sábado, 17 de abril de 2010

Programa Olhar Digital - Programa 261 - 11/04/2010

Papel de parede do dia - 106

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O Estado de SP em PDF, Sábado, 17-04-10

Nuvem de cinzas não se dissipou e caos aéreo continua na Europa: Sem previsão. De acordo com pesquisadores islandeses, atividade vulcãnica aumentou e não mostra sinais de que terminará tão cedo. Foto: Olafs / EFE
Associated Press, LONDRES - Uma interminável nuvem de cinza vulcânica obrigou as autoridades europeias a ampliarem as restrições quanto ao uso do espaço aéreo neste sábado, 17.
Pesquisadores islandeses advertem que a atividade vulcânica aumentou e não mostra sinais de que terminará tão cedo, o que pode gerar mais problemas e caos nos aeroportos.
Apesar da coluna de cinzas e fumaça, um vento do norte liberou a visibilidade o suficiente para que os cientistas pudessem sobrevoar o vulcão neste sábado.

Eles pretendem observar qual foi a quantidade de gelo derretido para que possam calcular durante quanto tempo mais a erupção vai expelir cinzas.Como o vulcão está localizado debaixo de um densa camada de gelo glacial, o magma se esfria rapidamente provocando explosões e colunas de cinza que podem ser catastróficas para os motores dos aviões se os ventos de agora se mantiverem como estão.

"A atividade tem sido bastante vigorosa durante toda a noite, o que provoca o aumento da coluna de explosão", disse o geólogo islandês Magnus Tumi Gudmundsson em entrevista à agência AP neste sábado, 17.

"É a mescla de magma com água que está provocando as explosões. Infelizmente, ao que parece não há um final à vista", acrescentou.

Uma ampla nuvem de cinzas e pó se estende por alguns pontos da Europa ocidental, provocando cancelamento dos voos de sábado e alguns de domingo.

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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Imagens engraçadas/curiosas - 16/04/2010

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Terremoto em Yushu, China

Papel de parede do dia - 105

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O Estado de SP em PDF, Sexta, 16-04-10

Conflito agrário cresce no governo Lula:
Confrontos por terra tornaram-se mais frequentes no governo Lula
Questão agrária. De acordo com estudo divulgado ontem pela Comissão Pastoral da Terra, foi de 929 a média anual de conflitos registrados entre os anos de 2003, quando presidente assumiu o primeiro mandato, e 2009. Era FHC registrou índice de 800. Nos últimos 25 anos, o período com o maior número de conflitos agrários no País foi o do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com estudo divulgado ontem pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), a média anual de conflitos registrados entre 2003, quando Lula assumiu, e 2009 chegou a 929.
O recorde anterior havia sido observado no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, com a média de 800 conflitos por ano. "O período entre 2003 e 2009 é claramente o de maior conflitividade desde o início da redemocratização do País, em 1985", disse o geógrafo Carlos Walter Porto-Gonçalves, pesquisador da Universidade Federal Fluminense e autor do estudo que aponta o grau de tensão no campo em diferentes fases da história recente do País.

Assessor do setor de documentação da CPT, Porto-Gonçalves lastreou seu trabalho em séries estatísticas produzidas pela instituição. Para fazer sua análise, ele dividiu a história recente do País em cinco períodos - de acordo com ciclos de ações dos movimentos sociais e da vida democrática. O primeiro, de 1985 a 1990, é o período imediatamente após a ditadura militar, quando a violência no campo atinge o maior volume de assassinatos já registrado na história recente. Foram quase 130 mortes por ano naquela época, quando existia uma grande expectativa de mudança, em meio aos debates da Assembleia Constituinte.

No segundo período, de 1991 a 1995, a democracia se consolida e os movimentos de sem-terra ganham força. O terceiro período dura de 1996 a 2000. É quando, sob o governo de Fernando Henrique Cardoso, os sem-terra se tornam mais ousados e promovem a maior onda de invasões de terras já registrada.

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Perturbador vulcão da Islândia

WSJ - Imagens da semana - 12 a 16 - Abril

Clima Abril

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Imagens engraçadas/curiosas - 15/04/2010

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O Estado de SP em PDF, Quinta, 15-04-10

Base votará a favor de reajuste de 7,71% de aposentadorias:
Líder do governo diz que o presidente Lula vai avaliar o impacto da medida e poderá vetá-la - Os partidos da base se rebelaram contra o governo e anunciaram o voto a favor de um reajuste de 7,71% para as aposentadorias acima de um salário mínimo pagas pela Previdência Social, contrariando os 7% autorizados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os líderes aliados fecharam acordo para a aprovar o mesmo porcentual na Câmara e no Senado e, assim evitar o desgaste político de uma das Casas ficar com a imagem de mais generosa que a outra em ano eleitoral. O líder do governo na Câmara e relator da medida provisória (MP) dos aposentados, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), anunciou no plenário que, em seu parecer, aumentará a correção de 6,14%, prevista no texto original, para 7%. A votação foi acertada para dia 27 de abril.
Durante todo o dia de ontem, Vaccarezza tentou, sem sucesso, um acordo com os demais líderes da base. Em reunião no fim da tarde, os senadores deixaram claro que não aceitavam um índice menor que 7,71%. Vaccarezza reafirmou a posição do governo, mas os demais líderes da Câmara seguiram os senadores.

"O que o presidente Lula me autorizou foi 7%. Se for aprovado qualquer aumento maior, o presidente deverá vetar, por conta da responsabilidade fiscal", disse Vaccarezza. Pela manhã, em audiência na Câmara, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que vai recomendar a Lula o veto a qualquer reajuste maior que 6,14%. A afirmação do ministro não foi levada a sério por deputados.

Ganho real. O ministro argumentou que o reajuste de 6,14% já garante o ganho real aos beneficiários da Previdência. "Vamos indicar ao presidente o veto, caso haja proposta com valor maior." Alguns parlamentares consideraram que Mantega fez o jogo para pressionar um acordo no índice de 7%.

Além de Vaccarezza, o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, em nome do presidente, também garantiu a concessão do porcentual de 7%....

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Revista Veja | Edição 2160 | 14 de abril de 2010

Papel de parede do dia - 104

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Revista SuperBike - Junho 2010

Revista Mundo Estranho - Ed.98 - Abril 2010

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Imagens engraçadas/curiosas - 14/04/2010

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Viagem a estação internacional espacial

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Papel de parede do dia - 104

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O Estado de SP em PDF, Quarta, 14-04-10

Lula pede pelo Irã, mas Obama ignora: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro-ministro turco, Recep Erdogan, pediram ao presidente americano, Barack Obama, para que seja dado mais tempo ao Irã antes de se recorrer a sanções contra o programa nuclear iraniano. Lula e Erdogan reuniram-se por 15 minutos com Obama, ao final do encontro bilateral entre os líderes turco e americano.
O encontro com Lula, à margem da cúpula nuclear que terminou ontem em Washington, não estava previsto. "Acreditamos que ainda dá tempo de chegar a uma solução negociada", disse o chanceler Celso Amorim, acrescentando que Obama reagiu de forma positiva, dizendo que "muita coisa já foi tentada, mas ele não vê nada negativo em tentar uma solução negociada".

Mas, em declarações públicas, Obama não se mostrou disposto a acolher a proposta turco-brasileira de solução negociada. Na entrevista que concedeu ao final da conferência, Obama voltou a afirmar que os EUA querem que as sanções "avancem rapidamente e de forma agressiva" - sua ideia é que a ONU adote sanções antes de junho. Contrariando a proposta de Brasil e Turquia, Obama disse que a negociação se dá em "caminhos paralelos" e "as sanções são parte disso". "Muitos países têm relações com o Irã e nós entendemos, mas eu disse ao (presidente chinês) Hu Jintao e outros países: as palavras precisam significar alguma coisa, se ficarem zombando repetidamente das obrigações do Tratado de Não-Proliferação, é importante que haja consequências", disse Obama.

Lula estará em Teerã em 16 de maio. Segundo Amorim, Turquia e Brasil seriam especialmente qualificados para intermediar a questão iraniana, porque os dois países "têm boas relações com o Irã". O País defende que se tente novamente um acordo nos moldes do proposto no ano passado pela Agência Internacional de Energia Atômica, segundo o qual o Irã entregaria seu urânio para ser enriquecido em outro país (Rússia ou França, por exemplo).

O Brasil também ironizou o suposto apoio da China às sanções. "Só sabemos como a China se sente em relação às sanções por meio da Casa Branca e do porta-voz do Departamento de Estado", ironizou o ministro

Em relação ao acordo para a abertura de uma linha de crédito entre os bancos centrais do Irã e do Brasil, anunciado em Teerã na segunda-feira, o Itamaraty disse que ele não viola nenhuma norma. "O que existe hoje são sanções unilaterais, de cada país, que desrespeitam o direito internacional", disse ao Estado uma fonte do Itamaraty.

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Backflips no helicópetero da Red Bull

terça-feira, 13 de abril de 2010

Imagens engraçadas/curiosas - 13/04/2010

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Revista Shape -Deborah Secco

Papel de parede do dia - 103

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O Estado de SP em PDF, Terça, 13-04-10

Brasil desafia pressões e garante crédito ao Irã: linha de crédito para exportações - Negócio polêmico. Enquanto potências afinam posições para o estabelecimento de sanções, ministro Miguel Jorge lidera comitiva de 80 empresários em Teerã e negocia com Ahmadinejad financiamento para a compra de produtos brasileiros. Enquanto em Washington representantes de 47 países debatem formas de conter a proliferação nuclear, Brasil e Irã decidiram fechar, dentro de um mês, um acordo para driblar a pressão das sanções do Conselho de Segurança das Nações Unidas contra Teerã que deve aumentar com a provável adoção de sanções.
O entendimento foi alvo de negociações ontem em Teerã, durante o primeiro dia da visita do ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, acompanhado por 80 empresários brasileiros. O ministro deve se reunir hoje com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, para falar também de investimentos nacionais no país.

A ideia dos dois governos é estabelecer, até o início de maio, um acordo para permitir linhas de crédito entre os dois países que possam financiar exportações brasileiras ao mercado iraniano. Em grande parte dos casos, exportações são financiadas por bancos privados.

Os bancos que oferecem linhas de crédito temem que um maior envolvimento no comércio com o Irã possa ser prejudicial a seus interesses nos EUA. O acordo deve ser fechado nas próximas semanas e assinado durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Irã, em maio.

A avaliação do governo é a de que, com uma linha de crédito direta entre os dois países criada pelos bancos centrais, o comércio bilateral possa ganhar novas dimensões.

Atualmente, as exportações brasileiras ao Irã chegam a US$ 1,2 bilhão. Mas os iranianos dizem que este número pode ser 40% maior, já que eles consideram que quase metade do comércio entre os dois países ocorre por meio de uma triangulação no porto de Dubai. Do Brasil, portanto, a mercadoria sairia como exportação para os Emirados Árabes. Lá, ela seria enviada a Teerã, reduzindo a visibilidade das empresas que negociam com o Irã. O tema da linha de crédito foi alvo do debate de ontem da comissão criada entre os dois governos para repassar os temas bilaterais. O tema foi tratado pelo secretário executivo do MDIC, Ivan Ramalho, que também faz parte da delegação.

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Revista Nova Escola - Ed.Especial - Março 2010

segunda-feira, 12 de abril de 2010

O Estado de SP em PDF, Segunda, 12-04-10

'Dilma é uma grande incógnita', diz Aécio: Ex-governador de Minas Gerais que deixou o cargo com popularidade recorde, Aécio Neves perdeu para o paulista José Serra o posto de pré-candidato do PSDB a presidente, mas não cultiva mágoa ou despeito. Certo de que a presidenciável petista Dilma Rousseff "é uma grande incógnita", Ele quer começar a campanha de Serra por Minas Gerais, como pré-candidato ao Senado e sem falar em vice. Os dois vão se reunir neste início de semana para marcar a data. Aécio vai propor dia 19.

"Condicionei meu descanso primeiro ao lançamento da candidatura no dia 10, e agora por mais nove dias", conta Aécio, que só sairá em férias depois de pedir voto aos mineiros. "Acho que a ida a Minas, no início de sua caminhada, tem o simbolismo de demonstrar a proximidade pessoal nossa, e de Minas e São Paulo, nesta eleição", avalia. Ao mesmo tempo, porém, o tucano adverte que não promete vitória a Serra. "Prometo o empenho. Ninguém induz o voto do eleitor, que é livre para fazer suas escolhas", diz Aécio, em entrevista ao Estado. "Vou tentar demonstrar que, para Minas e para o Brasil, a eleição de Serra é muito melhor."

O que o senhor achou do discurso de lançamento de José Serra?

Foi um discurso conceitual. Ele precisava abordar vários temas, fez críticas objetivas à ação do governo - jamais pessoais, o que achei muito positivo. Eu procurei falar antes dele, para superar constrangimentos de setores do PSDB que se atemorizam com a proposta do debate FHC x Lula.

Há razão para temer comparação? Ao contrário. Vamos para o embate. O PT comete o equívoco de restringir sua existência aos oito anos de governo Lula. Vamos reconstruir as nossas trajetórias e ver quem contribuiu mais para que chegássemos aonde estamos hoje. Não tenho dúvida de que nós do PSDB sempre tivemos muito mais generosidade para com o País do que o PT. Busquei despersonalizar a disputa, refazer o passado. A partir daí vamos discutir o presente.

Seu discurso de oposição, no lançamento, foi em tom acima do habitual.

Oposição ao PT, porque acho importante que o Brasil saiba qual é e qual foi a postura do PT nos momentos mais graves até aqui. O que me incomoda é ver o PT tentando vender aos brasileiros a ideia de que o Brasil das virtudes e do desenvolvimento foi construído por eles, quando, em vários momentos cruciais, eles preferiram priorizar o projeto partidário ao nacional. Negaram voto a Tancredo, apoio a Itamar Franco, porque Lula já aparecia em posição boa nas pesquisas para presidente, e na construção da estabilidade, no governo FHC.

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Papel de parede do dia - 102

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Revista Veja | 07 de Abril de 2010 Edição 2159