sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Papel de parede do dia - 58

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Revista Saúde & Beleza nº 23 | Dezembro & Janeiro

Haiti - 48 horas depois

Jornal O Estado de SP em PDF, Sexta, 15 de Janeiro de 2010

Países ampliam socorro ao Haiti:
Só as doações dos EUA e de instituições financeiras internacionais somam US$ 500 milhões - O presidente francês, Nicolas Sarkozy, propôs ontem a convocação de uma conferência internacional para a reconstrução do Haiti. "Proporei ao presidente (americano, Barack) Obama, com quem vou falar nas próximas horas, que EUA, Brasil, Canadá e outros países tomem a iniciativa de convocar uma grande conferência para a reconstrução do Haiti", disse Sarkozy. "Precisamos ter certeza de que o país vai se livrar dessa maldição, de uma vez por todas."
A França está mandando 2 navios de guerra e um hospital de campanha de 50 leitos. Obama anunciou ontem que vai destinar US$ 100 milhões para ajudar o Haiti e prometeu aos haitianos: "Nós não vamos abandoná-los; vocês não serão esquecidos." As doações dos EUA e de quatro instituições internacionais já somam US$ 500 milhões. Em seu segundo pronunciamento na TV sobre o desastre, Obama afirmou que esse era apenas o começo e os EUA enviariam mais ajuda ao País. "Mais equipes de resgate americanas estão chegando, mais comida e mais água", ele disse.

Obama elogiou a atuação das tropas brasileiras e afirmou que vai trabalhar em parceria. "Nós vamos trabalhar em parceria com as Nações Unidas e suas tropas, especialmente as do Brasil, que já estão lá por causa de seu excelente trabalho na missão de paz."

Ele estava cercado pelo alto escalão do governo: a secretária de Estado, Hillary Clinton, que interrompeu sua viagem à Ásia, o secretário de Defesa, Robert Gates, o vice-presidente, Joe Biden, além da embaixadora dos EUA na ONU, Susan Rice.

Obama convocou dois ex-presidentes - seu antecessor, George W. Bush, e Bill Clinton para ajudar no esforço de reconstrução do país. O presidente ligou ontem para Bush. "Os dois concordaram em participar", disse o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, Clinton já é enviado especial da ONU para o Haiti.

O governo americano suspendeu as deportações de haitianos que estão ilegalmente nos EUA - havia mais de 20 mil na lista de deportação. O governo disse que estuda conceder o status de proteção temporária (TPS), que suspende as deportações por um período mais longo e abre caminho para eles se tornarem residentes legais.

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Imagens engraçadas/curiosas - 14/01/2010


Via Knuttz/Ueba

Terremoto no Haiti

Mais: aqui & aqui

Papel de parede do dia - 57

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Jornal O Estado de SP em PDF, Quinta, 14 de Janeiro de 2010

Terremoto mata pelo menos 30 mil e deixa Haiti em colapso:
Ajuda internacional de emergência já soma US$ 150 milhões, com US$ 15 milhões do Brasil - Tremor deve ter matado de 30 mil a 50 mil, estima presidente. Fenômeno devasta país já arruinado. Chefe administrativo da missão da ONU morre e seu vice, brasileiro, está desaparecido. Mundo se mobiliza para enviar ajuda a haitianos. Número de militares brasileiros mortos chega a 11. O presidente haitiano, René Préval, disse ontem que o terremoto que arrasou o Haiti na terça-feira pode ter causado a morte de 30 mil a 50 mil pessoas. Horas antes, o primeiro-ministro Jean-Max Bellerive tinha dito à CNN que os mortos podiam chegar a 100 mil. O tremor de 7 graus na escala Richter devastou um país já arruinado pela pobreza. Se as adversidades eram frequentes, o cenário ficou ainda mais sombrio. "Acho que o Haiti volta 15 anos no tempo", afirmou ao Estado Ricardo Seitenfus, representante especial no Haiti da Organização dos Estados Americanos.


Seitenfus chegou ao Brasil na quinta-feira de férias e escapou da tragédia por pouco. O prédio da ONU, onde ele trabalhava, desabou, matando 14 pessoas. O tunisiano Hedi Annabi, chefe da missão de paz, e o vice-representante especial, o brasileiro Luiz Carlos da Costa, foram dados como mortos. O Brasil, que comanda a Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah), perdeu 11 militares. O número de soldados mortos pode aumentar, mas é, desde já, a pior baixa do Exército brasileiro desde a 2ª Guerra. Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, também foi uma das vítimas. Roseana Teresa Aben-Athar, mulher do embaixador brasileiro no Haiti, foi quem reconheceu o corpo de Zilda. O presidente dos EUA, Barack Obama, enviou equipes de resgate ao país. Luiz Inácio Lula da Silva decretou três dias de luto oficial e prometeu enviar US$ 15 milhões e 14 toneladas de alimentos. No total as contribuições de países chegavam ontem a US$ 175 milhões.

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Imagens engraçadas/curiosas - 11/01/2010


Via Knuttz/Ueba

Papel de parede do dia - 56

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28 impressionantes fotografias de um festival da lanterna

Jornal O Estado de SP em PDF, Segunda, 11 de Janeiro de 2010

Paulo Octávio é ligado a desvio de R$ 27 milhões:
Empresas do vice-governador do DF teriam burlado a Caixa - Em meio ao escândalo do "mensalão do DEM", o grupo empresarial do vice-governador do Distrito Federal, Paulo Octávio (DEM), é acusado de provocar um rombo de R$ 27 milhões aos cofres da Caixa Econômica Federal. O Ministério Público Federal entrou, há três semanas, com cinco denúncias na Justiça Federal contra as construtoras do vice-governador. O procurador da República Carlos Henrique Martins Lima cobra, entre outras coisas, a devolução do dinheiro à Caixa. Paulo Octávio é a aposta do DEM para suceder o governador José Roberto Arruda, que deixou o partido após as denúncias de corrupção no governo.
O Estado teve acesso à íntegra dessas novas ações judiciais que complicam ainda mais a vida do vice-governador, citado no inquérito sobre as fraudes no governo. No centro das investigações está o Brasília Shopping, um dos mais luxuosos da cidade, situado em área nobre da capital federal.

O Ministério Público aponta uma série de irregularidades na construção feita em parceria entre o Grupo Paulo Octávio e o Funcef, fundo de pensão dos funcionários da Caixa. Essa sociedade dura até hoje na administração do shopping. O fundo tem 105 mil associados e um patrimônio de R$ 32 bilhões. O procurador lembra que o rombo prejudica "interesses das dezenas de milhares de pessoas" que participam do Funcef. Dos R$ 27 milhões de prejuízo, R$ 14 milhões referem-se a apenas uma das cinco denúncias.
Há vários indícios, segundo a investigação, de que ex-diretores do Funcef autorizaram repasses às empresas do vice governador "como estratagema para subtrair indevidamente recursos". "É uma afronta à legalidade e à moralidade pública", afirma o Ministério Público. As apurações mostram que o Grupo Paulo Octávio e ex-diretores do fundo teriam atuado em conjunto para transferir recursos, supostamente ilícitos, do fundo para a obra do shopping, inaugurado em 1997. Pelo contrato, cada parte teria 50% de participação no negócio. No entanto, em 19 de novembro de 2009, após quatro anos de cobrança do Ministério Público, o Grupo Paulo Octávio admitiu que o Funcef repassou mais dinheiro do que deveria. "Tais pagamentos se configuram indevidos", diz a ação civil, que contou com a ajuda de auditores da própria Caixa.

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Imagens do reconhecimento da órbita lunar

ANISTIA INTERNACIONAL - Venezuela

Nolan's Cheddar

As baleeiras e ecologistas

domingo, 10 de janeiro de 2010

Imagens engraçadas/curiosas - 10/01/2010


Via Knuttz/Ueba

Jornal O Estado de SP em PDF, Domingo, 10 de Janeiro de 2010

Governo prepara revisão das concessões de ferrovias:
Só 10% da malha ferroviária brasileira, de 28 mil km, é bem aproveitada - Doze anos depois do início das privatizações, o Brasil se prepara para pôr em prática um novo acordo geral no setor ferroviário que envolve melhor uso da malha existente e extensão dos prazos de concessão das empresas. As mudanças começaram a ser desenhadas após um estudo sobre a ocupação das estradas de ferro do País. O resultado mostrou que, além de pequena (28 mil quilômetros), boa parte da malha é subutilizada. "Apenas 10% das ferrovias (3 mil km) estão plenamente ocupadas", diz o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo. Outros 7 mil km estão sendo usados abaixo da capacidade e 18 mil km são subutilizados. Um dos principais objetivos das mudanças é pôr em operação trechos abandonados ou com baixa ocupação. A pedido da ANTT, as empresas - que faturam mais de R$ 12 bilhões por ano - estão mapeando as ligações subutilizadas de sua área de atuação. As concessionárias terão a opção de continuar com os trechos ou devolvê-los ao governo.

Se permanecerem com a concessão, terão de fazer um trabalho de recuperação da malha e deixá-la apta para o transporte, avisa Figueiredo. "O que não podemos é permitir que trechos continuem abandonados, enquanto há demanda forte pelo transporte ferroviário."

Para ele, algumas áreas podem não ser viáveis para carga, mas podem ser atrativas para o transporte de passageiro ou turismo. É o caso da ligação João Pessoa (PB) - Natal (RN). "O turismo lá é forte, há um resort próximo. A malha poderia ser usada para fins turísticos. Se a empresa não quiser explorar esse tipo de serviço, ela pode devolver para o governo e ele resolve o problema fazendo nova concessão ou não."

Em São Paulo há dois trechos abandonados em negociação entre a ANTT e a América Latina Logística (ALL), a maior concessionária do País. Trata-se da ligação Panorama-Bauru e Cajati- Santos. Em ambos, diz Figueiredo, empresas procuraram a agência para reivindicar acesso ao transporte. "Precisamos resolver essa situação."

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