sábado, 27 de fevereiro de 2010

O Estado de SP em PDF, Sábado, 27-02-10

Os EUA levarão ao governo brasileiro um recado:
É um “erro” o Brasil não apoiar sanções contra o Irã no Conselho de Segurança da ONU, disse o principal diplomata de Washington para a América Latina, Arturo Valenzuela. A secretária de Estado, Hillary Clinton, vai subir o tom em sua visita a Brasília na quarta-feira, nos encontros com o presidente Lula e com o chanceler Celso Amorim. Hillary vai insistir na necessidade de unidade internacional para pressionar o Irã. “Queremos que os brasileiros sejam mais enérgicos com os iranianos”, disse Valenzuela. “Se o Brasil não usar seu relacionamento com o Irã para pressionar os iranianos a cumprir suas obrigações, vamos ficar decepcionados.” O Irã é fonte de irritação nas relações entre Brasil e EUA – Lula recebeu seu colega iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, e deve retribuir a visita em maio. Lula comentou a pressão americana: “Eu vou visitar o Irã e não tenho de prestar contas a ninguém, a não ser ao povo brasileiro”. (págs. 1 e A20)

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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Revista Info Fevereiro 2010

Jornal O Estado de SP em PDF, Quarta, 24 de Fevereiro de 2010

Paulo Octávio sai, mas crise continua:
Em meio a escândalo, renúncia do interino do DF amplia possibilidade de intervenção federal - Depois de redigir duas cartas de renúncia no espaço de uma semana, o governador em exercício Paulo Octávio afastou-se ontem do comando do Distrito Federal. Envolvido no escândalo do "mensalão do DEM" e isolado pelo próprio partido, Paulo Octávio disse "não ser possível governar sangrando em praça pública". Com a renúncia, assumiu o deputado distrital Wilson Lima (PR), tornando-se o terceiro governador a ocupar o posto em menos de duas semanas.

A decisão de renunciar estava tomada desde quinta-feira. Na mensagem de renúncia, lida pelo presidente da Câmara, Cabo Patrício, do PT, Paulo Octávio afirma que sua decisão se deveu, em parte, à pressão do DEM, que não lhe garantiu sustentação política. Poucos minutos antes de deixar o governo, Paulo Octávio pediu desfiliação da legenda. Na semana passada, o vice redigira uma primeira carta de renúncia, mas recuou, imaginando que conseguiria construir sua sustentação. Não conseguiu.

O DEM pediu a seus filiados que abandonassem os cargos que ocupavam no governo do DF logo após o governador eleito, José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM), ter sido preso pela Polícia Federal, no último dia 11, por obstrução às investigações sobre o esquema de corrupção local do qual ele seria chefe e Paulo Octávio beneficiário. Segundo Paulo Octávio, a indisposição dos outros partidos em fazer parte de um governo de "coalizão" também foi determinante para a renúncia.

"Permanecer no cargo, nas circunstâncias que chamei de excepcionais, exigiria a criação de condições também excepcionais. Imprescindível contar com apoio político suprapartidário para que todas as forças vivas do DF, juntas, pudessem superar a perspectiva de intervenção federal. E, não menos importante, teria que receber respaldo de meu partido", afirma Octávio na carta (veja íntegra abaixo).

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Papel de parede do dia - 79

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Jornal O Estado de SP em PDF, Terça, 23 de Fevereiro de 2010

Cúpula apoia reivindicação argentina sobre Malvinas:
Em meio a reunião latino-americana, britânicos começam a explorar petróleo - A presidente argentina, Cristina Kirchner, obteve ontem em Cancún, no México, o respaldo dos presidentes latino-americanos e do Caribe para pedir à Grã-Bretanha a devolução das Ilhas Malvinas à Argentina. "Vamos insistir em nossa reivindicação", afirmou Cristina, perante 33 presidentes da região que participaram da reunião de cúpula. Mas, enquanto Cristina discursava, no Atlântico Sul, a 100 quilômetros das Malvinas, operários da companhia Desire Petroleum ignoravam os apelos latino-americanos e começavam a exploração do solo marítimo. Ali esperam encontrar petróleo, o pivô da nova crise diplomática e comercial entre Buenos Aires e Londres.

Cristina, porém, defendeu "a vocação pacífica" da Argentina, acrescentando que suas Forças Armadas "só participam de exercícios conjuntos de paz em Haiti, Chipre, ordenados pela ONU". E emendou: "Não estamos no Afeganistão, não estamos no Iraque, nos opusemos a qualquer tipo de ocupação, a qualquer tipo de violação do direito internacional, pois acreditamos que isso cria um mundo cada vez mais inseguro, mais perigoso, mais fragmentado."


A posição brasileira também é de defesa de reintegração das Ilhas Malvinas à Argentina (mais informações nesta página). O discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estava sendo aguardando, repetindo a linha adiantada no dia anterior, pelo seu assessor internacional, Marco Aurélio Garcia, de que o País defenderá a sua posição histórica de "solidariedade com a Argentina" e "as Malvinas têm de ser reintegradas à soberania argentina".

Durante a reunião da Cúpula América Latina e Caribe (Calc), os presidentes aprovarão um documento de "respaldo aos legítimos direitos da Argentina na disputa da soberania com a Grã-Bretanha relativa à questão das Malvinas".

O arquipélago, ocupado pelos argentinos durante 13 anos (entre 1820 e 1833), e em mãos britânicas há 177 anos (desde 1883), é reivindicado como "território argentino" por Buenos Aires. Cristina quer impedir a exploração petrolífera das ilhas, já que considera que as riquezas naturais do arquipélago pertencem à Argentina.

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Papel de parede do dia - 78

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Globo Repórter (19/02/2010) - Os Melhores Alimentos do Verão.

WSJ imagens da semana - 15/02 - 19/02/10

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Jornal O Estado de SP em PDF, Domingo, 21 de Fevereiro de 2010

Indicada pré-candidata do PT, Dilma prega Estado forte:
Ministra rejeita ‘aventuras’ na economia e faz promessas na área social - Aclamada ontem como pré-candidata do PT à Presidência, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, encarnou o pós-Lula e ensaiou o discurso de sua campanha. No encerramento do 4.° Congresso Nacional do PT, preparado para sacramentar sua candidatura e aprovar as diretrizes do programa de governo, Dilma pregou o fortalecimento do Estado, mas fez questão de defender com todas as letras a preservação da estabilidade econômica, com manutenção do equilíbrio fiscal, controle da inflação e câmbio flutuante. "Não haverá retrocesso nem aventuras", avisou a ministra no ato político que também comemorou os 30 anos do PT. "Mas podemos avançar muito mais e muito mais rapidamente." Atrás dela, um painel com sua foto ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva exibia a inscrição "Com Dilma, pelo caminho que Lula nos ensinou".
Vestida de vermelho, a cor do PT, a chefe da Casa Civil falou por uma hora em um salão decorado com estrelas, logo após Lula apresentá-la como herdeira para a plateia, assumindo o papel de avalista da candidatura. "Eleger a Dilma é a coisa mais importante do meu governo", disse. "Eleger a Dilma não é secundário para o presidente da República: é a coisa prioritária na minha vida neste ano."
Lula não escondeu a emoção ao apresentar a ministra. Contou que a conheceu quando ela foi secretária de Energia do Rio Grande do Sul no governo de Olívio Dutra (1999-2002), fato que muitos petistas não sabiam. Depois, teceu elogios à sua capacidade de trabalho, dedicação e solidariedade nos momentos difíceis, como na crise do mensalão, que, no seu diagnóstico, não passou de um "golpe" contra o Palácio do Planalto.
O presidente recomendou à candidata que esteja pronta para responder aos ataques da oposição na campanha. "Vão dizer que a Dilma vai ser estatizante. Se prepare", afirmou, olhando para a ministra. "Isso não é ruim, não. Isso é bom." Logo depois, porém, emendou: "Claro que você não vai querer estatizar borracharia, bar, pizzaria, cervejaria. Mas aquilo que for estratégico, não estiver funcionando e precisar colocar para funcionar, a gente não tem que ter medo de tomar decisões importantes para o nosso país."

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Cadernos: Automóvel e Imóvel (Muito pesado para ficar junto do principal)
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Baterista de rua porreta - Um dos melhores que já vi.