sábado, 11 de setembro de 2010

Imagens engraçadas/curiosas - 11/09/2010

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Via Knuttz/Ueba

Papel de parede do dia - 212

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Açúcares do bem e do mal: será que isso existe?

Dependendo do tipo e da dosagem ingerida, ele pode comprometer sua saúde

É notória a nossa impossibilidade de consumir apenas alimentos naturais. Este é um caminho sem volta, marcado pela correria da modernidade, onde a falta de tempo para cozinhar é a regra geral.

Na tentativa de buscar produtos mais saudáveis, mesmo que industrializados, observamos os rótulos, que deveriam informar de forma clara e legível, todos os nutrientes que compõem aquele alimento, pois, assim, saberíamos o quanto de sódio, gordura saturada e hidrogenada contém cada item que colocamos em nosso carrinho de compras e saí entra a preocupação com o açúcar.

Apesar da obrigatoriedade da discriminação do total de açúcar nos rótulos dos alimentos, não sabemos ainda que tipo de açúcar é esse. Nos últimos tempos, o bom e velho açúcar refinado e cristal, proveniente da cana de açúcar ou da beterraba, perdeu seu espaço e cedeu lugar a um produto que a indústria chama de "xarope de milho rico em frutose", cuja sigla em inglês - HFCS - é muito conhecida dos profissionais de Nutrição e dos engenheiros de alimentos.

Pois bem, esse xarope é mais barato, mais doce, mais solúvel nos alimentos e de mais fácil estocagem que o açúcar tradicional. Além disso, ele tem um poder adoçante maior do que o açúcar, podendo ser utilizado em quantidades proporcionalmente menores para alcançar um mesmo poder adoçante.

Com todos esses atributos, é fácil compreender o porquê ele desbancou a sacarose em praticamente todos os segmentos dos alimentos industrializados na América do Norte.

No Brasil e na Europa, a sacarose, proveniente da cana de açúcar, ainda mantém seu espaço e continua sendo o açúcar preferencialmente utilizado pela indústria para adoçar seus alimentos, pois nesses locais, ele é mais barato do que a frutose.

O que é frutose?
A frutose, presente no xarope utilizado para adoçar os alimentos, é o mesmo açúcar encontrado nas frutas. Mas o fato preocupante é que a concentração desse açúcar é tão elevada na maioria dos produtos industrializados que é impossível não exceder às recomendações diárias de consumo dessa forma de carboidratos.

Nos Estados Unidos, o consumo médio de açúcar representa de 25 a 30% do total calórico ingerido diariamente, ultrapassando em muito os 7% recomendados para uma dieta saudável. Quase todo esse açúcar é adicionado aos alimentos sob a forma de xarope de frutose.

Atualmente, quase tudo que se fabrica em termos alimentares nos Estados Unidos tem lá sua parcela de xarope de milho rico em frutose.

Os refrigerantes, pães, bolos, mufins, molhos como os de tomate, sucos de frutas e de soja, cervejas, iogurtes, cereais matinais e barras de cereais, tortas doces e sobremesas, hambúrgueres e até as sopas industrializadas.

Relação entre açúcar e obesidade
A coincidência do aumento dos casos de obesidade, principalmente entre crianças e adolescentes, nos Estados Unidos, com a opção da indústria de comercializar alimentos ricos em frutose, tem chamado a atenção de grande parte dos estudiosos de Nutrição para a possibilidade de causa e efeito entre eles.

Aparentemente, a frutose age no fígado aumentando a produção de gorduras chamadas triglicérides, que inunda esse órgão e chega em grande quantidade à corrente sanguínea. Assim, consumir comidas e bebidas batizadas com HFCS equivale a comer uma refeição altamente gordurosa.

Ao fazer isso, não apenas ingerimos mais calorias, como também armazenamos mais dessas calorias sob a forma de gorduras.

Isso também ocorre, sem dúvida, quando consumimos açúcar da cana e beterraba, em grandes quantidades, mas com o HFCS da indústria americana, as alterações no peso corporal têm sido muito mais intensas, provavelmente devido ao maior teor de frutose concentrada no xarope.

O problema em potencial é muito maior, os relatos nos dão conta de que esse tipo de açúcar poderia estar relacionado com a epidemia de esteatose hepática (fígado gorduroso) e diabetes relacionada a uma maior resistência à ação da insulina.

Isso poderia ocorrer pela ação específica desse tipo de açúcar utilizado no preparo dos alimentos, mas, com certeza, pode ocorrer também devido ao grande volume de açúcar, ingerido em idades a cada dia mais precoces, conferindo a essas crianças grande quantidade calórica de açúcares de absorção rápida.

Um outro exemplo...
Quando a indústria de alimentos desenvolveu a gordura trans ou hidrogenada, ela também era mais barata e mais prática, do ponto de vista de estocagem e durabilidade dos alimentos, conferia, ainda, uma aparência saudável aos alimentos e melhorava o seu sabor.

Este tipo de gordura também foi desenvolvido com a boa intenção de substituir a deletéria gordura saturada. Demorou muito para descobrirmos e convencermos os órgãos de vigilância sanitária e a própria indústria de que a gordura trans era muito mais perigosa do que a gordura saturada, sendo responsável pelo aumento considerável do risco cardiovascular de seus consumidores.

Agora, levanta-se a possibilidade de estarmos diante de um fato semelhante com os açúcares. Podemos estar ingerindo não apenas açúcar demais, mas açúcares do mau.

Que tipo de açúcar você consome?
Apesar da rotulagem dos alimentos vir melhorando muito nos últimos anos, é importante que se defina para os açúcares a mesma regra definida para as gorduras: os rótulos de todos os alimentos devem descrever quais açúcares foram utilizados no preparo dos mesmos.

Isso nos ajudará a entender melhor a relação entre o consumo de açúcar e as doenças crônicas no Brasil, que, a cada ano, alcançam pessoas de faixas etárias mais precoces.

Com esta informação em mãos, poderíamos, inclusive, propor a redução do consumo de alimentos industrializados, principalmente por crianças.
Fonte: Minha Vida

Jornal O Estado de SP em PDF, Sabado, 11 de Setembro de 2010

PF prende políticos aliados de Lula e Sarney no Amapá:
Um governo inteiro atrás das grades e sob investigação por corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro, ocultação de bens, tráfico de influência, fraude em licitações públicas e formação de quadrilha. Esse foi o saldo final da Operação Mãos Limpas que a Policia Federal deflagrou no Amapá, na madrugada de ontem, quando prendeu o governador Pedro Paulo Dias (PP), que é candidato à reeleição, e o ex-governador Waldez Góes (PDT), que disputa vaga no Senado.

Ambos têm apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. O ex-governador também é aliado do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

Ao todo, a PF prendeu 18 pessoas com autorização do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), João Otávio de Noronha, que preside o inquérito desde que as investigações, iniciadas em agosto de 2009, alcançaram a cúpula do Estado. O governo foi entregue ontem ao presidente do Tribunal de Justiça (TJ) do Amapá, o desembargador Dôglas Evangelista Ramos.

O terceiro na linha sucessória, o presidente da Assembleia Legislativa, Jorge Amanajás (PSDB), está impedido de assumir o Executivo porque concorre ao governo do Estado, mas também foi alvo de um mandado coercitivo - obrigado a acompanhar a PF, submetido a interrogatório e liberado em seguida.

A Operação Mãos Limpas detectou que, sob o comando do próprio governador Pedro Dias, que era vice de Waldez antes deste se desincompatibilizar para concorrer ao Senado, a máquina do Estado era dominada por uma quadrilha de altos funcionários que fraudavam 9 em cada 10 licitações, superfaturando os contratos, cobrando e distribuindo propinas abertamente.

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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Imagens engraçadas/curiosas - 10/09/2010

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Jornal O Estado de SP em PDF, Sexta, 10 de Setembro de 2010

BC indica que juro não deve subir no primeiro ano de governo:
Banco Central indica que não deve elevar juros este ano nem em 2011
Ata da reunião do Copom da semana passada dá sinais de que a inflação ficará no centro da meta (4,5%) até o próximo ano - O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, mandou ontem uma mensagem clara ao mercado: a inflação converge para o centro da meta em 2010 e em 2011 e, se não houver alterações bruscas, não é necessário elevar a taxa de juros. Segundo o "Estado" apurou, aumentaram as chances de que os juros recuem em 2011, primeiro ano do novo governo. Há pouco mais de uma semana, o Copom manteve a Selic em 10,75% ao ano.

Analistas de bancos e consultorias consideraram a ata da última reunião do Copom, divulgada ontem, uma das mais "contundentes". Na avaliação dos economistas, a ata foi escrita para dirimir as dúvidas, após o intenso debate se o BC teria exagerado na dose ao subir os juros no início do ano.

O recado foi compreendido pelos investidores e as apostas de alta dos juros no mercado futuro recuaram. O contrato DI para janeiro de 2012 projetava ontem a taxa de juros em 11,29%, comparado com 11,36% de quarta-feira - uma diferença pequena para a Selic (taxa básica de juros da economia), que está em 10,75%. O contrato DI para janeiro de 2011 caiu de 10,65% para 10,67%.

"O BC parece disposto a bancar, além do começo do ano que vem, que não é preciso elevar os juros", disse o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves. Ele projetava um aumento dos juros no início de 2011, mas agora descarta essa hipótese. "A ata mostrou que o BC está convicto", concorda o economista da Quest Investimentos, Paulo Miguel.

A avaliação do Copom é que a atividade econômica continua forte, mas em ritmo sustentável com a meta de inflação de 4,5% para 2010 e 2011, como apontam dados mais fracos do comércio e da produção industrial. O BC acredita que o nível de utilização da capacidade instalada da indústria acomodou e que os estoques só vão voltar ao normal no fim do ano. O anúncio da inflação de agosto ontem reforçou o argumento. No mês passado, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 0,04% (leia mais abaixo).

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Leão da MGM ataca treinador em Las Vegas

Papel de parede do dia - 211

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1ª Mostra de Heli 3D - Helimodelismo Acrobático

Revista ISTOÉ – 01 de Setembro de 2010

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Imagens engraçadas/curiosas - 09/09/2010

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Download Linkin Park – A Thousand Suns (2010)

Lista de Músicas

01 The Requiem 2:01
02 The Radiance 0:57
03 Burning In The Skies 4:13
04 Empty Spaces 0:18
05 When They Come For Me 4:55
06 Robot Boy 4:29
07 Jornada Del Muerto 1:34
08 Waiting For The End 3:51
09 Blackout 4:39
10 Wrectches And Kings 4:15
11 Wisdom, Justice, And Love 1:38
12 Iridescent 4:56
13 Fallout 1:23
14 The Catalyst 5:39
15 The Messenger 3:01

Veja - Edição 2181 (08/09/2010)


Papel de parede do dia - 210

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Jornal O Estado de SP em PDF, Quinta, 09 de Setembro de 2010

Além de filha, genro de Serra também teve dados fiscais violados em Mauá
Governo sabia da quebra de sigilo do empresário Alexandre Bourgeois desde o dia 24 de agosto, mas só nesta semana o incluiu no processo administrativo aberto na Receita para apurar a invasão de informações de pessoas ligadas ao presidenciável do PSDB. O empresário Alexandre Bourgeois, genro do presidenciável José Serra (PSDB), também teve dados fiscais violados na agência da Receita Federal em Mauá (SP). O governo sabe do caso desde 24 de agosto, mas só nesta semana o incluiu no processo administrativo que apura a quebra ilegal de sigilo fiscal de tucanos. O acesso aos dados de Bourgeois foi revelado com exclusividade pelo portal estadão.com.br.

A agência de Mauá foi palco da quebra de sigilo fiscal de quatro tucanos e de Verônica Serra, filha do candidato do PSDB. A invasão aos dados de Bourgeois ocorreu no dia 16 de outubro de 2009 e atingiu as informações cadastrais do empresário, casado com Verônica. Todos os acessos partiram do computador da servidora Adeildda Ferreira dos Santos, que trabalhava em Mauá. Na semana passada, o Estado revelou a estratégia do comando da Receita para abafar a violação do sigilo fiscal de Verônica, ocorrida dia 30 de setembro de 2009 numa agência Santo André. Por 20 horas, a Receita sustentou a versão de que ela pedira seus dados, mesmo sabendo que a violação ocorrera com uma procuração falsa.

Desta vez, descobre-se que o comando da Receita sabe dos acessos aos dados de Bourgeois desde 24 de agosto, quando a sindicância levantou todos os CPFs consultados no computador de Adeildda entre agosto e dezembro de 2009. O relatório - inserido numa "apuração especial" - mostra que as informações do genro de Serra foram acessadas três vezes - às 10h43m43s, 10h43m45s e 10h46m03s do dia 16 de outubro do ano passado.

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Atlas Interativo de Anatomia Humana – Netter 3.0

O melhor Atlas de Anatomia Humana Do grande Frank H. Netter agora está na versão Interativa para computador. Todas as imagens do Livro fazer parte deste CD, mostrando todos os processos anatômicos do corpo humano. Você pode simular testes de conhecimento prático. Excelente pra estudantes de Medicina, Fisioterapia e Enfermagem.

Estilo: Atlas virtual
Fabricante: Learning Systems
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Idioma: Português

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Imagens engraçadas/curiosas - 08/09/2010

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Amateur Photographer - 11 Setembro 2010

Jornal O Estado de SP em PDF, Quarta, 08 de Setembro de 2010

Lula vira 'escudo' de Dilma na TV para evitar escândalo do sigilo:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumiu o papel de escudo para tentar evitar que os ataques feitos pelo candidato do PSDB, José Serra, a Dilma Rousseff contaminem a campanha, especialmente em São Paulo, e reduzam as chances de a candidata petista vencer o pleito no primeiro turno.
A reação rápida do presidente ao caso da violação e acessos de sigilos fiscais de pessoas ligadas ao PSDB é fruto de motivação própria, ainda que tenha sido discutida com a coordenação da campanha de Dilma. Partiu de Lula a decisão de gravar a inserção eleitoral em que compara os ataques de Serra à petista a um "filme que o Brasil já cansou de ver".

"Um candidato dispara nas pesquisas e aí começam as acusações sem provas. Dilma está sofrendo agora o que eu já sofri no passado", diz Lula no comercial de televisão veiculado ontem. Também afirma que "o brasileiro está mais maduro e não vai se deixar enganar", e que sabe "que Dilma é honesta e competente".

Rede nacional. O presidente que neste ano decidiu não fazer o pronunciamento oficial em cadeia de rádio e TV em comemoração ao Sete de Setembro, ocupou ontem à noite mais de 20% do horário eleitoral de Dilma - foram 2 minutos e 15 segundos do total de 10minutos e 38segundos. "Não é fácil construir uma nação forte, justa e independente. Isso só pode ser feito por homens e mulheres livres, e não por aqueles que só pensam em destruir", disse, classificando de "baixaria" a campanha de Serra.

" Nossa candidata Dilma tem feito uma campanha elevada, discutindo propostas, mostrando o que fizemos e o que ainda vamos fazer pelo Brasil", disse. "Infelizmente, nosso adversário, candidato da turma do contra, que torce o nariz contra tudo o que o povo brasileiro conquistou nos últimos anos, resolveu partir para ataques pessoais e para a baixaria."

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WebUser - 9 Setembro 2010

Marie Claire UK - Outubro 2010


Papel de parede do dia - 209

Superinteressante - Edição 282 (09/2010)

Última brigada de combate americana saem do Iraque

Quer ganhar uma TV LCD de 42"?







terça-feira, 7 de setembro de 2010

Jornal O Estado de SP em PDF, Terça, 07 de Setembro de 2010

'Lula debochou de coisa séria', diz Serra sobre quebra de sigilo: Em sabatina no Grupo Estado na manhã de hoje, o candidato do PSDB à Presidência da República pelo PSDB, José Serra, reclamou da postura da Receita Federal e do governo na apuração da quebra do sigilo fiscal de familiares e políticos próximos a ele. Em crítica direta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, no fim de semana, indagou se haveria, de fato, o vazamento de informações sigilosas de tucanos, Serra disse que “Lula debochou de coisa séria”.

Apesar de o PSDB atuar na Justiça para trazer o tema das quebra de sigilos à campanha, Serra negou influência significativa do assunto na corrida eleitoral.

O tucano respondeu a jornalistas e internautas e foi contundente nas críticas a vários aspectos do governo Lula, como a economia e a política externa. Pressionado a assumir um discurso mais oposicionista, Serra também não poupou o PT. Disse que o partido apenas “posa de esquerda” e que “bota para fazer política externa gente com poucos neurônios”. O candidato do PSDB reclamou da aproximação do Brasil com o Irã, que classifica como regime que promove o “fascismo do século 21″.

Serra voltou a defender a criação de um Ministério da Segurança e cutucou a campanha de Dilma e do PT, que, segundo o tucano, copiam suas ideias e criam boatos contra sua candidatura. Ao comentar a situação econômica do País, o candidato do PSDB disse que ”nós estamos em franco, aberto, e só não declarado, processo de desindustrialização”, e criticou a dependência das commodities.

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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Imagens engraçadas/curiosas - 06/09/2010

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Jornal O Estado de SP em PDF, Segunda, 06 de Setembro de 2010

Violador de IR de tucano em Minas também é filiado ao PT:
Funcionário da Receita Federal em Minas, o analista Gilberto Souza Amarante, que acessou os dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, é filiado ao PT desde 2001.
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Amarante vota em Arcos, vizinha de Formiga, município onde o analista acessou o CPF do tucano em abril de 2009, por dez vezes em menos de um minuto. Os acessos aconteceram seis meses das violações no ABC paulista contra dirigentes tucanos e contra Verônica Serra, filha do candidato do PSDB à Presidência.

Em entrevista ontem em Brasília, a candidata petista Dilma Rousseff, disse que a Receita precisa aprimorar controles, “pois não é possível conviver com vazamentos”. Em São Paulo, José Serra afirmou não ter dúvidas do envolvimento do partido de Dilma nas violações. “É do DNA do PT”.

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Paquistão arrasado pelas chuvas

Papel de parede do dia - 208

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Milagre!!

domingo, 5 de setembro de 2010

Homes & Gardens - Outubro 2010

25 Beautiful Homes - Outubro 2010

Zé Peixe sofre com Mal de Alzheimer

Texto: Fernando Pires / Foto: Maria Odilia/Arquivos JC

Zé Peixe está doente. A lendária figura do homem franzino que encantou o mundo com sua simplicidade e seus feitos como prático, atravessando a nado o Rio Sergipe, sucumbiu ao Mal de Alzheimer. Hoje com 83 anos, José Martins Ribeiro Nunes não mergulha mais. Na verdade, mal sai da casa em que viveu durante toda a sua vida, na Avenida Ivo do Prado. É assistido, 24 horas por dia, pelos mesmos familiares ao qual se dedicou durante todo o tempo em que não estava dentro d’água.

Sua sobrinha, a professora Ana Luiza Shunk, foi quem relatou o drama do prático aposentado. “É uma doença muito cruel. Para nós, que estávamos acostumados a vê-lo trabalhando, é muito difícil vê-lo assim agora. Ele tem dificuldades de reconhecer as pessoas e não pode mais ficar sozinho. Assim, ele é um perigo para ele mesmo, pois não consegue entender direito mais as coisas”, contou.

Durante toda a vida, Zé Peixe adotou um estilo de vida saudável, ainda que excêntrico. Além da condição física trazida pelas atividades diárias, sempre se alimentou de pão, café e frutas. “Ele sempre se tratou e se alimentou bem. Mas a doença resolveu atacar a mente”, disse Luiza Shunk. “As pessoas não entendem direito quando não autorizamos que entrevistem ou fotografem o meu tio. Ele não é mais a mesma pessoa. Queremos preservar a sua imagem”, declarou a sobrinha.

Por isso, o homem de 1,60m que costumava acordar cedo para tomar seu habitual banho de rio precisou interromper a sua rotina e agora fica a cuidados de um dos sobrinhos. Pessoa simples, do tipo que nunca se apegou a dinheiro ou outros bens materiais e que nunca se furtou a ajudar à família e aos mais necessitados, hoje é Zé Peixe quem precisa da ajuda diária dos mais próximos.

Família

Existem cinco dias no ano em que as pessoas nascidas nessas datas são designadas anjos da humanidade. Coincidência ou não, José Martins Ribeiro Nunes nasceu em uma dessas datas, o quinto dia do ano, e parecia mesmo estar destinado a proteger a vida daqueles ao seu redor, seja no trabalho, seja no lar. Ele veio ao mundo em 5 de janeiro de 1927, filho de Nicanor Ribeiro Nunes e Vectúria. Nasceu, foi criado e vive até hoje na mesma residência na Avenida Ivo do Prado, antiga Rua da Frente, de onde tem a vista de sua verdadeira casa: o Rio Sergipe.

Foi ali que passou a infância com os seus cinco irmãos. Morando ao lado da sede da Capitania dos Portos, sempre passou boa parte do tempo no rio, onde desenvolveu sua paixão e seus conhecimentos que o permitiram exercer a profissão de prático, após ter sido admitido em 1947, aprovado em concurso. Foi desde cedo, portanto, que desenvolveu uma relação especial com as águas, tirando dela seu sustento e sua motivação para viver, como se fosse ali o seu habitat natural.

Mesmo quando se casou, Zé Peixe não quis sair da casa onde nasceu, provavelmente porque preferiu ajudar a sua própria mãe. Comprou a três quadras dali uma residência na mesma avenida para a sua esposa, Maria Augusta de Oliveira Nunes (de quem está viúvo há mais de 20 anos), e ia buscá-la diariamente, de bicicleta, para levá-la à agência dos Correios, onde trabalhava. Em seguida, pedalava novamente até a Capitania dos Portos, onde começaria mais um dia de trabalho.

Sem ter tido filhos, José Martins desenvolveu uma relação especial com os sobrinhos, assim como os demais membros da família. Ana Luiza Shunk lembra com emoção de todos os momentos de sua infância ao lado do tio, que sempre foi um exemplo dentro da própria família.

“Ele foi um pai para mim. Todo mundo se criou junto na Rua da Frente e ele vivia para os sobrinhos. Nos ensinou a nadar e fazia muitos passeios de bicicleta com a gente. Sempre foi muito apegado à família, muito carinhoso e nunca se negou a fazer nada por ninguém”, declarou Ana Luiza.

Sua família só é comparada em grau de importância com a profissão e o mar, onde realizou os grandes feitos que o ajudaram a ser reconhecido, local, nacional e internacionalmente. “Ele era uma pessoa muito digna e trabalhadora. Sempre achei muito bonita a liberdade que ele tinha. Foi mesmo um exemplo para todos”, concluiu a sua sobrinha.

Amor e dedicação pela profissão de prático

Zé Peixe exerceu por mais de meia década, mais notadamente nas décadas de 40 e 50, a profissão de prático, guiando embarcações que chegavam a Aracaju ou saíam da capital pelo Rio Sergipe. O diferencial em relação aos outros práticos, que traçavam em suas próprias embarcações o roteiro que os navios deveriam seguir, era que Zé Peixe não levava um barco de apoio. Ele seguia na própria embarcação até a entrada da barra e depois saltava no mar para retornar à praticagem. Nadava vários quilômetros para voltar a seu posto de trabalho. Aprendeu os caprichos daquelas águas e os movimentos da maré como ninguém.

O historiador Luiz Antônio Barreto explica que o trabalho do prático exige muita dedicação, algo que Zé Peixe sempre teve de sobra, inclusive nunca tendo faltado um único dia de trabalho e, mesmo aposentado, sempre ter se colocado a serviço da Capitania dos Portos. “É uma das profissões mais antigas, que exige um conhecimento amplo do movimento das águas. Vidas e mercadorias são entregues à perícia do prático. E o Rio Sergipe sempre foi complicado, porque é um rio que assoreia muito”, declarou.

Graças aos seus dotes conseguiu evitar o naufrágio de grandes embarcações e a morte dos seus tripulantes. Por exemplo, quando salvou os funcionários da Petrobras a bordo do navio Mercury. Ou quando salvou, ao lado da irmã Rita, três remadores do Rio Grande do Norte presos em uma iole. Por esse ato de coragem, foram recompensados com uma medalha de Honra ao Mérito concedida pelo governo daquele Estado.

Aliando coragem aos seus ritos, diz-se que certa vez, ao cumprir o seu capricho de saltar de uma embarcação estrangeira após tê-la guiado ao seu curso, Zé Peixe, como sempre fez, saltou do convés ao mar. O capitão russo, que ainda não conhecia o franzino prático aracajuano, gritou aos seus tripulantes que o agarrassem e evitassem o seu ‘suicídio’. Zé Peixe saltou e, como em outras milhares de vezes, nadou tranquilo de volta ao ponto de onde havia partido.

O historiador afirma que Sergipe presenciou o trabalho de vários práticos, mas nenhum deles teve o prestígio e a fama de Zé Peixe. “Ele foi o que angariou mais simpatia e aplausos, pois ele deixou o barco e guiava os navios a nado. Embora o trabalho de prático geralmente passasse despercebido, ele conseguiu grande visibilidade. Ele aliava o trabalho ao prazer, à diversão”, afirmou Luiz Antônio.

Símbolo

Sua condição especial era reforçada por seus trajes diários: quase sempre portava apenas um calção de mar, amarrado por uma corda, e andava sempre descalço. Quando visto em terra firma, José Martins parecia mesmo um peixe fora d’água. “Ele vivia como se tivesse sido feito para a água ou sempre pronto para cair no mar.

Zé Peixe se deslocou do eixo social para se incorporar à natureza”, declarou o historiador Luiz
Antônio Barreto. Calçava os sapatos apenas para cumprir a católica rotina de ir à missa – embora perdure o conto popular de que seus calçados não possuíam sola.

Ele se tornou um símbolo de uma época em que o Rio Sergipe tinha grande importância para o cotidiano dos aracajuanos. Com grande movimentação no porto, era à beira do rio, na antiga Rua da Frente, onde as pessoas se reuniam no cais para assistir à chegada dos navios à terra firme, quase sempre trazendo novidades de outras partes do país ou do mundo. “Zé Peixe se transformou em um personagem das águas”, afirmou o historiador Luiz Antônio Barreto. Por isso, não eram raras as pessoas que se debruçavam sobre a balaustrada no Rio Sergipe para acompanhar as braçadas do solitário homem-peixe.

Os anos passaram, José Martins se aposentou, mas não abandonou os velhos hábitos, mesmo que o mar não estivesse para peixe. Até pouco tempo atrás, mergulhava nas águas poluídas como se o rio em que nadasse fosse o mesmo de décadas antes, quando era ali que as pessoas se reuniam e até mesmo tomavam banho de ‘praia’. “Mesmo sem ter mais trabalhos como prático, Zé Peixe resistiu e manteve a sua ligação com o mar”, declarou Luiz Antônio Barreto.

Justamente por conta do seu trabalho e por ter contribuído na construção da história de Aracaju e de Sergipe, José Martins recebeu várias homenagens. Além de títulos e medalhas – como a Medalha Almirante Tramandaré, uma das maiores honrarias concedidas pela Marinha – ele emprestou seu nome ao Parque Aquático Zé Peixe. Após campanha organizada pelos aracajuanos, o mesmo quase aconteceu também com a Ponte Construtor João Alves, que liga Aracaju à Barra dos Coqueiros, travessia que realizava a nado décadas antes da sua construção.

Foi tema de inúmeras entrevistas de veículos de comunicação do Brasil e do mundo. Justo reconhecimento, embora, desprendido das coisas materiais, talvez ele sequer se importe.
Fonte: jornal da Cidade

Papel de parede do dia - 207

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Praticar higiene bucal deve ser um hábito

Para ter um sorriso saudável e bonito é necessário aprendizado, esforço e dedicação

A higiene oral como hábito é fruto do que incorporamos no nosso dia a dia, daquilo que aprendemos com os nossos pais, com os nossos professores de escola, ou com os nossos dentistas. Porém, não houve evolução nesta área, uma vez que ela não é absorvida pela cultura brasileira.

Para alterar um hábito, é preciso submergir o conhecimento e mudar de atitude na prática, durante pelo menos 20 dias. Parece difícil, não? Sem dúvida, assim como é necessário entender o processo saúde-doença, o comportamento das enfermidades bucais e o que cada atitude individual pode implicar na instalação ou na prevenção dos problemas.

Há duas doenças bastante comuns que afetam a nossa boca. Elas têm diferentes características e agentes causadores, mas, apresentam uma particularidade em comum. A cárie (que acomete dentes) e a doença periodontal (que compromete os tecidos ao redor dos dentes, como o osso alveolar, a gengiva e o ligamento periodontal) são doenças causadas por microrganismos cuja virulência (agressividade) acontece através da capacidade que eles têm de se aderir aos dentes e à gengiva.

A única forma eficaz de combater essas bactérias é removendo-as mecanicamente das superfícies dentais e gengivais através do correto uso da escova e do fio dental. É a única forma de impedir a instalação e a progressão das doenças bucais infecciosas.

O acúmulo de ácidos bacterianos sobre a superfície dos dentes causa cárie, que é a dissolução dos minerais do esmalte dental em diversos graus, até que ocorra a cavitação. Nesse estágio, torna-se impossível controlar a doença somente com as técnicas de escovação. É preciso restaurar a forma anatômica do dente para remover o foco de infecção.

As bactérias acidogênicas (alguns grupos de estreptococos orais) são dependentes de oxigênio e açúcares, encontram melhores condições de dominância em bocas cuja higiene é precária. Atualmente a cárie é restrita a pequenos grupos de indivíduos que não tiveram informações, que promoveram uma melhor higiene durante a infância e a adolescência.

A doença periodontal, por sua vez, é causada por bactérias intolerantes ao oxigênio (anaeróbias) em sua maioria, que se concentram na área de transição entre a gengiva e o dente (sulco gengival). Se esse biofilme bacteriano não for constantemente removido com a escova e o fio dental, ele incorpora os minerais provenientes da saliva, petrificando-se ao redor dos dentes e formando o cálculo (tártaro). O cálculo representa agressão local constante, pois, uma vez formado, não mais pode ser removido com as ferramentas corriqueiras de higiene oral (escova e fio dental).

Sua superfície, microscopicamente rugosa, estará sempre contaminada com bactérias, e não há outra saída para o organismo senão "fugir" da agressão, o que resulta em perda óssea, e consequente bolsa periodontal ou recessão da margem gengival (conhecida como retração gengival).

Já os problemas de gengiva, na maioria dos casos são de influência genética. Isso é compreensível na medida em que estudamos a causa e progressão da doença periodontal. Sabemos que ela decorre do desequilíbrio entre dois principais fatores: a bactéria e o hospedeiro (em termos de capacidade de defesa ou resposta do sistema imune).

Existem diversos graus e variações da doença periodontal, que são dependentes do tipo de bactéria presente e de fatores moduladores tais como estresse, cigarro e determinadas doenças sistêmicas. Mas, o que realmente preocupa é que os indivíduos com doença periodontal ativa têm focos de infecção em boca, que podem influir negativamente a nível sistêmico, causando, por exemplo, o nascimento prematuro de crianças com baixo peso ou dificultando o controle da diabete e até mesmo gerando doenças fatais, como a endocardite bacteriana.

Problemas diferentes requerem soluções igualmente distintas, assim como cada indivíduo merece uma atenção personalizada diante do seu problema. Por isso, não dá para generalizar os ensinamentos acerca da higienização bucal. Mesmo que o indivíduo seja submetido aos tratamentos odontológicos indispensáveis ao restabelecimento da saúde tudo terá sido em vão se ele não se reeducar quanto à higienização de seus dentes e gengiva, através da orientação do dentista.

O tratamento odontológico é a oportunidade de recomeçar, de rever os hábitos e de instituir um final feliz para a auto-estima: um sorriso saudável e harmoniosamente bonito.
Fonte: Minha Vida.

Nolan

Jornal O Estado de SP em PDF, Domingo, 05 de Setembro de 2010

Eduardo Jorge teve dados fiscais violados 10 vezes em Minas:
Eduardo Jorge teve dados fiscais violados dez vezes em Formiga, interior de Minas. Seis meses antes da série de quebra de sigilos de tucanos em SP, vice-presidente do PSDB teve IR consultado ilegalmente - BRASÍLIA - Seis meses antes de começar a série de violações de sigilos fiscais de dirigentes tucanos e familiares em Mauá e Santo André, municípios de São Paulo, um analista tributário do interior de Minas Gerais acessou dez vezes, em um único dia, os dados do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge.

Documento mostra série de acessos ao IR de Eduardo Jorge; CPF é do vice-presidente do PSDB

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De acordo com levantamento feito pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), e obtido com exclusividade pelo Estado, os acessos foram feitos no dia 3 de abril de 2009, por um analista que trabalha na agência da Receita Federal em Formiga, 210 quilômetros de Belo Horizonte (MG).

O levantamento, feito a pedido da Corregedoria da Receita, responsável pelas investigações sobre as violações e vazamento de informações, mostra que o analista mineiro não foi a única pessoa no País que acessou os dados de Eduardo Jorge no primeiro semestre do ano passado.

Segundos. Todos os acessos feitos pelo analista aconteceram em questão de segundos. De acordo com o documento obtido pelo Estado, o primeiro acesso aos dados de Eduardo Jorge aconteceu às 16h32m18s. O último ocorreu às 16h32m59s. Todas as consultas foram feitas pelo mesmo usuário, a partir de um único computador.

Eduardo Jorge, que tem domicílio fiscal no Rio de Janeiro, não tem nem negócios nem imóveis na cidade de Formiga, o que reforça o caráter de violação dos dados fiscais do tucano.

As invasões para consulta dos dados fiscais do vice-presidente do PSDB foram detectadas por meio de uma "Apuração Especial". Esse tipo de investigação é pedida ao Serpro sob encomenda da Receita. Neste caso, a corregedoria pediu ao Serviço Federal de Processamento de Dados que relacionasse todas consultas envolvendo o CPF de Eduardo Jorge no período entre 2 de janeiro e 19 de junho de 2009.

A "Apuração Especial" do Serpro informou que foram detectadas "consultas" aos dados armazenados com o CPF de Eduardo Jorge feitas pelo Banco Central, a Polícia Federal e a Procuradoria Geral da República. Mas nenhuma dessas instituições acessou tantas vezes os dados quanto o analista de Formiga, que entrou dez vezes no CPF de EJ.

Outras violações. O período da consulta feito ao Serpro antecede, portanto, o início da violação do sigilo fiscal de Verônica Serra, filha do candidato tucano ao Planalto, José Serra, que aconteceu no dia 30 de setembro de 2009, na delegacia da Receita de Santo André. Na sequência, foram violados, em 8 de outubro, os sigilos fiscais do economista Luiz Carlos Mendonça de Barros, de Gregorio Marin Preciado (empresário casado com uma prima de Serra), do ex-diretor do Banco do Brasil Ricardo Sérgio (no governo FHC) e Eduardo Jorge.

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