sábado, 19 de fevereiro de 2011

Jornal O Dia em PDF, Sábado, 19 de Fevereiro de 2011

Banco do Brasil terá 8 mil vagas
Rio - Depois de abrir oportunidades para os estados do Norte e Nordeste do País, chegou a hora de o Banco do Brasil se voltar às regiões Sudeste e Sul. O BB confirmou ontem mais uma seleção, para o início do segundo semestre deste ano. Além do Rio, deverão ser contemplados com 8 mil oportunidades Espírito Santo, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Como tradição, o concurso terá oferta para cadastro reserva no cargo de escriturário, que exige, no mínimo, Nível Médio de formação. A função tem remuneração inicial de R$ 1.600, mais R$ 710 de ajuda para alimentação e cesta básica, além de benefícios como plano de saúde, assistência privada complementar, PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e possibilidade de ascensão e desenvolvimento profissional. O BB assegurou que os candidatos do Rio aprovados na seleção de 2007 serão chamados em breve. A validade do concurso terminará em outubro deste ano.

Segundo a instituição, os novos funcionários vão cobrir as vagas de aposentados, devido ao alto número de pedidos de afastamento previstos para este ano e à expansão das atividades da empresa por cidades do Sudeste e Sul. A seleção terá validade de um ano, mas pode ser prorrogada por mais um. Os interessados podem iniciar os estudos com provas antigas da Fundação Carlos Chagas, banca do atual concurso do BB.

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Jornal O Globo em PDF, Sábado, 19 de Fevereiro de 2011

* Primeiro Caderno. Regimes ampliam repressão à onda de protestos pós-Egito. Embaixador na Líbia vai a cidade de confrontos, onde estão cem brasileiros.

* Segundo Caderno. Projetos de lei contra o direito a veto a biografias não autorizadas abrem o debate entre escritores e herdeiros.

* Esportes. Fator Muricy. Técnico impõe sua filosofia para o Flu, com Fred, vencer hoje o Boavista na semifinal da Taça GB.

* Ela. Grifes cariocas resgatam o estilo do balé em coleções de inverno inspiradas pelo filme “Cisne negro”.

* Prosa & Verso. Livro do geógrafo Mauricio de Almeida Abreu revela dados inéditos sobre o Rio nos séculos XVI e XVII.

* Globinho. Crianças que trocaram de escola contam como conseguiram se adaptar e fazer novos amigos.

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Jornal O Estado de SP em PDF, Sábado, 19 de Fevereiro de 2011

Protestos na Líbia já deixaram 84 mortos, diz ONG:
O número de pessoas mortas em três dias de protestos contra o governo da Líbia já chegou a 84, segundo a organização internacional Human Rights Watch, com sede em Nova York.
O principal foco das manifestações contra o líder líbio, Muammar Khadafi, foi a segunda maior cidade do país, Benghazi, onde 35 mortes foram registradas em apenas um hospital.
A mídia estatal advertiu sobre retaliações contra os críticos de Khadafi, que está no poder desde 1969.
Serviços de internet e energia elétrica foram cortados em algumas áreas do país após o início dos protestos. O principal provedor de internet cortou o acesso à rede, de acordo com o jornal Guardian. A rede de TV Al-Jazira também informa que a rede de telefonia celular também não está funcionando por imposição do governo líbio.
As forças de segurança líbias abriram fogo contra manifestantes em Benghazi na sexta-feira quando eles se aproximaram de um local usado pelo coronel Khadafi quando visitava a cidade, localizada a cerca de mil quilômetros da capital, Trípoli.

Segundo relatos de órgãos de mídia e a contabilização da Human Rights Watch (HRW), o hospital Al-Jala, na cidade, recebeu os corpos de 35 pessoas mortas pela repressão aos protestos.

Corpos ensaguentados

Em um comunicado publicado na internet, a HRW afirmou que houve protestos também em pelo menos outras quatro cidades no leste do país na sexta-feira - Al-Bayda, Ajdabiya, Zawiya e Darnah - mesmo após a morte de alguns manifestantes em protestos nos dias anteriores.

Imagens gravadas em Al-Bayda mostravam corpos ensaguentados em um necrotério e manifestantes ateando fogo a um prédio do governo local e demolindo uma escultura do "livro verde", que representa a ideologia de Khadafi.

Em Darnah, ao leste de Al-Bayda, delegacias de polícia teriam sido desocupadas após os protestos. Um jornal de propriedade de um dos filhos de Khadafi afirmou que manifestantes lincharam dois policiais na cidade.

Um manifestante disse à BBC que soldados estavam mudando de lado em algumas áreas e passaram a apoiar os protestos.

"Os soldados dizem que somos cidadãos deste país e que não podem combater seus cidadãos", disse. "Respeitamos nosso povo, não precisamos lutar contra eles", afirmou,

Não foram registrados até agora grandes protestos contra o governo na capital do país, Trípoli, onde manifestantes pró-Khadafi vêm realizando atos em apoio ao líder.

Mudanças no governo

Em meio à repressão aos protestos, o jornal semi-independente Quryna relatou que o governo faria mudanças em muitos cargos do executivo e descentralizaria e restruturaria o governo.

Não havia uma menção aos protestos como catalisadores das mudanças.

O jornal pró-governo Al-Zahf Al-Akhdar havia advertido antes que que as autoridades responderiam "violentamente e contundentemente" aos protestos.

"O poder do povo, a Jamahiryia (termo em árabe para designar o sistema de governo adotado pela Líbia, chamado 'Estado das Massas'), a revolução e o coronel Khadafi são linhas vermelhas, e aqueles que as tentarem cruzar ou chegar próximos dessas linhas são suicidas brincando com fogo", afirmou o jornal.

As manifestações líbias são parte da onda de levantes pró-democracia no mundo árabe e muçulmano, que já derrubou governantes na Tunísia e no Egito e se espalhou por países como Bahrein, Argélia, Iêmen e Irã.

Mas analistas dizem que a situação no país é diferente da situação no Egito ou na Tunísia, porque Khadafi teria as grandes receitas com petróleo para conter os problemas sociais e tem uma alta popularidade em todo o país, apesar de ser menos popular na região de Cyrenaica, onde está Benghazi.

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

New York Fashion Week: Por trás das cenas

Jornal O Globo em PDF, Sexta, 18 de Fevereiro de 2011

* Primeiro Caderno. Oposição abre batalha no STF pelo mínimo de 2012. Ação vai alegar que definição do valor por decreto é inconstitucional.

* Segundo Caderno. O cineasta francês Michel Gondry adere aos filmes de super-heróis, à sua maneira, com “O Besouro Verde”.

* Esportes. Craque de 18 anos já vale R$ 180 milhôes.

* Festas. Guia de serviços.

* Rio Show. Com fôlego de maratonistas, foliões se preparam para desfilar em até três blocos por dia durante o carnaval.

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Honda CBR600RR Diversão & Dor

Jornal O Estado de SP em PDF, Sexta, 18 de Fevereiro de 2011

Governo afrouxa regras ambientais:
Pacote de decretos que será anunciado após o carnaval vai simplificar licenças e reduzir prazos e custos para acelerar projetos em várias áreas - SÃO PAULO - Um pacote de decretos promoverá o que vem sendo entendido no governo como "choque de gestão" na área de licenciamento ambiental, com regras mais simples e redução de prazos e custos. Os decretos vão fixar novas normas por setores, e os primeiros a passarem por reforma serão petróleo, rodovias, portos e linhas de transmissão de energia. Em algumas obras, como o asfaltamento de rodovias, não serão mais exigidas licenças, mas uma simples autorização do órgão ambiental. Essa regra não atinge, porém, rodovias na Amazônia, como a polêmica BR-319, localizada numa área bastante preservada da floresta.

Listada entre as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a rodovia enfrenta resistências na área ambiental pelo risco de aumentar o desmatamento na Amazônia. Sinais de aumento do ritmo das motosserras nas proximidades da BR-317 reforçam essas resistências.

Além de acelerar a liberação de licenças com regras mais claras e menos burocracia, o pacote de decretos deverá reduzir o custo de exigências do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O custo médio dessas exigências, que incluem até a urbanização e a instalação de saneamento de cidades, é estimado entre 8% e 10% do preço total dos empreendimentos. Em alguns casos, supera 15%.

Atrasos. A área ambiental é alvo de críticas no governo por supostamente impor atrasos nos cronogramas de empreendimentos. Mudanças nas regras vêm sendo negociadas desde o fim do governo Luiz Inácio Lula da Silva, mas a edição dos decretos pela presidente Dilma Rousseff é prevista apenas para depois do carnaval.

O licenciamento de hidrelétricas não passará por mudanças neste momento. Essa é uma das áreas mais complicadas na agenda do governo Dilma Rousseff.

O Plano Decenal de Energia prevê a construção de cinco grandes usinas em áreas de conservação ambiental no Pará. As hidrelétricas do Complexo Tapajós, com potência estimada em 10,5 mil MW (megawatts), quase uma Belo Monte, deverão alagar uma área de 1.980 km², 30% maior que a cidade de São Paulo.

Um dos decretos cujo texto já foi aprovado pelo Planalto acelera o licenciamento de linhas de transmissão de energia. O objetivo é impedir que a energia a ser gerada pela hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira (RO), por exemplo, não possa ser distribuída por atraso no licenciamento da linha de transmissão.
Na área de petróleo , o número de licenças - que hoje pode chegar a 12 para cada projeto - será reduzido. A intenção é facilitar a exploração do pré-sal, sem abrir mão de critérios de segurança dos empreendimentos, proporcionais ao impacto ambiental dos projetos.

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Jornal O Dia em PDF, Sexta, 18 de Fevereiro de 2011

INSS vai aceitar a revisão de ganhos entre 1991 e 2003
Para advogados, acórdão do STF ainda deixa dúvidas sobre o prazo de abrangência. Definição deve ser pedida na Justiça - Brasília - O INSS vai considerar, oficialmente, o período de 1991 a 2003 como prazo de abrangência das revisões de aposentadorias prejudicadas pelas emendas constitucionais 20 e 41. Decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu que esses trabalhadores foram prejudicado com a entrada em vigor das medidas que rebaixaram os valores a que tinham direito a receber por contribuir pelo teto previdenciário. O INSS informou que está tentando agilizar o processo com a Advocacia Geral da União (AGU) para, já na próxima semana, anunciar as regras do pagamento dos atrasados e da revisão dos benefícios. Mas há advogados que defendem que segurados que contribuíam sobre o teto de 1988 a 1991 também podem ter direito à revisão dos ganhos. Eles defendem que a abrangência pode ser ampliada, contemplando também aposentadorias desde 1988.

Segundo especialistas em previdência, o ideal é que o segurado peça a definição do período na Justiça Federal. Isso porque, no acórdão do Supremo Tribunal Federal (STF), publicado na última terça-feira, os ministros não determinam um limite para a concessão das revisões.

“Verifica-se a ausência de qualquer indicação expressa do início da revisão em questão, o que é favorável aos beneficiários do INSS. Como o período de 5 de outubro de 1988 a 5 de abril de 1991, conhecido como ‘buraco negro’, é controverso por conter vácuo legislativo, o ideal é que, no prazo de cinco dias dos embargos de declaração, a contar da data da publicação do acórdão, seja protocolado recurso extraordinário visando o fim da obscuridade do marco inicial”, orienta o advogado Flávio Brito Brás.

“Não há tempo fixo para a quitação”

Assessor jurídico da Cobap (Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas) e membro da Dornelles Advocacia, Celso Pacheco explica que os aposentados deverão ter paciência para reaver os atrasados de cinco anos. De acordo com o especialista, não há um prazo estipulado pelo Supremo Tribunal Federal para que o INSS faça os pagamentos.

“A exemplo do que aconteceu na proposta de acordo do IRSM (Índice de Reajuste do Salário Mínimo), eles (o INSS) pagaram parcelado em até 96 meses, ou seja, oito anos. O pagamento dependia da idade do segurado e do valor das diferenças”, destaca ele.

Só com o parecer da Advocacia Geral da União (AGU) é que o INSS divulgará quando e de que forma serão iniciados os pagamentos. A AGU informou que ainda aguarda ser comunicada da decisão oficialmente pelo STF. Segundo o INSS, uma definição sobre as regras deverá sair só na próxima semana.

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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Imagens engraçadas/curiosas - 17/02/2011

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Via Knuttz/Ueba

PC & Cia - Edição 92 - PT-BR


Panoramas 360, em alta resolução de 14 cockpits de aviões

PC & Cia - Edição 93 (PT-BR)

Mustang Race 2011

Jornal O Estado de SP em PDF, Quinta, 17 de Fevereiro de 2011

PMDB supera PT e dá 100% de apoio aos R$ 545
Com apoio unânime de seus 77 deputados, legenda garante a folga no resultado final final: PT teve duas dissidências e base aliada apenas 16 votos infiéis - O PMDB foi o partido mais fiel ao governo na votação da quarta-feira, 16, do salário mínimo de R$ 545. Os 77 deputados do partido votaram fechados contra as propostas de um valor maior. O PT da presidente Dilma Rousseff registrou duas dissidências a favor do mínimo de R$ 560. Os petistas Eudes Xavier (CE) e Francisco Praciano (AM) votaram contra o governo. O líder do PT, Paulo Teixeira (SP), descartou punição aos dois rebeldes. Dos partidos da base, só 16 deputados que participaram da votação ficaram contra o governo. De olho nos cargos de segundo e terceiro escalões e na liberação de emendas, o PMDB votou unido contra o mínimo de R$ 600, proposto pelos tucanos, e o de R$ 560, defendido pelas centrais sindicais e pelo DEM. Não houver sequer ausências de peemedebistas. Já no PT, a unanimidade foi só contra os R$ 600. Além dos dois votos favoráveis aos R$ 560, sete petistas faltaram à votação - a bancada soma 85 deputados.

Ameaçado de perder o comando do Ministério do Trabalho, o PDT deu mais votos a favor do governo do que o apoio ao mínimo de R$ 560, defendido pelo deputado pedetista Paulinho Pereira da Silva (SP). Foram 16 votos com o governo e apenas 9 contrários. Ou seja, Carlos Lupi não deverá ser demitido do cargo. Na primeira votação, o partido deu apenas dois votos favoráveis ao mínimo de R$ 600 - Paulinho, por exemplo, preferiu se abster.

O PSB foi outro 100% leal ao Planalto. Nas duas votações, os socialistas votaram em peso contra as propostas de um mínimo maior. Teve apenas uma ausência: Abelardo Camarinha (SP). No PP, as dissidências ficaram por conta de Jair Bolsonaro (RJ) e Paulo Maluf (SP), que votaram pelo mínimo de R$ 560.

Além do PMDB e do PSB, o PC do B, o PSC, PRB e os nanicos PMN, PT do B, PRP, PRTB, PTC e PSL também votaram em sua totalidade com o governo. Os comunistas apresentaram uma dissidência apenas na votação do mínimo de R$ 600: Chico Lopes (CE) votou contra o governo.

O apoio aos R$ 600 não foi unânime nem mesmo no PSDB, autor da proposta. Dois deputados tucanos votaram contra: Manoel Salviano (CE) e Berinho Bantim (RR). Na votação do mínimo de R$ 560, os votos contrários foram novamente Manoel Salviano e Carlos Alberto Lereia (GO). No DEM, quatro deputados votaram com o governo, três se abstiveram e Júlio Cesar (PI) ficou em obstrução. A maioria das dissidências do DEM foi em Minas .

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Jornal O Dia em PDF, Quinta, 17 de Fevereiro de 2011

Série de mortes à sombra da cúpula da Polícia Civil
Mais de 15 assassinatos serão investigados novamente pela Secretaria de Segurança - Rio - O desdobramento da Operação Guilhotina promete devassar uma série de assassinatos de grande repercussão ocorridos nos últimos anos no Rio de Janeiro. São casos em que há evidências da participação de policiais civis e militares, que tinham acesso livre à cúpula da Polícia Civil, em mais de 15 homicídios. A informação sobre o envolvimento dos agentes foi encaminhada na terça-feira pelo Ministério Público Estadual e pela Polícia Federal à Secretaria Estadual de Segurança. Entre os crimes, está o atentado ao bicheiro Rogério Andrade, em abril, na Barra da Tijuca, que liga bicheiros e policiais na contratação de um israelense para instalar e detonar a bomba no carro do contraventor, que escapou com ferimentos. Na explosão, morreu o filho de Rogério.

O relatório — com a descrição dos crimes, a forma de agir do grupo e o pedido de nova análise nas investigações — foi feito com base nas informações passadas pelos ex-informantes que ajudaram a Polícia Federal na Operação Guilhotina.

O atentado a Rogério ganha seis páginas de detalhes. Revela que o acerto final do crime foi num encontro em Duque de Caxias, onde um israelense procurado pela polícia dos Estados Unidos fechou a contratação de um amigo que veio de Israel especialmente para executar o ataque.

O crime, de acordo com o relatório, foi encomendado por dois bicheiros do Rio e contou com o auxílio de um PM, que tinha trânsito livre ao esquema de segurança de Rogério Andrade. O material para confeccionar o explosivo teria sido fornecido pelo sargento do Exército Volber Roberto da Silva Filho, morto ano passado por agentes da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae).

A bomba teria sido colocada no carro do bicheiro quando ele ficou parado em um estacionamento na Zona Oeste. O ‘homem-bomba’ teria parado seu carro perto e rastejado até o veículo do contraventor. É citado no relatório que o israelense enviou mensagens via MSN para o contato no Brasil com a promessa de retornar e ‘completar o serviço’.

O documento com os crimes cometidos pelos agentes investigados na Operação Guilhotina revela ainda bastidores da pistolagem no Rio de Janeiro, que inclui até um consórcio de mais de 20 homens para atuar em empreitadas. ‘Mão-de-obra’ empregada, segundo as investigações, na morte de quatro empresários e uma funcionária ligados à venda de títulos de clubes de turismo no Rio. Uma das vítimas do grupo teria sido o ex-deputado Ary Ribeiro Brum, assassinado a tiros de fuzil, na Linha Vermelha, em 2007.

Outros casos suspeitos

CAMELÓDROMO
Alexandre Frais Pereira foi morto em Caxias, em maio de 2007, e o crime estaria relacionado a disputa pelas propinas no Camelódromo, onde a vítima presidia a associação dos ambulantes. Um grupo de policiais planejava ‘tomar conta’ dos negócios e esbarrou em Alexandre. Uma semana após o crime, um almoço realizado num restaurante no Centro do Rio celebrava a criação da nova associação e a ‘parceria’ com um grupo de policiais. O encontro foi comandado por um delegado .

BRIGA NA SEGURANÇA
O relatório aponta alguns crimes na disputa pela segurança do contraventor Rogério Andrade. Um deles seria o atentado a bomba sofrido pelo sargento Ronnie Lessa, que é atribuído ao ex-sargento do Exército Volber Roberto da Silva Filho. O militar foi morto numa ação da Polícia Civil, no ano passado, durante uma troca de tiros num motel em Jacarepaguá. O tiroteio, segundo o relato dos informantes, teria sido uma farsa para encobrir o assassinato de ex-sargento.

BICHEIRO SUSPEITO
Outra série de assassinatos teria sido cometida, segundo o documento, a mando do bicheiro José Luiz Barros Lopes, o Zé Personal, que administra um pedaço do espólio do contraventor Valdomiro Paes Garcia, o Maninho. São cinco inquéritos citados no levantamento e, entre eles, o desaparecimento de quatro rapazes, a morte de um ex-colaborador e personalidades do samba. Alguns crimes teriam ocorrido durante a briga com o irmão de Maninho, Alcebyades Garcia, que reivindicava a administração dos negócios do irmão e do pai, Valdomiro Garcia.

SUMIÇO DA CHINESA
O documento aponta que entre os crimes atribuídos ao grupo de policiais civis e militares está o desaparecimento da chinesa Ye Goue, em junho de 2008, depois que ela trocou R$ 220 mil em U$ 130 mil dólares numa casa de câmbio, na Barra da Tijuca. O crime teria ocorrido durante uma extorsão à família da vítima.

MILÍCIA NA BAIXADA
A morte de Carlos Davi, em julho do ano passado, aparece no relatório como causa de uma crise interna em uma milícia de Nova Iguaçu, Baixada Fluminense. O assassinato ocorreu um dia antes de Carlos ser ouvido no Fórum da cidade para acusar dois policiais civis e dois militares — um deles, PM emprestado à Polícia Civil e lotado na Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae).

DISPUTA FATAL
A morte de dois policiais militares também está na lista dos crimes que devem ser investigados. Eles teriam sido mortos durante a divisão de 100 quilos de cocaína, apreendida durante uma extorsão a um traficante em Vitória, no Espírito Santo. Os suspeitos seriam dois PMs que durante anos foram lotados em delegacias do Rio.

Ex-PM acaba morto depois de assassinar delegado

Na lista de homicídios que sugere nova apuração, estão os que vitimaram o delegado Alcides Iantorno e o seu matador, o ex-PM Alexandre Lins de Medeiros. Conforme o documento, o policial teria sido morto depois de discutir com contraventor da Zona Norte. Um dos seguranças do bicheiro faria parte do consórcio e teria chamado um amigo para cometer o crime: o ex-PM, com quem trabalhara numa delegacia especializada e que era inimigo de Iantorno.

No plano, só ocorreu um problema: o ex-PM foi reconhecido e houve a necessidade, no dia seguinte, de ‘limpar a sujeira’. O agente ligou e combinou encontro com Alexandre, em Rocha Miranda, onde ele foi assassinado.
As armas encontradas na casa do ex-policial, detalham os informantes, pertenceriam à milícia da Favela da Praia de Ramos.

Outra forma de operar dos policiais investigados pela Operação Guilhotina, traçada na apuração da Polícia Federal, seria a de se valer das amizades na cúpula da Chefia da Polícia Civil para designar os ‘parceiros’ como responsáveis pela investigação dos assassinatos. Assim, alguns inquéritos teriam deixado a Delegacia de Homicídios do Centro para ser apurados por agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, onde o efetivo de funcionários é bem menor.

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Jornal O Globo em PDF, Quinta, 17 de Fevereiro de 2011

* Primeiro Caderno. Dilma vence 1ª abatalha e aprova mínimo de R$ 545. Projeto, que vai ao Senado, estipula que valor será fixado por decreto até 2015.

* Segundo Caderno. Com criatividade e pouco dinheiro, a feira de galerias de arte Arco, em Madri, tenta recuperar seu prestígio.

* Esportes. Ronaldinho faz gol na vitória do Fla.

* Revista Boa Viagem. Um roteiro por Siena, cidade da Toscana que merece muito mais do que passeio de um dia.

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Veja - Edição 2204

Coleção de lindos papéis de paredes


quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Imagens engraçadas/curiosas - 16/02/2011

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Via Knuttz/Ueba

O buraco no muro

Uma experiência muito bem sucedida de inclusão digital na Índia, que vale a pena conhecer.

Chefe de pesquisa e desenvolvimento do NIIT, um celebrado instituto de tecnologia da Índia, Mitra resolveu abrir um buraco no muro do prédio, vizinho de uma das maiores favelas de Nova Delhi, e instalar, voltado para o exterior, um computador com acesso à internet.
Vale a pena conferir o que aconteceu:

Game trailer: Dead Island

Melhor dos melhors: 135th Westminster Kennel Club Dog Show

Jornal O Globo em PDF, Quarta, 16 de Fevereiro de 2011

* Chefe de Polícia afastado deve ser indiciado por vazamento. Grampo revela que Allan Turnowski
avisou suspeito sobre operação da PF

* Segundo Caderno. Arte do século XIX volta a brilhar.
O Museu Nacional de Belas Artes inaugura mostra baseada em seu acervo do século XIX, o melhor do país.

* Esportes. O Ronaldo da ativa. Fla estreia na Copa do Brasil, trilha mais curta para a Libertadores e competição na qual Ronaldinho quer repetir o sucesso do Fenômeno e de Robinho, campeões das últimas edições.

* Carro etc. De Fenemê se chega a Salvador. A vida na BR-116 em uma viagem de seis dias com caminhões FNM, pioneiros do transporte rodoviário.

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Jornal O Estado de SP em PDF, Quarta, 16 de Fevereiro de 2011

Por mínimo de R$ 545, governo ameaça barrar cargos e demitir ministro do PDT: Líderes governistas fazem mapeamento de todos os dissidentes da base, que não poderão ocupar cargos nem fazer indicações para estatais; Carlos Lupi poderá deixar a pasta do Trabalho caso seu partido insista na aprovação do valor de R$ 560 - BRASÍLIA - Numa ofensiva para garantir a aprovação do salário mínimo de R$ 545 nesta quarta-feira, 16, na Câmara o governo mapeou os nomes dos dissidentes na base, cujas indicações políticas para cargos no segundo e terceiro escalões e nas estatais federais serão barradas, e também avisou ao PDT que o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, poderá perder o cargo se o partido, que integra a coalizão governista, mantiver a disposição de votar a favor de R$ 560. Os líderes aliados estão confiantes na vitória dos R$ 545 com cerca de 300 votos e esperam uma dissidência de 76 votos na base aliada, segundo cruzamento realizado ontem. Na avaliação tanto de governistas quanto de oposicionistas, o mínimo de R$ 560 deverá contar com o apoio de 150 a 180 deputados. "A situação é confortável", disse o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP).

A presidente Dilma Rousseff decidiu jogar pesado com os aliados para evitar um eventual processo de rebelião na base a favor do mínimo de R$ 560. O temor era que esse valor acabasse "contaminando" os governistas.

Vaccarezza reuniu os líderes num almoço na casa do líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), para baixar a ordem unida na votação de hoje: o governo manterá os R$ 545 até o fim, sem dar um real sequer a mais.

"O governo não pode fraquejar nem dar sinais que pode dar mais que os R$ 545. Se abrir a porteira, não tem como segurar: é o estouro da boiada e vai todo mundo junto para os R$ 560", resumiu o deputado Hugo Leal (PSC-RJ).

A base está preparada para fazer cobranças em troca da fidelidade ao Palácio do Planalto. Nesta terça, peemedebistas alardeavam que esperam apenas a votação do mínimo para cobrar de Dilma a demissão de Lupi.

"Se ela não demitir, ela não poderá cobrar mais nada de ninguém", disse um peemedebista. O partido vai usar a votação de hoje como um argumento para conquistar novas nomeações no governo Dilma.

"Se o PDT votar pelos R$ 560, o Lupi vai voltar a vender jornal", brincou o deputado Sílvio Costa (PTB-PE). Antes de entrar na política, Lupi era dono de banca de jornal no Rio de Janeiro. Outro pedetista que corre o risco de ficar fora do governo é o ex-senador Osmar Dias (PR), que pleiteia um cargo numa estatal de energia (Itaipu ou Eletrosul).

O PDT é o único partido da base que promete votar unido contra o valor do governo. O deputado Paulinho Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, sentiu a pressão do Planalto e ficou sozinho na defesa do valor de R$ 580.

Este era o valor inicial proposto por Paulinho e pelas centrais. "Já peleguei. Estou agora defendendo os R$ 560", disse. A estratégia dele é tentar fortalecer esse valor que conta com o apoio do DEM, do PDT e do PV.

Para tentar cooptar o voto de Paulinho e o apoio da Força Sindical, o ministro da secretaria geral da Presidência, Gilberto Carvalho, propôs a aprovação do mínimo de R$ 545 em troca da correção da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física. A própria presidente Dilma Rousseff também se reuniu com Lupi para exigir a fidelidade da bancada de 27 deputados na Câmara.

Argumentos

Os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, foram ontem à Câmara dar explicações sobre os motivos que levaram o governo a fixar o mínimo em R$ 545. Pela manhã, o secretário Executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, participou de debates com as bancadas, incluindo os partidos de oposição.

No PSDB, a defesa do mínimo de R$ 600 foi feita pelo economista Geraldo Biasoto Júnior. Na tribuna, ele deu detalhes de como o partido chegou a esse valor, defendido pelo candidato tucano derrotado à Presidência da República José Serra.

O PSDB, o DEM e o PPS não esperam defecções a favor do governo hoje. As eventuais dissidências devem ser computadas nas ausências dos deputados e não nos votos a favor do governo. O PV se declara independente e anuncia que vai votar pelo mínimo de R$ 560. Com apenas três deputados, o PSOL promete apresentar emenda defendendo o mínimo de R$ 700.

No PT, a expectativa é que só o deputado Eudes Xavier (CE), vote contra o governo. No PMDB, são esperadas 17 dissidências. Depois de perder a indicação para a presidência da Autoridade Pública Olímpica, o PC do B ensaiou votar contra o governo.

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Jornal O Dia em PDF, Quarta, 16 de Fevereiro de 2011

Mengão busca vaga na Libertadores e R10 luta contra rótulo de pé-frio - Com Ronaldinho Gaúcho enlouquecendo os torcedores, Fla estreia hoje na Copa do Brasil, em Maceió, contra o Murici - Rio - O Flamengo começa hoje a caminhada para tentar romper em campo as fronteiras que cruzou com a chegada de Ronaldinho Gaúcho. A vinda do craque devolveu ao clube sua projeção mundial. Às 22h, contra o Murici, no Estádio Rei Pelé, em Maceió, o time do técnico Vanderlei Luxemburgo dará o primeiro passo na Copa do Brasil, tendo a vaga na Libertadores como destino final. Enquanto a América está longe, o condutor principal, o camisa 10, redescobre o Brasil e arrasta multidões. Renato Abreu, que sofreu uma pancada no joelho esquerdo, é dúvida para a partida. No treino de ontem, no Rei Pelé, o clima era de jogo nas arquibancadas. Cinco mil pessoas, quase o público presente contra o Resende, domingo, em Macaé, levaram dois quilos de alimento não-perecível para ver de perto o astro maior do futebol brasileiro. Presidente do Murici, Geraldo Amorim disse que Ronaldinho é o adversário mais ilustre da história do clube alagoano.

“É a primeira vez que disputamos uma competição assim. O nosso futebol profissional foi criado em 1998. Alagoas só fica assim com o Flamengo. Com o Ronaldinho, então, fica tudo maior. Nunca enfrentamos alguém como o Ronaldinho”, afirmou o dirigente que, embora seja Flamengo, não ficará com o coração dividido. “Quero que o Flamengo chegue à Libertadores como campeão brasileiro. Na Copa do Brasil, vamos atrapalhá-lo”.

A histeria fora de campo não escolhia homens, mulheres ou crianças. Todos vibravam. O favorito era Ronaldinho. Assim que o astro pisou no gramado, o estádio explodiu. “Vão achar que é gol”, brincou o presidente do Murici. Alguns até tentam disfarçar, mas se entregam numa frase. Estavam todos lá pelo camisa 10 da Gávea, principalmente. “Eu vim ver o Ronaldinho e o 7. Como é o nome, mesmo? Ah, Thiago Neves. E o ladrão de bola também... Willians. Este é guerreiro”, disse o empresário Jaélson da Silva, de 40 anos.

A prova de que não há barreiras territoriais no Flamengo de Ronaldinho vestia Paraguai, no Rei Pelé. De férias em Maceió, Cristian Alvarenga, com a camisa de sua seleção, declarou amor ao Rubro-Negro, embora torça para o Olimpia em seu país. No aeroporto, o clima já era de festa. Centenas de torcedores se aglomeravam, deixando claro que a passagem de Ronaldinho pela cidade seria histórica. Falta apenas que isso se traduza em futebol dentro de campo.

Ronaldinho é pé-frio na Copa do Brasil

Maior estrela do Flamengo, Ronaldinho Gaúcho disputou três edições da Copa do Brasil pelo Grêmio, entre os anos de 1998 e 2000. E, apesar de sua vitoriosa carreira, nunca teve muita sorte na competição que leva à Libertadores.

Na Copa do Brasil de 1998, o Grêmio sofreu duas derrotas por 2 a 0 para o São Paulo. No ano seguinte, a vocação para pé-frio do meia aumentou.Logo diante do Flamengo. No Olímpico, o Rubro-Negro derrotou o time gaúcho, que não escalou Ronaldinho, por 2 a 1. O meia entrou apenas no segundo tempo da partida de volta, que acabou 2 a 2, no Maracanã — Fabão e Romário marcaram para os cariocas.

A única vitória de Ronaldinho na Copa do Brasil veio em 2000: 4 a 0 sobre o União Rondonópolis, no Mato Grosso. Neste jogo, o craque também desencantou e fez dois gols. Mas a sequência da competição foi desastrosa.

No jogo seguinte, 0 a 0 com a Portuguesa, no Canindé, e o craque atuou novamente por 90 minutos. Na volta ao Olímpico, Ronaldinho permaneceu em campo do início ao fim e balançou as redes uma vez, mas os gaúcho foram massacrados pelos paulistas por 4 a 1.

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Taxista maluco

WebUser - 10 Fevereiro 2011 PDF for iPad/PC

PRF orientações sobre o uso do ciclomotor

No mês de janeiro, 660 condutores foram orientados pela PRF quanto às regras para condução e circulação dos ciclomotores.

JornaldaCidade.Net

Desde janeiro desse ano a Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Sergipe intensificou a fiscalização e orientação aos veículos conhecidos como ciclomotores, com o objetivo de evitar que menores de 18 anos, pessoas não habilitadas e sem os dispositivos de segurança obrigatórios (sistema de iluminação e capacete) trafeguem pela rodovia, reduzindo dessa forma o número de acidentes, feridos e mortes.

É considerado ciclomotor todo veículo de duas ou três rodas, provido de um motor de combustão interna cuja cilindrada não exceda a cinquenta centímetros cúbicos (50 cc) e a velocidade máxima de fabricação não ultrapasse os 50 Km/h. Esses veículos também são chamados de "cinquentinhas" em virtude de sua baixa cilindrada.

No mês de janeiro, 660 condutores foram orientados pela PRF quanto às regras para condução e circulação dos ciclomotores, que são muito semelhantes às regras para as motocicletas. São elas:

* É obrigatório o uso do capacete pelo condutor e passageiro;

* O condutor deve ser maior de 18 anos e habilitado;

* A capacidade do ciclomotor é de apenas duas pessoas (condutor e um passageiro);

* Não é permitido o transporte de menores entre o condutor e o passageiro;

* Não é permitido o transporte de menores de 7 anos de idade;

* Condução obrigatória nas rodovias apenas pelo acostamento e nas cidades pela faixa mais à direita;

* É proibido conduzir o ciclomotor pela calçada e contramão de direção mesmo que por pequenas distâncias;

* É obrigatório o funcionamento do farol e sinaleira traseira vermelha, principalmente à noite;

* É necessário a comprovação de propriedade.

Desde que entrou em vigor o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) em 1998, a responsabilidade por registrar, licenciar e emplacar os ciclomotores é dos municípios, no entanto a maioria não o faz. Apenas Aracaju aprovou uma Lei permitindo conveniar com Departamento Estadual de Trânsito de Sergipe (DETRAN/SE) para este registrar e licenciar os ciclomotores, porém esse convênio ainda não foi celebrado.

Tramita atualmente no Congresso Nacional um projeto de lei alterando o CTB e passando a responsabilidade de registro e licenciamento dos ciclomotores dos municípios para os DETRANs. O projeto segue em tramitação, mas o ideal seria se os 75 municípios de Sergipe firmassem convênio com o DETRAN/SE.

Quanto à legislação aplicável aos ciclomotores podemos destacar a Lei 9503/97 - CTB em especial os artigos, 1º § 2º, 54, 55, 57, 129, 141, 244, 250, 269 § 1º, e resoluções do CONTRAN 14/98, 168/04.

O risco que correm os condutores e passageiros dos ciclomotores diariamente por não cumprirem as regras de trânsito, demostra a necessidade de iniciar uma mudança de cultura e comportamento, considerando que o trânsito em condições seguras é dever dos órgãos e componentes do Sistema Nacional de Trânsito (SNT). A PRF procura fazer a sua parte, porém sem os demais integrantes do Sistema, as dificuldades nessa fiscalização e na mudança de cultura tornam-se demoradas

Sua Casa - Edição 12 - 02-2011 & 03 2011


Valentine's Day ao redor do mundo

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Imagens engraçadas/curiosas - 15/02/2011

Clique na imagem abaixo para ver todas as fotos

Via Knuttz/Ueba

American Photo - Março/Abril 2011

Gatos são terríveis

Info Exame - Edição 300


Os protestos Egito: Do começo ao fim

Lamborghinis modificadas, Wangan Freeway, Tokyo

Vai uma aranha no jantar?

Tudo que você precisa é amor

Jornal O Estado de SP em PDF, Terça, 15 de Fevereiro de 2011

Marketing no futuro profissional de Ronaldo:
Jogador promete continuar sua ligação com o Corinthians como embaixador internacional do clube - O anúncio da despedida de Ronaldo não significa que deixará o Corinthians. "Apaixonado pelo clube", como faz questão de frisar, o Fenômeno seguirá trabalhando na equipe, agora fora das quatro linhas. Será uma espécie de embaixador, colaborando para divulgar o nome do clube fora do País. Com sua empresa de marketing esportivo, ainda dará força para levar jogadores ao Parque São Jorge - o amigo Roberto Carlos chegou por sua indicação. Adriano, que a Roma não liberou, também foi sugestão sua. Ele já tinha convencido o Imperador a desembarcar no Corinthians e pode, mais uma vez, intermediar novas conversas.

Uma coisa, contudo, é certa. Ninguém o verá num cargo de comissão técnica ou diretoria. Viagens e concentrações estão fora de seus planos. Ele não suportava, por exemplo, as pré-temporadas de Itu, que até renderam algumas gargalhadas para quebrar o clima na despedida de ontem. "Acho que vou levar a família para passar uns dias em Itu", brincou. Não gostava, mas mostrava profissionalismo. Agora, atuará bastante no marketing. E tentará seguir conseguindo dinheiro aos cofres de quem o fez renascer, pela última vez, para o futebol. "Serei uma espécie de embaixador institucional, levando o nome do Corinthians para fora (do País), e ajudando a captar cada vez mais."

Graças ao Fenômeno, a camisa corintiana virou a quarta mais valiosa do mundo, com R$ 50,1 milhões de patrocínios, atrás apenas de Manchester United, Liverpool e Real Madrid. E a marca, a mais rentável do País, com 748 milhões em 2010. Ronaldo fez a Nike renovar por cinco anos com o Alvinegro e levou os produtos da Hypermarcas (Bozzano, Avanço e Neo Química) para estampar a camisa. "E esses patrocínios não mudam até o fim da temporada", garante o presidente Andrés Sanchez.

Na verdade, a Hypermarcas pretende seguir explorando a imagem de Ronaldo com o Corinthians e estuda a prorrogação do acordo. Claro, com redução já que não terá mais o camisa 9 em campo. Mesmo assim, estuda seguir entre os maiores do País.

Nas arquibancadas. O torcedor também seguirá vendo Ronaldo de perto. Apaixonado pela capital, onde a mulher e os filhos já estão ambientados, o Fenômeno seguirá morando na cidade - numa mansão na zona sul - e garante não esquecer dos companheiros, agora indo apoiá-los nos jogos do Pacaembu. "Muitas vezes vocês vão me ver no estádio torcendo para o Corinthians, estarei sempre perto", garantiu. Ontem, antes de encarar a imprensa brasileira e mundial, Ronaldo foi a campo se despedir do time. Foi o primeiro momento de emoção no dia. Ele falou por alguns minutos, agradecendo a ajuda de todos, que não se importavam em declarar que "corriam por ele."

Foram 69 partidas pelo Corinthians e 35 gols, uma média de um gol a cada dois jogos. E para quem pensa que Ronaldo pouco fez no Parque São Jorge, basta lembrar de que seu último gol pelo clube levou o time à liderança do Nacional de 2010, com 1 a 0 sobre o Cruzeiro. Nas duas últimas conquistas de título, o Paulista e a Copa do Brasil de 2009, as vitórias vieram com belos gols do Fenômeno. Nos 3 a 1 diante do Santos, foram duas pinturas na Vila Belmiro, com aplausos até do Rei Pelé. Já nos 2 a 0 diante do Internacional, arranque, drible em Índio e chute certeiro, no canto.

Não por acaso, ele passou o dia recebendo mensagens dos companheiros e até de times rivais, como o meia Rivaldo, do São Paulo, e o técnico Luiz Felipe Scolari, do Palmeiras e com quem comemoraram o pentacampeonato em 2002. "Foi o maior gol dele", disse Felipão. No Twitter, na rastag #PRASEMPREFENOMENO (ganhou uma camisa do Corinthians com os dizeres) foram muitas as mensagens de "muito obrigado."

"Ronaldo. Um grande prazer jogar com você CRAQUE!! Valeu pela sua dedicação e sua entrega ao futebol mundial", postou André Santos. "Ronaldo seja feliz nessa nova fase da sua vida e obrigado por tudo que fez por nós", seguiu Júlio César. Danilo, Dentinho, Elias, William, Chicão, todos se despediram. E o site do clube nunca recebeu tantas mensagens de agradecimento.

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