sábado, 23 de janeiro de 2010

Pizza : Rémi Gaillard

Faces do Haiti

Charge

WSJ - Imagens da semana - Jan. 16 - Jan. 22

Jornal O Estado de SP em PDF, Sábado, 23 de Janeiro de 2010

Petrobrás cria gigante petroquímico:
Empresa em associação com Odebrecht será a oitava do mundo e monopolizará setor plástico - Petrobrás e Odebrecht anunciaram ontem a compra da petroquímica Quattor, da família Geyer, pela Braskem. O negócio, que cria a oitava maior petroquímica do mundo, será finalizado em 120 dias. Após a incorporação, a receita bruta da Braskem chegará a R$ 25,8 bilhões, com 26 fábricas e produção de 5,5 milhões de toneladas de resinas por ano. O negócio marca o retorno do poder da Petrobrás na petroquímica, quase duas décadas após abandonar o setor. A estatal dividirá com a Odebrecht o controle da nova empresa, que deterá o monopólio na produção de resinas termoplásticas. A nova Braskem representa o passo definitivo na estratégia do governo de fomentar uma indústria com capacidade para disputar o mercado global - iniciada em 2003 por determinação da então ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff.

As novas participações de Odebrecht e Petrobrás na Braskem vão depender da aceitação dos minoritários ao aumento de capital que será realizado e que pode chegar a R$ 5 bilhões. Se não aderirem, a fatia da Odebrecht no capital total se mantém em 38,3% e a da Petrobrás sobe de 25,3% para 36%. Se a adesão for de 100%, a participação da Odebrecht cai para 34,5% e a da Petrobrás sobe para 32%.

As duas empresas se comprometeram a entrar com R$ 3,5 bilhões do aporte - R$ 1 bilhão da Odebrecht e R$ 2,5 bilhão da Petrobrás. Para realizar o negócio, criaram uma holding, a BRK Investimentos Petroquímicos, com 93,3% do capital com direito a voto da Braskem. Na holding, a Odebrecht detém 50,1% e a Petrobrás, 49,9%. Até agora, a Odebrecht tinha 62,3% do capital votante da Braskem e a Petrobrás, 31%.

Para o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, é uma chance de "compartilhar as decisões", e não atuar apenas como acionista minoritário. O acordo prevê que as decisões serão tomadas por consenso, o que garante à estatal poder de veto.

A operação inclui a compra da participação da Unipar na Quattor e mais dois ativos por R$ 700 milhões, que serão incorporados à Braskem. O anúncio era esperado desde o fim de 2009, mas esbarrava em questões como a indicação de executivos e a participação da Braskem nos empreendimentos da Petrobrás.

Formato: PDF
Tamanho: 32 Mb

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

WSJ - Imagens do dia -21/01/2010

Jornal O Estado de SP em PDF, Sábado, 22 de Janeiro de 2010

Chuvas matam mais 9 pessoas na Grande SP:
Em todo o Estado, já são 59 mortes desde o início de dezembro; de 1.º dejaneiro até agora, choveu na capital 32,5% a mais que a média histórica - Não é preciso um temporal recorde para a Região Metropolitana de São Paulo viver um dia de caos. Apesar de ter chovido menos que em 8 de dezembro, quando o transbordamento dos Rios Tietê e Pinheiros paralisou a capital, ontem, em nove horas de chuva, ruas viraram rios, bairros voltaram a sofrer com alagamentos e nove pessoas morreram na capital e nas cidades de Mauá, Ribeirão Pires e Santo André - somando 59 mortos no Estado desde 1º de dezembro. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), desde 1º de janeiro, choveu 316,9 mm em São Paulo, 32,5% a mais que a média histórica do mês, de 239 mm. Ontem, às 20h10, a capital entrou novamente em estado de atenção por causa das chuvas.
De manhã, quem saiu para trabalhar foi mais uma vez surpreendido pelo trânsito complicado em vias como as Marginais do Tietê e do Pinheiros. São Paulo registrou 121 pontos de alagamento


- 54 intransitáveis - e ficou quase isolada: apenas quem dirigia pelas Rodovias Raposo Tavares e Régis Bittencourt conseguiu entrar na capital sem transtornos.
Para especialistas em drenagem, a obra viária da Marginal do Tietê pode ter prejudicado o sistema de bombeamento e, por isso, o rio voltou a transbordar. Ontem, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) responsabilizou o "crescimento desordenado" da capital. Entre o dia caótico de dezembro e ontem, a Prefeitura tomou uma série de medidas burocráticas e algumas ações efetivas para amenizar as consequências de temporais que ainda devem se repetir ao longo do verão.

Formato: PDF
Tamanho: 26 Mb

WSJ - Imagens do dia -20/01/2010

Revista Veja - Edição 2148 / 20 de janeiro de 2010

WSJ - Imagens do dia -19/01/2010

Esquiando com estilo

Mecanico executa ex-mulher - Belo Horizonte

Papel de parede do dia - 61

Clique para ampliar

Formula Drift 2009

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Jornal O Estado de SP em PDF, Quinta, 21 de Janeiro de 2010

Oito dias depois, novo terremoto apavora Haiti:
Identificação de corpo eleva para 20 o total de brasileiros mortos - Depois de oito dias de espera aflitiva, ela finalmente veio. A réplica do terremoto do dia 12 no Haiti, anunciada pelos especialistas, ocorreu ontem pouco depois das 6h, atingindo 5,9 ponto na escala Richter, um ponto a menos que o primeiro. O tremor, que como o anterior durou alguns segundos, acabou de derrubar muitas das construções já semidestruídas e provocou pânico em Porto Príncipe. Como da primeira vez, o epicentro também ficou a sudoeste da capital, mas mais distante, a 60 quilômetros, na pequena cidade de Petit-Goâve. O terremoto derrubou oito casas na área, mas não há notícias de feridos. A maioria das pessoas nas regiões mais afetadas que ainda têm casas está dormindo nas ruas e praças, com medo de novos tremores. O policial haitiano César Henry Robert contou que estava do lado de fora da delegacia de Petit-Goâve, falando no celular, quando a terra tremeu. "Saí correndo para longe da delegacia", contou sorrindo. "Foi muito forte." Mesmo assim, não tão forte quanto o do dia 12, que, embora tenha sido a 45 quilômetros de Petit-Goâve, no bairro de Carrefour, periferia de Porto Príncipe, atingiu 7,1 na escala Richter.

"Minha casa acabou de cair hoje", disse a costureira Benite Milfort, uma das abrigadas em cerca de 20 tendas circundadas por casas destruídas sobre um morro no bairro de Cubidon, na periferia de Petit-Goâve. Ela morava na casa com quatro primos e sobrinhos, e perdeu tudo o que tinha. "Não consegui nem retirar minhas roupas", disse Benite. "Não recebemos nenhuma ajuda. Ninguém veio aqui, nem jornalistas."

A queixa foi repetida pelas outras famílias de desabrigados, em geral formadas por lavradores e vendedores ambulantes. Eles disseram que estão se alimentando de bananas e mangas, embora as fazendas produzam também arroz e milho. À pergunta sobre se tinha esperança de receber ajuda, Senise Jean-Baptiste, que vende na beira da estrada uma espécie de pastel chamado fritaille, respondeu: "Não temos escolha a não ser esperar."

A 30 km dali, na cidadezinha de Cassegna, cerca de 80 fuzileiros navais americanos cercaram um terreno, onde um helicóptero pousou com garrafas de água e caixas com arroz pronto para comer, e distribuíram para centenas de pessoas. Os americanos estão intensificando essas ações relâmpago. Na véspera, eles pousaram com ajuda e equipamentos no gramado do palácio presidencial, destruído pelo terremoto, no centro de Porto Príncipe. Mas ontem não estavam lá. "Eles só pousam e vão embora, quando precisam", explicou um policial do lado de dentro das grades.

Formato: PDF
Tamanho: 35 Mb

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Imagens engraçadas/curiosas - 20/01/201


Via Knuttz/Ueba

MPE pede a prisão da médica do caso da Gol

Publicada: 20/01/2010
Texto: Célia Silva / Foto: Arquivo JC

O Ministério Público Estadual pediu a prisão da médica Ana Flávia Pinto Silva, acusada de crime de injúria qualificada. No último dia 15, o promotor de Justiça Fábio Carballal assinou a manifestação do MPE oferecendo denúncia contra a médica. A peça foi encaminhada para a 3ª Vara Criminal e pede mais informações sobre o caso.

O promotor da Curadoria de Defesa dos Direitos Humanos e Controle Externo da Atividade Policial e Conflitos Agrários argumentou que a acusada cometeu o crime de injúria, ofendendo a dignidade ou o decoro da vítima. Na manifestação, o promotor se baseia no artigo 140, § 3º, que estabelece que se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência, a pena é de reclusão de um a três anos e multa.

Fábio Carballal argumentou ainda que a suspensão parcial do processo, conforme solicitado pela defesa, deverá ser analisada pelo Parquet, caso sejam encaminhados ao MPE elementos capazes de demonstrar a vida pregressa da acusada. Ele requereu ao Tribunal de Justiça que informe se a médica responde ou se já respondeu a algum processo criminal. Ele quer saber, também, as circunstâncias em que Ana Flávia foi posta em liberdade.

Os fatos que levaram Ana Flávia e o funcionário da empresa aérea Gol à Justiça aconteceram na madrugada do dia 26 de outubro do ano passado. Segundo os autos, a médica teria se descontrolado emocionalmente e agredido Diego José Gonzaga dos Santos, chamando-o de “imbecil safado” e “nego morto de fome”, após ter perdido o horário de embarque no voo que seguiria em lua-de-mel para a Argentina.

“Você não é gente, você tá me causando um prejuízo de R$ 10 mil, seu imbecil safado. Olhe, eu sou médica; tomara que um dia você precise de mim, porque no que depender de mim você morre (...) quem vai pagar? Esse cachorro? Esse bando de analfabeto morto de fome que não tem dinheiro nem pra comprar feijão pra comer? (...) Esse nego morto de fome?”, disse Ana Flávia, em diálogo reproduzido nos autos. O promotor de Justiça arrolou a vítima, o policial que conduziu a todos à delegacia, o marido da médica e outros funcionários da Gol.
Fonte Jornal da Cidade

Ouro

AIDS Grafite

Revista Época | 15 de Janeiro 2010 | Edição Nº 609

WSJ - Imagens da semana - Jan. 10 - Jan. 15

Papel de parede do dia - 60

Clique para ampliar

Chainlink extreme 4x4

Animação - TACHAAAN!

Jornal O Estado de SP em PDF, Quarta, 20 de Janeiro de 2010

EUA e ONU ampliam força militar no Haiti:
Americanos desembarcam no palácio presidencial - Numa cena carregada de simbolismo, cerca de 20 helicópteros Black Hawk aterrissaram ontem no gramado do palácio presidencial em Porto Príncipe, destruído pelo terremoto do dia 12, desembarcando soldados americanos, equipamento e caixas com garrafas de água e alimentos. A tomada do palácio reavivou lembranças da ocupação americana do Haiti (1915-34) e ao mesmo tempo esperanças de maior distribuição de alimentos e imposição da ordem na capital, assolada por saques. A expectativa foi reforçada por decisão da ONU de enviar reforços de 3,5 mil militares e policiais. Agarrados às grades que circundam o palácio desocupado, centenas de haitianos saudaram os soldados americanos: "Grande! Ouça-os chegando." Outros criticaram a sua presença. "Não os vi distribuindo comida no centro da cidade, onde o povo necessita urgentemente de água, alimentos e medicamentos. Isso parece mais uma ocupação", disse aos repórteres o estudante Wilson Guillaume, de 25 anos. Depois do terremoto, o presidente René Préval instalou seu gabinete numa delegacia de polícia perto do aeroporto.

"Não gostaríamos de ver o desembarque militar estrangeiro em nosso país, mas, dada a terrível situação em que nos encontramos, a presença deles é necessária", ponderou Moline Augustin, que observava o movimento do lado de fora do palácio. "Estamos felizes que eles tenham chegado porque temos muitos problemas", disse o cabeleireiro Fede Felissaint. "Se quiserem, que fiquem por mais tempo do que em 1915."

Mais de 11 mil militares americanos estão no Haiti, em embarcações na costa ou a caminho do país. Os EUA afirmam que a principal missão dos soldados é humanitária, para participar e ajudar a proteger a enorme operação internacional de ajuda humanitária para as vítimas do terremoto. No entanto, comandantes americanos também têm dito que estão preparados para impor a segurança na capital, caso necessário. O comando das forças da ONU está a cargo do Exército brasileiro, que contribui com 1,3 mil dos 7 mil soldados da missão de paz.

Na segunda-feira, paraquedas levando 14,5 mil caixas de alimentos e 15 mil litros de água foram lançados por helicópteros americanos em uma área a 8 quilômetros do aeroporto de Porto Príncipe.

O Conselho de Segurança da ONU aprovou ontem por unanimidade um contingente extra de 2 mil militares e 1,5 mil policiais. Esses últimos se incorporarão à força policial internacional, que já conta com 2,1 mil integrantes. O reforço é destinado a conter os saques, que muitas vezes atrasam a distribuição da ajuda enviada, além de causar tumultos e violência na capital. O terremoto matou mais da metade dos 4,5 mil policiais haitianos, que foram reduzidos a 2 mil.

Formato: PDF
Tamanho: 20 Mb

Trailer - IMAX Hubble 3D

Revista Viva Mais | 11 de dezembro 2009 | Ed.Nº 532

Cuidado com a manguaça

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Imagens engraçadas/curiosas - 19/01/2010


Via Knuttz/Ueba

WSJ - Imagens do dia -14/01/2010

Jornal O Estado de SP em PDF, Terça, 19 de Janeiro de 2010

Desorganização impede que socorro chegue a haitianos:
Violência cresce e ONU adverte que só recebeu 9% dos recursos anunciados - A polícia haitiana e as forças da ONU perderam ontem o controle sobre os saqueadores e criminosos em Porto Príncipe. O que antes eram dezenas de pessoas transformou-se ontem em ondas de centenas, talvez milhares, arrancando dos escombros das lojas tudo o que podiam, enquanto gangues armadas voltaram a ocupar território na Cité Soleil e em outras favelas da capital - num retrocesso de vários anos, desde que as forças da ONU, sob o comando brasileiro, conseguiram a duras penas debelá-las, em 2006. O principal foco da ação dos saqueadores é o cruzamento da Grande Rue com a Rue de la Fontfort, onde fica o antigo Mercado de Ferro, um prédio com forma de estação de trem, cuja estrutura metálica foi arrancada de seu alicerce pelo terremoto de terça-feira. Crianças, jovens, adultos, velhos, homens e mulheres vasculhavam as lojas à procura de qualquer coisa - alimentos, produtos higiênicos, cosméticos, ferragens, material de escritório - antes à venda no centro comercial.


Do alto de um prédio, alguns homens jogavam caixas pela janela, que eram agarradas pela multidão na rua. Centenas de pessoas se esgueiravam entre os escombros, pisando sobre os instáveis blocos de concreto, amontoados sobre cadáveres, que exalam um forte cheiro. Até mesmo em um prédio pegando fogo alguns mais ousados desviavam das chamas à cata de algo de valor. Os saqueadores chegavam com sacos, caixas e até malas para o transporte do que encontrassem.

Homens com pedaços de pau atacavam os saqueadores que reuniam os produtos mais atraentes, que por sua vez se juntavam e enfrentavam, desarmados, os assaltantes. Em geral, os saqueadores andavam em grupos de parentes e amigos. Caminhonetes com rapazes na carroceria passavam a toda velocidade pela Grande Rue, a principal avenida comercial do centro, buzinando e brandindo pedaços de pau.

Cerca de 20 policiais haitianos circulavam em caminhonetes, assistindo, impotentes. O terremoto, que segundo se estima pode ter matado 200 mil pessoas, reduziu pela metade o contingente da polícia. Quando os conflitos entre assaltantes e saqueadores se tornavam mais violentos, os policiais davam tiros para o alto com espingardas calibre 12. Os disparos faziam a multidão dispersar-se por alguns instantes, mas em seguida a atividade era retomada. Para os mais renitentes, eles apontavam as armas. Duas pessoas foram mortas a tiros no local, no domingo.

Formato: PDF
Tamanho: 28 Mb

Hot Bike - Março 2010

A situação no Haiti

Papel de parede do dia - 59

Clique para ampliar

Revista Boa Forma | Claudia Leitte | Janeiro 2010

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010