sábado, 19 de dezembro de 2009

Papel de parde do dia - 43

Jornal O Estado de SP em PDF, Sábado, 19 de Dezembro de 2009

Fracassa Conferência do Clima:
Encontro de Copenhague termina só com acordo político, sem alcançar objetivos originais - Maior reunião diplomática da história, a 15ª Conferência do Clima (COP-15) terminou ontem à noite com um acordo pífio, que não prevê metas obrigatórias de redução de emissões de CO2 até 2020 e ainda ameaça a existência do Protocolo de Kyoto. O texto oficial estava sendo negociado até o fechamento desta edição. O documento traz apenas um mecanismo de financiamento para ações de combate ao aquecimento global e um compromisso de impedir a elevação da temperatura em 2°C, sem dizer como isso será cumprido. Depois de duas semanas de negociações e muita expectativa, a cúpula das Nações Unidas pode ser considerada um fracasso. O documento prevê redução de 50% das emissões de CO2 em 2050 - o objetivo mínimo cogitado -, não fixa meta para 2020, não detalha os mecanismos financeiros, não prevê acordo sobre a verificação das ações ambientais em países em desenvolvimento e não tem força de lei.
Além disso, não se podia garantir, até o fechamento da edição, a continuidade do Protocolo de Kyoto, e menos ainda o texto que deveria resultar em um futuro tratado, que incluiria os EUA. "O objetivo de redução de 50% para 2050 é uma decepção", limitou-se a criticar o presidente da França, Nicolas Sarkozy, afirmando que assinaria o documento em nome de seu país.
À 0h20 de hoje (horário de Brasília), Tuvalu foi o primeiro a se manifestar contra o texto na plenária final. O representante disse que, apesar de ser uma nação pequena, merece respeito.

O acordo político havia sido fechado depois de 23 horas de negociações, mas envolveu apenas os líderes dos Estados Unidos, União Europeia, China, Índia, Brasil e África do Sul. Presentes em massa, 193 chefes de Estado e de governo tentaram em vão um compromisso que equacionaria as disputas técnicas em torno de dois objetivos - prorrogar o Protocolo de Kyoto até 2020, limitando as emissões de CO2, e incluir os EUA em um tratado internacional.

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3D Animation NMTrix | The Dark

As 100 Melhores fotografias de esporte de 2009 - Parte 2

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Imagens engraçadas/curiosas - 18/12/2009


Via Knuttz/Ueba

Jornal O Estado de SP em PDF, Sexta, 18 de Dezembro de 2009

Aécio sai da disputa e abre espaço para chapa com Serra:
Mineiro diz que sua costura de alianças ficou comprometida pela demora da definição tucana - governador de Minas, Aécio Neves, anunciou ontem que desistiu de sua pré-candidatura à Presidência, o que deixa o governador de São Paulo, José Serra, como único nome do PSDB para a disputa em 2010. Nos últimos dias, ele já dava sinais de que abriria mão do projeto, programando para o início de janeiro o anúncio da candidatura ao Senado. A decisão foi oficializada ontem por meio de carta ao presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), e abre caminho para composição de uma chapa tucana puro-sangue, encabeçada por Serra e com Aécio de vice.
Após reunião pela manhã com Guerra e o secretário-geral, deputado Rodrigo de Castro (MG), Aécio convocou a imprensa e leu o documento. Depois da coletiva, declarou ao Estado que sua candidatura presidencial vinha "desidratando", tornado-se uma "falsa candidatura". Disse, ainda, que o melhor é concorrer ao Senado, prestigiar seu vice, Antônio Anastasia (PSDB) - pré-candidato a governador em Minas -, e "trabalhar por Serra" no Estado.

Aliados admitem, nos bastidores, a possibilidade de Aécio reverter a decisão, caso Serra não assuma a candidatura e opte por concorrer à reeleição. Ainda ao Estado, quando indagado se poderia voltar atrás, Aécio confirmou as suposições: "Na política tudo pode mudar."

No documento, o governador disse que deixava a condição de pré-candidato, mas não as convicções e a disposição para colaborar na "construção das bandeiras da Social Democracia Brasileira". Colocou-se à disposição, também, para ajudar seu partido a construir, "com serenidade e sem tensões", o caminho da vitória nas urnas.

Na carta, não citou Serra e fez uma retrospectiva da estratégia para se viabilizar como presidenciável. Disse que a sigla deve estar preparada para "responder à autoritária armadilha do confronto plebiscitário e ao discurso que perigosamente tenta dividir o País ao meio, entre bons e maus, entre ricos e pobres". Referia-se à tática do PT para 2010, que pretende confrontar os oito anos de gestão Fernando Henrique Cardoso com os oito anos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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Papel de parde do dia - 42

Alice in Wonderland - New Official Full Trailer (HQ)

As 100 Melhores fotografias de esporte de 2009 - Parte 1

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Imagens engraçadas/curiosas - 17/12/2009


Via Knuttz/Ueba

Papel de parde do dia - 41

Revista Superinteressante | Dezembro de 2009 Edição 273

Revista Viva Mais | 04 de Dezembro de 2009 - Edição 531

10 insetos que mais parecem alienígenas

Clique na imagem abaixo e confira!!!

Verão em Sergipe poderá não ter cerveja

Publicada: 17/12/2009
Texto: Antonio Carlos Garcia


Uma notícia preocupante para os consumidores de cerveja: o produto poderá faltar nesse final de ano, pois, em virtude do aumento do consumo, as indústrias não estão dando conta da demanda. Isso já preocupa o presidente da Associação Sergipana dos Supermercados (Ases), Manoel Prado Vasconcelos, ao acrescentar que o setor já começou fazer um estoque, não só de cerveja, mas também de água mineral e refrigerante. A mesma preocupação tem o presidente da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) em Sergipe, Álvaro Erlanger, e diz que esse aumento não é só por causa do calor, mas também pelo fluxo de turistas que vem para o Estado.

As grandes redes de supermercado, segundo Manoel Prado, já estão estocando as cervejas, justamente para que o consumidor não sinta falta. Mas ele alerta que o consumidor deve tomar suas precauções, mas também não faz nenhum alarme com esse fato. Nesse calor, ele diz, é natural que haja um aumento de consumo. “Estamos pedindo o produto com mais frequência nas indústrias”, ressaltou Prado.

Álvaro Erlanger, da Abrasel, diz que houve um aumento no consumo de cerveja e não descarta a possibilidade de não se encontrar o produto nos bares e restaurantes. Somente associados à Abrasel, são 70 bares e restaurantes, mas o universo é bem maior. “São cerca de 5 mil pontos de venda de bebidas na capital, dois terços não são formalizados e não se tem conhecimento delas”.

A venda de cerveja aumentou por causa do verão. Outubro foi o mês mais quente desde a década de 60 em várias regiões do país. E naquele mês, as vendas de cerveja tiveram alta de 12% em volume e de 18% em faturamento, segundo a Nielsen.Tal elevação, de acordo com o instituto de pesquisas de mercado, não ocorria em um mês de outubro há pelo menos cinco anos.

No acumulado dos dez primeiros meses de 2009, a indústria cervejeira vendeu 6,298 bilhões de litros, com faturamento de R$ 25.587 bilhões. Só em outubro, as vendas somaram 645 milhões de litros. Foram 575 milhões em igual período do ano passado. O faturamento, na mesma comparação, subiu de R$ 2,2 bilhões para R$ 2,6 bilhões.

Nas áreas pesquisadas pela Nielsen, a Grande São Paulo foi a que teve maior aumento de consumo em volume: 32% no mês.

No mercado de cerveja, o Brasil só perde, em volume, para a China (35 bilhões de litros/ano), Estados Unidos (23,6 bilhões de litros/ano), Alemanha (10,7 bilhões de litros/ano)”. O consumo da bebida, em 2007, apresentou crescimento em relação ao ano anterior, totalizando 10,34 bilhões de litros.

Quanto ao consumo per capita, no entanto, o Brasil, com uma média de 47,6 litros/ano por hab
Fonte: Jornal da Cidade

Jornal O Estado de SP em PDF, Quinta, 17 de Dezembro de 2009

Receita fecha cerco à restituição de IR:
Contribuinte que apresentar deduções fictícias ou sem comprovação terá de pagar multa de 75% - Receita Federal anunciou ontem um pacote de medidas com o objetivo de fechar brechas usadas pelas pessoas físicas e empresas para pagar menos imposto. A prática, conhecida como planejamento tributário, alastrou-se ainda mais pelo País depois do agravamento da crise financeira, no ano passado, ajudando a derrubar a arrecadação do governo.
Dois alvos principais do pacote são a chamada "indústria da restituição" do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) e as compensações de créditos tributários feitas automaticamente pelas empresas.
O pacote foi incluído na Medida Provisória (MP) 472, publicada ontem no Diário Oficial da União, que trata das medidas pró-investimento anunciadas na semana passada. Apelidada de "jumbão", a MP, com 61 artigos, aperta o cerco também às empresas que operam em paraísos fiscais e cria uma taxa de fiscalização para a área de seguros, o que deve encarecer os produtos do setor.

Pela MP, a pessoa que, a partir de 2010, fizer deduções (como despesas médicas) falsas ou sem comprovação vai pagar multa de 75% da parte da restituição que o contribuinte receberia a mais com as deduções irregulares. Mas, se a Receita conseguir provar que houve má-fé, a multa sobe para 150%.

O objetivo é elevar o risco para o contribuinte que sonega IR para ter restituição maior. Hoje, não há nenhuma pena para quem for pego na malha fina com imposto a restituir, o que incentiva a sonegação, numa típica prática "se colar, colou", conforme explicou o subsecretário de Fiscalização da Receita, Marcos Neder.

Segundo o secretário, nos últimos anos tem aumentado esse tipo de fraude. "Há pessoas e escritórios se especializando em gerar restituição para o contribuinte", disse. Ele explicou que a medida só vale para compensações futuras. "Não é para pegar coisas do passado."

A Receita também apertou o cerco às empresas que fizerem pedidos fictícios de compensação de créditos tributários. Esse instrumento foi muito utilizado no ano passado e neste ano pelas empresas, o que reduziu a arrecadação e ganhou destaque com a notícia de que a Petrobrás chegou a fazer uma compensação de R$ 4 bilhões para engordar seu caixa.

Segundo Neder, as empresas que fizerem compensação de crédito não comprovado vão pagar multa de 75% sobre o valor creditado. Por meio de declaração específica (PER/DCOMP), as empresas com crédito na Receita podem pagar automaticamente os tributos fazendo a compensação.

O problema é que muitas empresas têm feito compensações se valendo de créditos que não existem. Até agora, as empresas apanhadas pela fiscalização pagavam apenas a correção do valor acrescido da taxa Selic e de uma multa de mora de 20%.

O combate ao "planejamento tributário" foi intensificado pelo atual secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo. A determinação partiu do ministro da Fazenda, Guido Mantega, depois de um período de crise vivida pela Receita que culminou com a demissão da ex-secretária Lina Maria Vieira.

Ajude o site, se possível, baixe pelo Big&Free. Obrigado.

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2009 em fotos - parte 03 de 03

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Imagens engraçadas/curiosas - 16/12/2009


Via Knuttz/Ueba

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Revista PC World [Brasil] 199 - 2009-02

Revista Auto Esporte - Novembro 2009

Arte por Linda Picken

Jornal O Estado de SP em PDF, Quarta, 16 de Dezembro de 2009

Brasil cede e vai pagar mais pelo gás boliviano:
Resultado de decisão política, aditivo trará gasto extra de US$ 1,2 bilhão - Petrobrás e a estatal boliviana YPFB marcaram para sexta-feira a assinatura de um termo aditivo ao contrato de importações de gás que garantirá à Bolívia um ganho adicional de, pelo menos, US$ 1,2 bilhão até 2019. O acordo confirma a Ata de Brasília, assinada em 2007 pelos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Evo Morales, na qual o Brasil se comprometia a pagar mais pelas "frações líquidas" do gás boliviano: propano, butano e gasolina natural. Dificilmente a Petrobrás conseguirá repassar a alta de custos aos consumidores. Hoje sobre gás natural no País, reflexo da crise econômica e da entrada de novos campos produtores no Brasil. A expectativa é que o mercado brasileiro feche o ano com consumo de gás equivalente ao verificado em 2005. Fechado em reunião realizada anteontem em Santa Cruz de la Sierra, o acordo prevê o pagamento mínimo de US$ 100 milhões por ano pelas frações líquidas. O extra será pago com retroatividade a 2007 e seguirá até o fim do contrato.

Com relação a 2007, o valor será exatamente de US$ 100 milhões, com quitação 30 dias após a assinatura do aditivo. Para os anos seguintes, depende de uma fórmula que será inserida no contrato, informou uma fonte próxima às negociações.
A Petrobrás preferiu não se pronunciar sobre o tema. A empresa vinha adiando, desde 2007, as negociações com os bolivianos sobre a fórmula para o pagamento. A Bolívia alegava que o Brasil pagava preço de gás seco por um produto mais nobre, que tem maior poder calorífico e pode servir de matéria-prima para a fabricação de gás de botijão e para a indústria petroquímica.

Há cerca de quatro meses, pouco antes das eleições presidenciais, La Paz retomou a pressão sobre Brasília para resolver a questão. Em agosto, o tema foi tratado reservadamente em encontro entre Lula e Morales na região do Chapare, berço político do presidente da Bolívia. Questões técnicas, porém, teriam impedido o acordo antes da eleição na Bolívia.

Um observador próximo diz que a Petrobrás relutou para chegar a um acordo. O entendimento na empresa é que não há base legal para o pagamento adicional, que poderá ser contestado pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Na cerimônia de assinatura, foi garantido que o reajuste não seria repassado ao consumidor.

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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Imagens engraçadas/curiosas - 15/12/2009


Via Knuttz/Ueba

Travis Pastrana's World Record rally jump - Crash @ practice

2009 em fotos - parte 02 de 03

Jornal O Estado de SP em PDF, Terça, 15 de Dezembro de 2009

Emergentes paralisam debate em Copenhague:
Países não se entendem sobre metas na Conferência do Clima - ausência de propostas concretas por parte de nações industrializadas para a renovação do Protocolo de Kyoto levou ontem representantes de países africanos a paralisar a 15ª Conferência do Clima (COP-15) das Nações Unidas. O novo impasse, também motivado por quebra de confiança na presidência do evento - que convidou 48 ministros para negociar em separado no domingo, alijando mais de uma centena -, tornou mais concreto o risco de fracasso nas negociações, que acabam na sexta. O impasse entre ricos e em desenvolvimento se dá, em parte, pela cobrança por um engajamento dos emergentes, como China e Brasil.O enfrentamento diplomático aconteceu no início da manhã de ontem. Inconformado com a falta de compromisso dos países industrializados, um grupo de negociadores africanos se retirou da reunião que discutia o texto-base do eventual "Protocolo de Copenhague". A decisão, que bloqueou a negociação, recebeu o apoio formal do G77, o grupo dos países em desenvolvimento, com apoio explícito da China.

Bernaditas Muller, representante do G77, justificou a atitude dizendo que os países ricos estão dificultando as negociações sobre adaptação e financiamento. Também criticou o papel dos ministros recém- chegados a Copenhague. "A negociação vem ocorrendo há dois anos e todo esse trabalho pode ser colocado em risco ao ser decidido por quem não o acompanhou de perto", disse.
Em represália à ação do G77, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Japão, Rússia, Ucrânia e Finlândia bloquearam as discussões em outra plenária, sobre a renovação do Protocolo de Kyoto. O impasse só foi desatado no meio da tarde, com a retomada das reuniões sem que um acordo tivesse sido de fato alcançado. "Cada país industrializado ofereceu metas de redução de emissões. A questão agora é saber se essas metas satisfazem os outros países e se esforços equivalentes estão sendo feitos", explicou o secretário-geral da Convenção do Clima (UNFCCC), Yvo de Boer.

Desde o início da conferência, há oito dias, o debate em torno do chamado anexo B do Protocolo de Kyoto, em que seriam explicitadas as metas de redução das emissões de gases-estufa dos países industrializados para o período 2013-2020, está estagnado. "Esse assunto foi esgotado. Os países chegaram a Copenhague com suas metas na mão e, desde então, nada de novo foi oferecido", disse ao Estado um do negociador sul-americano envolvido no tema. "Ninguém mais tem autoridade para fazer novas propostas até que os chefes de Estado e de governo cheguem. O processo está engessado."

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Revista Mundo Estranho | Dezembro de 2009

Prepare-se para terminar o ano de queixo caído! Na Mundo Estranho de dezembro, você vai encontrar uma seleção inédita das 50 histórias mais malucas dos últimos tempos. Tem birutice para todos os gostos, desde um sujeito que não toma banho há trinta anos e outro que faz de tudo para amamentar até uma mulher que tem 200 orgasmos por dia! Para completar o pacotão de fim de ano, você também vai conhecer quais são as simpatias de Réveillon e os natais mais bizarros do mundo.

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50 trailers em 1


Para quem não conseguiu identificar os filmes, aqui vão todos:

Underworld: Rise of the Lycans / Percy Jackson & the Olympians: The Lightning Thief / Babylon A.D. / Knowing /Sherlock Holmes / Death Race / The Uninvited / Max Payne / Fast & Furious / G.I. Joe: The Rise of Cobra / Midnight Meat Train / Quarantine / 2012 / Ninja Assassin / Twilight Saga: New Moon / Whiteout / The Final Destination / Daybreakers / Race to Witch Mountain / Moon / Inglourious Basterds / The Box / Obsessed / Friday the 13th / Star Trek / Terminator Salvation / Transformers: Revenge of the Fallen /
Harry Potter and the Half-Blood Prince / Watchmen / Dragonball / The Spirit / Carriers / Bangkok Dangerous / District 9 / Surrogates / The Book of Eli / Mirrors / The Happening / Wanted / На Игре / Sorority Row / Fighting / The Road / Angels & Demons / Jennifer’s Body / The Day the Earth Stood Still / Pineapple Express / The Last House on the Left / The Haunting in Connecticut / Shutter Island

Jornal O Estado de SP em PDF, Segunda, 14 de Dezembro de 2009

Governo brasileiro sobe o tom na COP-15:
Dilma Rousseff chama de ‘escândalo’ proposta de ricos - ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, acusou os países ricos de tentar "inverter papéis" e tratar as nações em desenvolvimento - incluindo o Brasil - como se fossem desenvolvidas. Dilma, que participou ontem da primeira reunião de ministros da 15ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP-15), em Copenhague, classificou como "um escândalo" a proposta de que países em desenvolvimento contribuam também com financiamento para um fundo global de combate às mudanças climáticas. "Sinto uma inversão de responsabilidades aí. Digam quanto vocês (os países desenvolvidos) vão colocar (no fundo), a responsabilidade é de vocês. Aceitar que desenvolvidos e em desenvolvimento tenham o mesmo tratamento é um escândalo", afirmou a ministra. Ela chegou anteontem a Copenhague para a última semana da conferência, que busca um novo acordo internacional de combate às mudanças climáticas. Apesar das críticas, Dilma disse que sentiu avanços nas negociações. Mas ficou claro que a questão do dinheiro é um nó que está longe de ser desatado.


A ministra enfatizou que o Brasil não só não planeja colocar recursos em um fundo como ainda pretende ter acesso a financiamentos - algo que propostas recentes dos países ricos tentam evitar, barrando o acesso dos emergentes e reservando o dinheiro somente para os mais pobres.

"Hoje, no Brasil, estamos nos financiando com dinheiro próprio. Estamos fazendo a nossa parte. Se houver financiamento (internacional), vamos fazer mais rápido", disse a ministra. "Quem achar que tem dinheiro, que contribua. Mas tem de ter muito dinheiro ou então não cumpre as próprias metas. Nós não vamos dar um passo maior que a perna."

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WSJ fotos da semana - 6/12 - 11/12

Motorcycles Adrenaline Crew 4, Verdict Guilty Official Trailer

2009 em fotos - parte 01 de 03

domingo, 13 de dezembro de 2009