauts
1964 - Mary Poppins
1977 - Star Wars
1982 - Tron
1985 - Back to the Future
1988 - Who Framed Roger Rabbit
1989 - The Abyss
1991 - Terminator 2: Judgement Day
1992 - The Young Indiana Jones Chronicles
1993 - Jurassic Park
2004 - Spider-Man 2
2005 - King Kong
2006 - Pirates of the Caribbean: Dead Man's Chest
2007 - Pirates of the Caribbean: At World's End
2007 - The Golden Compass
2008 - The Spiderwick Chronicles
2008 - The Curious Case of Benjamin Button

Angola

Clique aqui ou na imagem acima e veja esta apresentação feita com o Microsoft Power Point. Aguarde alguns instantes enquanto as imagens são carregadas, ou, se preferir, salve-a em seu computador.

Para ver essa apresentação é necessário ter instalado o programa Microsoft PowerPoint, que está no pacote Microsoft Office, ou o programa Visualizador do PowerPoint (para download gratuito clique aqui)

Jornal O Estado de SP em PDF, Quinta 12 de Novembro de 2009

Governo atribui apagão a raios; para especialistas, rede é frágil:
Blecaute que afetou 18 Estados, o maior em 10 anos, mostra sistema vulnerável a ‘efeito dominó’ - O governo federal acredita que a concentração de "descargas atmosféricas, ventos e chuvas muito fortes" na região de Itaberá, no interior de São Paulo, causou o apagão que deixou às escuras por quatro horas mais da metade do País, na noite de terça-feira. Ao todo 18 Estados e 70 milhões de pessoas ficaram sem energia elétrica. Segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o mau tempo teria provocado um curto-circuito que levou à queda na transmissão de energia da Hidrelétrica de Itaipu. Num efeito dominó, a pane desligou pelo menos 15 linhas de transmissão, segundo estimativas do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Apesar da versão oficial, fontes da Eletrobrás disseram ao Estado que o governo continua sem explicação para três fatos: a quantidade de linhas de transmissão desligadas, a área atingida e o horário da pane, a partir das 22 horas, quando o consumo já é baixo. Segundo técnicos, o sistema deveria ter "ilhado" a região inicial do apagão, evitando o alastramento do blecaute e a queda das linhas de corrente contínua (as vias expressas que ligam diretamente Itaipu a São Paulo).

O anúncio das causas do apagão foi feito após mais de 20 horas de informações contraditórias do governo, que chegaram a irritar o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e fizeram a oposição convocar Lobão, além da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (pré-candidata petista à presidência), para prestar esclarecimentos em três comissões do Congresso.

Lobão negou que o problema tenha sido provocado por falta de investimentos e defendeu a solidez do sistema elétrico brasileiro. "Nenhum governo fez tantos investimentos neste setor quanto o atual", disse o ministro, citando o aumento de 30% nas linhas de transmissão entre 2003 e 2009 e os R$ 22 bilhões investidos. Ele comparou o blecaute a uma acidente de avião ao dizer que "as máquinas são feitas para serem perfeitas, como o avião, que as vezes cai".

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Nascar 2009

Papel de parede do dia - 31

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Saudades

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Jornal O Estado de SP em PDF, Quarta 11 de Novembro de 2009

Falha em linha de Itaipu causa apagão em 12 Estados e no DF:
Problemas se concentraram em SP, RJ e ES; Paraguai também ficou sem energia - Queda de linha de energia causa blecaute em 12 Estados e no DF. Problema ocorreu por volta de 22h15 e desligou completamente Itaipu; Técnicos acreditam que tempestades ou raios possam ter causado o problema; Serviços essenciais foram afetados e HC funcionou com gerador a óleo. queda de uma linha que transmite energia da Hidrelétrica de Itaipu tirou todos os 14 mil megawatts gerados pela usina do sistema elétrico e provocou um blecaute em pelo menos 12 Estados brasileiros, no Distrito Federal e no Paraguai na noite de ontem. Nas ruas, principalmente da Região Sudeste, houve confusão e acidentes. Nos gabinetes, de governo, em Brasília, ainda se buscavam as causas do problema no fim da noite.

O apagão atingiu quase a totalidade do Estado do Rio, São Paulo, Minas, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraná, e parte do Paraguai. Os outros Estados afetados foram Espírito Santo, Santa Catarina, Mato Grosso, Pernambuco, Acre e Rondônia. Eles teriam sido afetados por uma espécie de "efeito cascata", com o desligamento das transmissões pelo sistema de proteção de rede do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Até zero hora de hoje, o sistema permanecia intermitente e havia falhas pontuais em vários Estados.

"Houve desligamento completo de Itaipu", afirmou o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Os últimos apagões no País ocorreram em 2005 e 2007, atingindo o Espírito Santo e o Rio. No primeiro, a interrupção de transmissão em Furnas foi atribuída a uma tempestade de raios.

A causa do blecaute de ontem ainda não foi diagnosticada, mas, segundo Lobão, os técnicos também acreditam que algum problema atmosférico, como raios ou tempestades, tenha motivado a queda. Pouco mais de uma hora após o início do apagão, registrado por volta de 22h15, o ministro disse que estava convencido de que a situação seria normalizada de madrugada. "Esta noite deveremos ter resolvido isso", disse. A energia voltou em alguns locais por volta de 23h30.

A falta de luz afetou sistemas essenciais. Em São Paulo, a Polícia Militar só contava com um gerador para atender as emergências do 190. O maior centro médico do País, o Hospital das Clínicas da USP, operava com geradores a óleo.

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Imagens engraçadas/curiosas - 10/11/2009


Via Knuttz/Ueba

20 anos da queda do muro de Berlim

O menor trem em escala do mundo, impressionante

Dólar cai a R$ 1,70 e BC prevê que câmbio seguirá instável:
Cotação volta ao patamar anterior ao IOF e mercado espera novas medidas - Pela primeira vez desde que o governo decidiu cobrar IOF nos investimentos estrangeiros em renda fixa e variável, o dólar fechou na casa de R$ 1,70. A moeda americana caiu 1,05% e encerrou a segunda-feira a R$ 1,701. É a menor cotação desde 15 de outubro. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou a medida no dia 19 daquele mês, quando já não havia mais negócios no mercado cambial. No dia seguinte, o dólar disparou para R$ 1,744.
O otimismo que embalou os investidores mundo afora ontem também contribuiu para uma alta expressiva do Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa). O principal termômetro da bolsa brasileira subiu 2,71%. Nos EUA, o Índice Dow Jones, o mais tradicional da Bolsa de Nova York, avançou 2,03% e alcançou o maior nível de 2009, a 10.226 pontos.

Muitos analistas acreditam que o governo voltará a agir para tentar conter a valorização da moeda brasileira. Entre eles está o economista Miguel Daoud, sócio-diretor da Global Financial Advisor.

"O governo vai se adiantar e fazer alguma coisa muito em breve, talvez esta semana", afirmou. Ele ponderou, no entanto, que o mercado já encontrou outras formas de compensar essa taxação, por meio de operações como a compra e a venda de produtos derivativos nos mercados futuros.

A propósito disso, o Ministério da Fazenda está fazendo um mapeamento detalhado das brechas que os investidores estão usando para driblar a cobrança. Esse trabalho vai servir da base para os ajustes que Mantega pretende fazer na taxação.

A ideia é fechar essas brechas apertando as normas de operação (medidas que dependem do Banco Central) ou calibrando para cima a alíquota do IOF para algumas dessas operações. Segundo uma fonte ouvida pela Agência Estado, há espaço para o BC exigir mais margem de garantia para essas operações, como as posições vendidas dos bancos (em que as instituições apostam na queda do dólar).

Outro analista, que pediu para não ser identificado, confirmou que a maioria dos investidores de fato acredita que o governo vai recorrer a mais armas de seu arsenal para tentar segurar a alta do real. "A expectativa é de que tire o IOF em operações de abertura de capital (IPOs, na sigla em inglês) e eleve a alíquota para investimentos em renda fixa", afirmou. "Mas também não vai adiantar. Como da outra vez, o mercado deve reagir com volatilidade durante alguns dias, mas depois a tendência de fortalecimento da moeda brasileira vai prevalecer."

Em entrevista ao Estado, o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, afirmou que o Brasil não é o único país que tem recebido grandes fluxos de investimento. "Mesmo países que não fazem flutuação da moeda e têm taxas de juros muito baixas estão tendo entradas enormes de capital", disse.

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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

IX Aracaju Motofest

O Legado da radiação no Casaquistão

Corrida dos Campeões 2009

Jornal O Estado de SP em PDF, Segunda 09 de Novembro de 2009

Gasto básico de pobres já supera o de ricos:
Estudo mapeia consumo de alimentos e itens de higiene nas classes D e E Os pobres do Norte e Nordeste estão consumindo mais que os ricos do Sudeste. Nos últimos 12 meses até setembro deste ano, as classes D e E das regiões Norte e Nordeste do País gastaram R$ 8,8 bilhões com uma cesta de alimentos, produtos de higiene pessoal e limpeza. Essa cifra é 5% maior que a desembolsada pelas camadas A e B (R$ 8,4 bilhões) que vivem no Sudeste do País no mesmo período com esses itens, revela estudo exclusivo da LatinPanel, maior empresa de pesquisa domiciliar da América Latina.Em igual período do ano passado, a situação era exatamente inversa: o gasto das camadas que compõem a base da pirâmide social no Norte e Nordeste com bens não duráveis havia sido 5% inferior ao das classes A e B do Sudeste. "Houve uma reversão", afirma Christine Pereira, diretora da empresa e responsável pela pesquisa.

Ela atribui a mudança a fatores conjunturais. Inflação em baixa, que dá mais poder de compra ao consumidor, ganhos de renda dos trabalhadores que recebem salário mínimo e o fato de a crise não ter afetado as camadas de menor renda explicam, segundo Christine, o avanço do consumo dos bens não duráveis pelos mais pobres. Os dados da pesquisa foram obtidos a partir de visitas semanais a 8,2 mil domicílios para auditar o consumo de 65 categorias de produtos.
Embora em maior número, as famílias das classes D e E do Norte e do Nordeste têm renda agregada bem menor que a das famílias das classes A e B do Sudeste. No Norte e no Nordeste, há 6,9 milhões de lares que recebem até quatro salários mínimos (R$ 1.860) por mês, o que corresponde a 40% do total de famílias das classes D e E do País. Já as classes A e B somam 4,9 milhões de domicílios no Sudeste ou 45% dos lares desse estrato social do Brasil. Essas famílias têm renda mensal superior a dez salários mínimos (R$ 4.650).

Para o economista chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges, boa parte do avanço do consumo dos mais pobres se deve ao aumento real do salário mínimo de 5,7% concedido neste ano. "O salário mínimo pesa muito nas regiões Norte e Nordeste", diz.

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Mundo Estranho - Novembro 2009 - Ed. n. 93

Papel de parede do dia - 29

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O Pai

Imagens imressionantes a poluição na china

Empinada porreta 2!!!!

domingo, 8 de novembro de 2009

Pré-sal vai produzir 1,8 milhão de barris por dia em 2020, diz Gabrielli

Investimentos chegarão a US$ 111 bilhões, diz presidente da Petrobras.
Empresa levou 53 anos para atingir produção de 1,8 milhão barris diários.
Do G1, em Brasília
José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras,
em debate sobre o pré-sal em setembro

A Petrobras prevê atingir a marca de 1,8 milhão de barris diários de petróleo extraído da camada pré-sal em 12 anos, disse o presidente da empresa, José Sérgio Gabrielli, em vídeo publicado neste domingo (8) no blog da estatal. Atualmente, são produzidos apenas 30 mil barris diários do pré-sal.

“O que nós fizemos em 53 anos pretendemos fazer em 12 anos”, disse Gabrielli, em referência à produção total da empresa em 2006, de 1,8 milhão de barris diários. Atualmente, a produção diária é de 2,5 milhões de barris. “Esse número é muito interessante porque de 2009 a 2020 estamos falando em 12 anos. Lembre-se que a Petrobras levou 53 anos para atingir a marca de 1,8 milhão de barris."

Segundo Gabrielli, a Petrobras vai investir US$ 11 bilhões até 2020 para atingir a meta prevista de extração do pré-sal. Até 2013, a empresa deve investir US$ 28,9 bilhões e atingir a meta de 220 mil barris diários originários do pré-sal. Hoje, a Petrobras produz cerca de 30 mil barris do pré-sal –15 mil de um poço na área de Tupi, no litoral do Rio, e outros 15 mil do campo de Jubarte, na costa do Espírito Santo.

Gabrielli lembra no blog que a indústria do petróleo no Brasil movimenta cerca de 10% do PIB, 7% das exportações brasileiras e 12,5% da arrecadação federal, o que permitiria investimentos em outras áreas da economia não ligados à indústria do óleo.

Preço dos combustíveis

Gabrielli disse que o aumento da produção não significará preços menores dos combustíveis no mercado interno. “Infelizmente não é possível isso, a menos que nós isolemos o país. O Brasil não é uma ilha isolada do mundo. O petróleo não pode ser desconectado do mercado internacional.” afirmou.

Segundo ele, a empresa mantém uma “relação de longo prazo” com o mercado brasileiro. “A verdade é que nós temos uma política de que não repassamos ao mercado brasileiro as variações diárias dos preços internacionais. Nós mantemos uma relação de longo prazo, porque em última instância o que nós não estamos pagando não é o custo de produção do barril do petróleo, porque o petróleo é um produto que se esgota, no tempo ele vai se exaurir. Então, o custo do petróleo na verdade é o custo do novo barril, que você precisa encontrar e produzir para incluir, e esse custo é um custo internacional, infelizmente”, disse.

Biocombustíveis

O presidente da Petrobras disse que a empresa mantém sua meta de aumentar sua produção de biocombustíveis. “Continuamos comprometidos em ampliar a produção, incluindo novas tecnologias, para exportar e aumentar nossa presença na produção de etanol. Estamos planejando a construção de alcodutos para trazer a nova produção de etanol para porto e viabilizar mais exportações”, declarou.

Gabrielli disse que a empresa vai manter seufoco na produção de combustíveis líquidos, apesar de manter alguns investimentos em fontes alternativas de energia. “Estamos fortemente concentrados na produção de etanol e biodiesel. Temos pequenos investimentos em [energia] eólica e solar. Achamos que a ênfase do nosso investimento deve ser nos combustíveis líquidos.”

Acionistas

Sobre a ampliação da oferta de ações da empresa, Gabrielli disse que os pequenos acionistas que não exercerem sua opção de compra para dobrar a participação na composição acionária – que deve ocorrer com a capitalização da Petrobras – terão uma diluição na participação dos dividendos, mas serão beneficiados no longo prazo pela valorização dos papéis da companhia.

“Nenhum acionista será prejudicado. Todo acionista terá o direito de comprar as ações na mesma proporção em que têm hoje. Se não quiser comprar, não exercerá o seu direito e vai reduzir, será um pouco diluído, no ganho dos dividendos. Porém, o valor da Petrobras aumentará, porque o capital aumentará e você [acionista] acabará sendo beneficiado pelo crescimento, no futuro, do valor da Petrobras”, afirmou Gabrielli.

Fonte: G1

Jornal O Estado de SP em PDF, Domingo 08 de Novembro de 2009

Fraude envolve irmão do presidente do TCU:
Investigação da Polícia Federal e Ministério Público mapeia desvios de verba na Fundação Nacional de Saúde, órgão dominado pelo PMDB - Investigação da Operação Fumaça da Polícia Federal e do Ministério Público Federal mapeou, com quebras legais de sigilo bancário e telefônico e um amontoado de cópias de contratos e convênios fraudados, os caminhos do desvio de verbas da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), órgão do Ministério da Saúde cuja atribuição é financiar projetos de saneamento básico e saúde indígena. Os relatórios, a que o Estado teve acesso, indicam que a Funasa - historicamente dominada por indicações políticas e que o próprio ministro da Saúde, José Gomes Temporão, já admitiu ser um "foco de corrupção" - se transformou num balcão de negócios.

No rol de investigados está Guaracy Aguiar, irmão do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Ubiratan Aguiar. Coordenador da Funasa no Ceará entre 2007 e 2009, ele é apontado como integrante da cadeia de comando do clientelismo, liberando verbas e atestando como prontas obras inacabadas, apesar de evidências de superfaturamento, fraudes em licitações e desvio de dinheiro.

O presidente da Funasa, Danilo Forte, indicado para o cargo pelo PMDB, é outro que aparece nas ligações telefônicas, citado por representantes de empreiteiras e funcionários do próprio órgão como facilitador na liberação de verbas para obras sob suspeita.

EM FAMÍLIA

A investigação, iniciada em julho do ano passado, tem como foco convênios firmados no Ceará, Estado de Danilo Forte e de Guaracy Aguiar, hoje deputado estadual. Um exemplo dos efeitos do desvio de recursos públicos é a Vila Esperança, em Brejo Santo, no sul do Ceará. Por lá, as famílias vivem sem banheiro, apesar de a Funasa ter liberado dinheiro há quatro anos para construir os sanitários no povoado.

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Eldorado do potássio atrai Petrobrás à Amazônia

Estatal estuda a volta à mineração para explorar a terceira maior reserva de potássio do mundo

Nicola Pamplona, ENVIADO ESPECIAL, AUTAZES, AMAZONASConsiderada a última grande fronteira da exploração de potássio no mundo, a região do encontro entre os rios Madeira e Amazonas será reativada ainda este mês, com o início das perfurações da Potássio do Brasil, empresa de capital canadense. A região, que pode conter a terceira maior reserva mundial do minério, é considerada estratégica pelo governo, que caminha para promover um retorno da Petrobrás à mineração, 20 anos após a extinção da Petromisa, subsidiária que atuava no segmento.

A Potássio do Brasil, que pertence ao grupo financeiro Forbes & Manhattan por meio da mineradora Falcon Metais, conclui os preparativos para a perfuração do primeiro poço na região em quase 30 anos. A ideia é que o poço seja perfurado ainda em novembro, dando início a uma campanha de até 20 poços durante o próximo ano em Autazes e Itapiranga, ao custo de US$ 25 milhões. Se confirmado o potencial da jazida, o investimento pode chegar a US$ 2,5 bilhões, para extração de 2 milhões de toneladas por ano.

A região já foi explorada pela Petrobrás, que identificou a existência de 1,1 bilhão de toneladas na Mina de Fazendinha, no município de Nova Olinda do Norte, mas abandonou o projeto na década de 70. A mina chegou a ser transferida para a Falcon Metais, em processo suspenso no fim do ano passado, em um sinal de que, diante da crescente dependência de potássio, o governo quer maior controle sobre a sua produção. O mineral é usado na produção de fertilizantes.

O Brasil importa hoje 92% do potássio que consome, com um impacto negativo de US$ 3,8 bilhões na balança comercial em 2008. Nos meses anteriores à crise, o preço do produto disparou, passando de US$ 200 por tonelada para perto dos US$ 1 mil. A demora em buscar soluções para reduzir a dependência levou o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, a iniciar uma campanha pública pela retomada das atividades. "O Brasil não tem nenhuma política de exploração de jazidas minerais para fertilizantes", reclamou, recentemente.

A Petrobrás diz que está reavaliando o projeto e não há ainda decisão sobre o futuro da mina. A empresa, porém, já aprovou planos de expansão na área de fertilizantes - com a construção de duas fábricas de amônia e ureia com base no gás natural, dobrando a capacidade nacional - e pode ampliar as atividades para a extração do potássio. Dentro da empresa, há uma corrente que defende o investimento no setor.

A mudança de estratégia em relação aos fertilizantes já começou: a área foi transferida para a Diretoria de gás e Energia, comandada por Graça Foster, mais próxima à ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. "A passagem da área para a Graça é um sinal de que o governo quer mais agilidade. O sentimento é que o Brasil precisa de um grande player na exploração do potássio e esse player é a Petrobrás", diz uma fonte com acesso à área energética do governo.

"O preço dos metálicos caiu após a crise, mas o do potássio tende a continuar em patamares elevados", comenta o diretor de Fiscalização do Departamento Nacional de Pesquisa Mineral (DNPM), Walter Arcoverde. O DNPM concedeu à Falcon três alvarás de exploração na região do Madeira, que foram transferidos para a nova companhia, a Potássio do Brasil. "A área de fertilizantes é uma das que têm maior potencial de crescimento nos próximos anos", diz o presidente da Falcon, Hélio Diniz.

Canadá e Rússia têm hoje as duas maiores bacias produtoras de potássio, que se equivalem à Bacia Amazônica em termos de extensão territorial. Para o secretário de mineração do Amazonas, Daniel Nava, a região tem potencial para garantir a autossuficiência brasileira em dez anos.

Mesmo que as reservas sejam confirmadas, a produção do mineral na Amazônia não se dará antes de 2015, já que o desenvolvimento de uma mina pode levar de seis a sete anos. No caso de Fazendinha, a produção pode ser atingida um ano mais cedo, uma vez que a fase de exploração já foi concluída.
Fonte: O Estadão