sexta-feira, 25 de março de 2011

Imagens engraçadas/curiosas - 25/03/2011

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Via Knuttz/Ueba

MMA é para os fracos

40 inacreditáveis papéis de parade de flores coloridas

Superação- Luiz e sua Lambreta.- Cadê o Luciano Huck ?

Motociclista precisando de uma força.
Trata-se de de um Senhor de 61 anos que teve poliomielite, e usa uma lambreta adaptada e caindo aos pedaços como meio de transporte. Uma carta foi enviada ao quadro lata velha.
A idéia é que se o vídeo tiver um grande numero de visualizações venha a ser notado pelo programa.
Basta clicar no link e assistir o vídeo.
O vídeo está com apenas 925 exibições, vamos tentar promover isso. Quem sabe se esse vídeo estourar no youtube não dá ibope pro lata velha e a lambreta do Luiz não é reformada.

MotoWorld N.49 Março 2011

Jornal O Globo em PDF, Sexta, 25 de Março de 2011

Brasil muda e agora apoia investigar os abusos do Irã Pedido foi feito por Obama a Dilma; Cuba e China continuam contra - O governo Dilma Rousseff distanciou-se claramente da postura do antecessor Lula em relação ao Irã, votando a favor de uma resolução que abre caminho para o Conselho de Direitos Humanos da ONU investigar as denúncias de violações do regime de Ahmadinejad. Em sua visita a Brasília, no sábado, Barack Obama pediu o apoio de Dilma à resolução, mas não obteve
resposta. Na votação de ontem, ficou clara a divisão: entre os sete que apoiaram o regime dos aiatolás estão países com sérios problemas de direitos humanos, como Cuba, Paquistão e China, que temem ser alvo de uma resolução semelhante. “Este não é um voto contra o Irã. É um voto a favor do fortalecimento do sistema de direitos humanos”, justificou a representante do Brasil, embaixadora Maria Nazareth Farani Azevedo. Página 36

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Jornal O Estado de SP em PDF, Sexta, 25 de Março de 2011

Brasil muda de rumo, vota contra Irã na ONU e irrita regime dos aiatolás
Após dez anos de atuação diplomática que poupou Teerã de censura em fóruns internacionais sobre direitos humanos, País dá sinal de que o Itamaraty agirá com menos condescendência em relação a Estados que promovam violações de garantias individuais - Marcando uma mudança importante na atuação da diplomacia brasileira, a representação do Brasil no Conselho de Direitos Humanos da ONU votou ontem em favor de uma proposta, patrocinada por EUA e Europa, que determina o envio de um relator independente para investigar a situação das garantias individuais no Irã. O regime iraniano reagiu irritado.

A diplomacia iraniana acusou o País de "dobrar-se" à pressão dos EUA e insinuou uma traição. Argélia, Paquistão e outros países islâmicos também atacaram a posição brasileira. A nova posição do Brasil - antecipada na véspera pelo Estado - , que nos últimos dez anos havia poupado o regime iraniano de censura em fóruns internacionais, foi comemorada por ONGs e países ocidentais. A proposta foi aprovada com 22 votos a favor e 7 contra, com 14 abstenções. Entre os aliados do Irã estavam Cuba, China e Paquistão. A esperança de Teerã era de que o governo brasileiro se abstivesse, repetindo o padrão de votação durante o mandato de Luiz Inácio Lula da Silva - que havia buscado intensificar a aproximação com o Irã para se apresentar até mesmo como mediador na questão nuclear entre Teerã e Washington.

Ontem, o mal-estar na relação com o Irã ficou explícito. "É mesmo lamentável ver o Brasil adotar essa posição", afirmou o embaixador do Irã na ONU, Sayad Sajjadi. "Não esperávamos isso do Brasil", disse.

Na segunda-feira, um dia depois da saída de Barack Obama do Brasil, o iraniano pediu uma reunião com a missão brasileira em Genebra, justamente para pressionar por uma mudança de posição. Seu recado foi de que Brasília não poderia fazer parte da campanha americana. Mas não foi ouvido.

Em seu discurso ontem à ONU, Sajjadi acusou a resolução de fazer parte de uma "campanha política organizada pelos EUA". "Mais uma vez, o tema de direitos humanos tem sido manipulado para defender os interesses de alguns", alertou. Segundo ele, são os EUA os maiores responsáveis por violações no mundo, citando o apoio a Israel, guerras no Iraque e Afeganistão e prisões secretas pelo mundo.

"Queremos manter o diálogo e esperávamos que a ONU fosse o lugar para isso. No Irã, estamos trabalhando pelos direitos da população e isso tem florescido", alegou, contradizendo o relatório do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon que aponta que a repressão tem sofrido uma alta preocupante no Irã.

Questionado se a relação comercial com o Brasil e a eventual participação na negociação nuclear seria afetada, o embaixador não foi otimista. "Isso é o que teremos de ver agora", alertou.

A embaixadora do Brasil na ONU, Maria Nazareth Farani Azevedo, minimizava o voto e se esforçava para convencer de que o voto não era contra o Irã nem uma admissão dos erros do governo Lula. "É um voto a favor do sistema, não é um voto que é contra o Irã", disse. Segundo ela, o voto é ainda "coerente" com as posições que o país tem defendido na ONU. "Estamos dizendo a todos os países da ONU que a abertura para o sistema, receber visitas e dialogar é importante", apontou. Para ela, o governo Dilma insistirá que todos os países terão de ter um mesmo tratamento.

Mahmoud Ahmadinejad mantinha a relação com o Brasil como prova de que nem todo o mundo ocidental e democrático era contra o Irã. Mas nos primeiros dias do governo de Dilma - que em declarações públicas e entrevistas posicionou-se de forma contrária à sentença de apedrejamento da prisioneira iraniana Sakineh Ashtiani e deixou claro que não transigiria em temas de direitos humanos -, os iranianos já haviam se mostrado irritados com a presidente. Há um mês, em entrevista ao Estado, o chanceler iraniano confirmou atritos na relação bilateral.

Ontem, Mohammad Reza Ghaebi, negociador iraniano para temas de direitos humanos, foi ainda mais duro: "Neste momento que o Brasil deveria mostrar que é um país independente, e não um país pequeno que se curva aos interesses dos EUA", acusou. "É lamentável. Era uma questão de princípios", afirmou.

Orientado pessoalmente pela presidente, a ordem do Itamaraty era a de mostrar que o Brasil terá uma nova posição sobre direitos humanos. Outra constatação do País foi de que as oportunidades já foram dadas ao Irã por anos e Teerã não as aproveitou.

Do lado iraniano, porém, o sentimento de traição não vem por acaso. Na última década, o governo brasileiro se absteve ou votou contra todas as resoluções que condenavam o Irã. No ano passado, o Brasil foi um dos dois únicos países a não apoiar sanções contra Teerã por seguir com seu programa nuclear. No final de 2010, o Brasil absteve-se numa resolução que condenava o apedrejamento no Irã. Na ocasião, o ex-chanceler Celso Amorim alegou que "não votaria para agradar à imprensa". Ontem, apenas ditaduras votaram em favor do Irã.

Países islâmicos, que durante o governo Lula foram poupados de críticas por parte do Itamaraty, também não economizaram críticas ao Brasil. "O novo governo brasileiro está votando para agradar à opinião pública interna e ao Ocidente, não para mudar a vida dos iranianos", afirmou o embaixador da Argélia na ONU, Idriss Jazairy. Zamir Akram, embaixador do Paquistão na ONU -, falando em nome da Organização da Conferência Islâmica foi outro que criticou a diplomacia brasileira. "Vimos hoje uma mudança da visão do governo brasileiro", lamentou.

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Jornal O Dia em PDF, Sexta, 25 de Março de 2011

Núcleo de combate vira vilão
Carros que deveriam estar nas ruas contra a dengue podem ser foco do mosquito na Zona Oeste - Rio - Em casa de ferreiro, o espeto é de pau, já diz o ditado. Na garagem do Núcleo de Combate à Dengue da Secretaria Municipal de Saúde, em Campo Grande, cerca de 20 carros que deveriam estar nas ruas contra a doença estão abandonados num matagal, gerando possíveis focos de reprodução do mosquito da dengue. A menos de 100 metros dali, uma moradora de 11 anos está com a doença. E outros vizinhos já foram infectados mais de uma vez.

Em 2007, O DIA denunciou o abandono, nesse mesmo local, de 80 veículos doados pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa) em 2002. Ontem, os cerca de 20 vistos pela reportagem do jornal tinham o mesmo adesivo dos flagrados em 2007. A secretaria não soube informar se os automóveis são os mesmos. O terreno também serve de garagem para carros em bom estado, que transportam diariamente agentes de saúde.
Foto: Deisi Rezende / Agência O Dia

A infectologista do Instituto de Pesquisas Clínicas Evandro Chagas (Ipec/Fiocruz) Jois Ortega ressalta que não é recomendado deixar caçambas de caminhonetes sem proteção em locais sujeitos a receber água das chuvas.

Segundo moradores da região, não há cuidado com os veículos abandonados. “Ficam todos largados. Só são retirados quando a imprensa reclama. Tenho medo de que estejam armazenando água e se tornando criadouros de mosquitos”, revelou um comerciante da área.

Enquanto isso, a pequena Larissa Abreu, 11, moradora da Rua Charles Dickens, vizinha da garagem, passa mal há três dias com dengue. “Ela começou a sentir dores do corpo na terça e teve febre alta”, contou a avó da menina, Valcir Conceição Silva, 56 anos. A aposentada teme pelo descaso da prefeitura. “Se eles não cuidam nem do quintal deles, como vou me sentir segura de que estão combatendo o mosquito?”, questiona. Na vizinhança, para muitos moradores, já é rotina passar repelentes para sair na rua. “Passo em mim e nos meus filhos a cada 4 horas”, contou a técnica de enfermagem Erica Matos, 34.

Falta vistoria pelo bairro

O medo de ter novamente a doença em uma possível futura epidemia aterroriza Enilda Paula Barbosa, 61 anos. A costureira, que da janela consegue ver a garagem dos carros sucateados, revela que a proximidade com o Núcleo de Combate à Dengue só traz mais insegurança.

“Eles não fazem vistorias nas casas para ver vasos de plantas e caixa d’água há pelo menos três anos”, contou Enilda, que já teve dengue duas vezes, assim como as duas filhas, que moram na mesma casa.

A Secretaria Municipal de Saúde informou que os carros guardados no local não têm condições mecânicas de uso, e que está em curso processo de baixa de patrimônio, para que sejam inutilizados. Segundo a secretaria, o pátio e os automóveis passam por vistorias rotineiras para evitar focos de mosquito.

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Tá pensando que a cobra é banguela?

quinta-feira, 24 de março de 2011

Imagens engraçadas/curiosas - 24/03/2011

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Via Knuttz/Ueba

Jornal O Globo em PDF, Quinta, 24 de Março de 2011



* Primeiro Caderno. Novo ministro surpreende e joga Ficha Limpa para 2012. Resultado altera composição das assembleias e do Congresso.

- Fecham-se os olhos cor de violeta. Elizabeth Taylor, que encarnou todos os sonhos e pesadelos de Hollywood, morre aos 79 anos.

* Segundo Caderno. A trajetória épica de um mito das telas.
Morre aos 79 anos Elizabeth Taylor, ganhadora de três Oscars e ícone de beleza cuja vida amorosa foi marcada por escândalos.

* Esportes. Flu vence e tem novo fôlego na Libertadores. Caio Júnior é o técnico do Botafogo.

* Revista Boa Viagem. Casamento real de William e Kate inspira roteiro por castelos e belas paisagens no País de Gales e na Inglaterra.

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Veja - Edição 2209 (23/03/2011)



Jornal O Estado de SP em PDF, Quinta, 24 de Março de 2011

STF decide que Ficha Limpa só vale para 2012 e ‘barrados’ em 2010 vão assumir
Voto do 11º ministro, Luiz Fux, desempatou julgamento no Supremo; por 6 votos a 5, Corte decidiu que a lei de iniciativa popular não poderia ter sido aplicada na eleição passada - BRASÍLIA - O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu nesta quarta-feira, 23, que a Lei da Ficha Limpa não valeu nas eleições de 2010. Recém-empossado no tribunal, o ministro Luiz Fux deu o voto decisivo para liberar os candidatos ficha-suja que disputaram cargos em outubro do ano passado e que tinham sido barrados de assumir mandatos com base em restrições da lei.

Pela decisão, todos candidatos barrados pela Ficha Limpa que tiveram votos suficientes para se eleger devem tomar posse, entre eles Jader Barbalho (PMDB-PA), João Capiberibe (PSB-AP) e Cássio Cunha Lima (PSDB-PB).

Para precisar quantos deputados terão o mandato interrompidos para dar lugar a fichas-sujas será necessário recalcular o coeficiente eleitoral. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta quarta que não dispõe da relação de políticos que assumirão vagas no Congresso.

A decisão é uma derrota para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que sempre defendeu a aplicação imediata da lei, e adia a entrada em vigor de uma norma que teve origem numa iniciativa popular, com o apoio de 1,6 milhão de pessoas.

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Jornal O Dia em PDF, Quinta, 24 de Março de 2011

INSS poderá ser multado se cortar pensão acima do teto
Ação civil movida pela Defensoria Pública da União no Rio vale para segurados de todo o País

Brasília - Ação civil pública movida pela Defensoria Pública da União no Rio pede multa para o INSS em caso de redução das pensões com valores acima do teto e desconto de até 30% no valor do benefício. O defensor André da Silva Ordacgy, autor da ação proposta ontem, vem reunindo casos desde o ano passado, quando as viúvas começaram a receber cartas contendo ameaças de cobrança. O processo, identificado pelo número 20115101801684-0, foi distribuído para a 31ª Vara Federal Previdenciária.

Hoje, o defensor terá audiência com o juiz responsável para discutir o caso. O texto do processo pede que o INSS seja multado em valores que deverão ser estipulados pelo magistrado, caso as viúvas — que receberam os valores de ‘boa-fé’ e com a anuência da Justiça — sejam prejudicadas pela medida.

O INSS enviou as cartas para cumprir determinação do Tribunal de Contas da União (TCU), que contestou pagamentos acima do teto. Esses benefícios tinham valores superiores ao limite porque os aposentados entraram na Justiça e ganharam o direito à revisão. O TCU, então, entendeu que a Justiça só concedeu o direito aos aposentados e não às suas viúvas.

A partir daí, ordenou a redução das pensões das idosas e que os valores “pagos a mais” nos últimos cinco anos fossem descontados. Por mês, as viúvas teriam os benefícios reduzidos em até 30%.

Entre as vítimas, está Maria de Lourdes Carneiro Balocco, 85 anos. Conforme O DIA revelou em setembro, ela recebeu a carta contendo ameaça de redução do benefício.

Até 60 dias sem perícia

O secretário-executivo da Previdência, Carlos Gabas, concedeu entrevista a uma emissora de televisão e afirmou que o INSS estuda conceder auxílio-doença sem necessidade de perícia quando o afastamento for de até 60 dias.

O estudo ainda está em fase de elaboração, mas já despertou a indignação da Associação Nacional de Médicos Peritos (ANMP), que acredita que a medida abrirá brechas para fraudes nas concessões. A categoria afirma que a proposta foi rejeitada em 2006.

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Webuser - 24 Março 2011

Holi - Festival das Cores II

Holi - Festival das Cores

Fast Bikes - Maio 2011 for Ipad/Pc

Playboy - Brasil - Edição 430 (2011-03) - Completa for Ipad/Pc

quarta-feira, 23 de março de 2011

Jornal O Globo em PDF, Quarta, 23 de Março de 2011

* Primeiro Caderno. Coalizão não freia ataques de Kadafi a civis.

* Segundo Caderno. Um elenco estelar, com Anne Hathaway, Jamie Foxx e músicos brasileiros, se reúne para lançar o filme “Rio”.

* Esportes. Flu sem técnico no jogo do ano.

* Carro Etc. Uma visita a Arjeplog, uma cidade gelada na Suécia onde fabricantes de todo o mundo testam novos carros.

* Caderno Especial. Liberdade em debate.

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Jornal O Dia em PDF, Quarta, 23 de Março de 2011

Vovó Tricolor tenta provar que não integra grupo acusado de incêndio criminoso
O ataque aconteceu durante a visita do presidente americano Barack Obama ao país

Rio - De símbolo da torcida Tricolor a suspeita de ameaça à ordem pública durante a visita do presidente americano, Barack Obama ao Brasil e à imagem do País. Em liberdade provisória desde segunda-feira — após ser presa com outras 12 pessoas, na sexta, durante movimento em frente ao Consulado dos EUA —, Maria de Lourdes Pereira da Silva, 69 anos, vive drama: tentar provar na Justiça que não faz parte de grupo suspeito de jogar coquetel molotov no prédio. Contra ela e o grupo, pesam as acusações de incêndio criminoso e lesão corporal leve. Segundo o despacho do juiz de plantão, João Felipe Ferreira Mourão, “a colocação em liberdade dos requerentes acarretará grave risco à ordem pública” durante a visita de Obama. Eles foram soltos na segunda-feira, após advogados de defesa entrarem com outro recurso.

Conhecida pelos trajes alegres, o galo de estimação Paquito e a presença constante nos jogos e treinos do Fluminense, a Vovó Tricolor, como foi apelidada pela torcida, passou uma noite na 5ª DP (Gomes Freira) e final de semana no presídio de Segurança Máxima Bangu 8. Segundo filho que não se identificou, ela está traumatizada e abatida e não quis falar sobre o assunto.

“Às vezes, mal-entendidos destroem a vida de uma pessoa. Ela viu a passeata, achou bonito, pegou um cartaz e se juntou ao grupo. Ela não tem malícia nenhuma, mal sabe quem é Barack Obama ou o que significa antiamericanismo”, alegou o advogado dela, Estevão Ricardo de Souza e Souza.

IDOSA PASSOU MAL

Em uma das noites na prisão, a aposentada precisou de atendimento médico. “Começou a passar muito mal, parecia sofrer uma convulsão. Chamamos as carcereiras, mas elas demoraram. Ela foi atendida em algum hospital e depois de uma hora voltou para a cela”, lembrou Gabriela Proença da Costa, que dividiu o espaço de cerca de 15 metros quadrados com a Vovó e mais uma manifestante, Pâmela Rossi.

Segundo Gabriela, em Bangu 8, elas não saíram da cela, com receio da reação das outras presas. “Ouvimos comentário de que éramos terroristas. Elas passavam olhando”.

Liberdade negada porque ato poderia ferir imagem do País

Os manifestantes que ficaram em cela no Presídio Ary Franco, em Água Santa, se queixaram que foram identificados como o suposto grupo que queria matar o presidente americano. Além da cabeça raspada, reclamam que foram revistados nus. A liberdade deles chegou a ser negada, porque o episódio contra o Consulado dos EUA, segundo um juiz de plantão, macula a imagem do País, que sediará nos próximos anos dois dos maiores eventos globais: Copa e Olimpíadas.

“Não fomos agredidos fisicamente, mas verbalmente. Nos chamavam de grupo que queria matar o Obama”, contou Gabriel de Melo, de 21 anos, um dos presos. Para José Haroldo dos Anjos, professor e mestre em Direito pela Uerj, a iniciativa de raspar a cabeça fere os Direito Humanos. “É uma arbitrariedade”, disse ele, que defende que o fato seja apurado pelo Ministério Público. A OAB vai analisar o caso.

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) disse que os cabelos foram cortados da mesma forma que os dos demais custodiados que ingressam no Ary Franco.

Alta tecnologia da tenda secreta

A Casa Branca divulgou a tecnologia da tenda usada pelo presidente Barack Obama para ter discussões seguras com seus assessores sobre a situação na Líbia de dentro do seu quarto no hotel do Rio. A tenda é uma instalação especial para troca de informação confidencial e é batizada de Sensitive Compartmented Information Facility (SCIF, na sigla em inglês).

Elas são tidas como os locais mais seguros do mundo para conversas: são à prova de grampos e de som e protegidas contra a ação de hackers.

Obama falava com a secretária de Estado de seu país, Hillary Clinton, e o secretário de Defesa, Robert Gates. Pelas imagens divulgadas, é possível identificar que foi montada no carpete do quarto do hotel. As SCIFs formam anel de ondas eletrônicas que só permitem que entrem na tenda mensagens criptografadas enviadas por linha segura via satélite. As SCIFs são sempre transportadas durante viagens presidenciais.

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Jornal O Estado de SP em PDF, Quarta, 23 de Março de 2011

Acordo deve dar à Otan comando militar de intervenção contra Kadafi - WASHINGTON - Um acordo para que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) assuma o comando da operação militar na Líbia guiada por um comitê formado por chanceleres do Ocidente e de países árabes deve entrar em vigor nos próximos dias. Para participar da ação, a Otan precisa da aprovação de 28 de seus países-membros, entre eles a Turquia, que insiste em uma operação militar mais restrita e garantias de que não haverá uma ocupação na Líbia. diplomacia, que incluiu telefonemas do presidente Barack Obama aos líderes francês, britânico e turco, um amplo acordo foi acertado para que a Otan obtivesse um importante envolvimento na operação.

O acordo resolverá dois problemas: dará aos EUA - que estão comandando a intervenção militar na Líbia para evitar que o regime de Muamar Kadafi massacre a população, mas estão com pressa de passar o controle para a frente - uma organização para entregar o comando. E ele também dará uma cobertura política à Otan, que, segundo alguns, não é bem vista pelo mundo muçulmano por causa de sua participação na guerra no Afeganistão.

"Quando essa transição ocorrer não serão nossos aviões que manterão a zona de exclusão aérea. Não serão nossos navios que necessariamente controlarão o embargo de armas. Isso é exatamente o que as outras nações farão", disse Obama em uma entrevista coletiva em El Salvador. Paris mascara com a manobra o papel da Otan no comando efetivo das operações, como pediam americanos - que sofrem com o desgaste político e o ônus econômico de liderar duas guerras no exterior - e britânicos.


Na segunda-feira, divergências entre os principais membros da coalizão aprofundaram-se em Bruxelas, durante a reunião dos chanceleres da União Europeia. Pela manhã, Obama pressionava por rapidez na transferência do comando, "Espero que dentro de alguns dias nós tenhamos clareza e um acordo entre aqueles que participam do processo", declarou.

A polêmica sobre o comando estendia-se até a tarde de ontem, quando a fórmula do comitê político foi elaborada. "Levei a proposta a nossos colegas britânicos, que estão de acordo com a criação de uma instância de coordenação política da operação, reunindo os chanceleres dos países interventores e os da Liga Árabe", anunciou o chanceler francês Alain Juppé. "A partir dessa coordenação política, utilizaremos a capacidade de planejamento e intervenção da Otan."

A primeira reunião do comando político, cuja data ainda não foi definida, será em Bruxelas, Londres ou Paris, afirmou Juppé. Além de garantir o apoio árabe para os bombardeios, a ideia do comitê é driblar a resistência da Alemanha e da Turquia - dois membros da Otan.

Ontem, o secretário de Defesa dos EUA, Robert Gates, e Juppé mencionaram pela primeira vez a necessidade de encerrar os bombardeios nos próximos dias. "As ações militares na Líbia serão fortemente reduzidas em alguns dias", antecipou o americano. Já em Londres, o chanceler William Hague se recusou a estipular um prazo para o fim da intervenção militar. "Consideramos que estamos na primeira fase (da ofensiva)", disse. "Não acho que possamos fixar uma data final sobre isso."

Pela manhã, o ministro das Forças Armadas, Nick Harvey, afirmara à rede BBC que a possibilidade de enviar uma força terrestre à Líbia não estava descartada - um cenário que tem sido sistematicamente afastado por Washington e Paris. Segundo Harvey, a força não seria de ocupação, nem teria "escala significativa", mas atuaria num "papel defensivo, para proteger os civis".

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terça-feira, 22 de março de 2011

Imagens engraçadas/curiosas - 22/03/2011

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Via Knuttz/Ueba

Superinteressante - Edição 288 - Fevereiro de 2011

Superinteressante - Edição 287 - Janeiro de 2011

Amateur Photographer - 26 Março 2011

Nike - Um Mundo Melhor

Libia - Ataques aéreos da ONU ajudam rebeldes

StuntBums Presents LotWars 2011

Jornal O Globo em PDF, Terça, 22 de Março de 2011

Primeiro Caderno. Desarticulação de aliados ameaça operação na Líbia. Países divergem sobre quem comandará ofensiva; Brasil pede cessar-fogo.

Segundo Caderno. Deborah Colker reaparece menos acrobática e muito mais sentimental em seu novo balé, “Tathyana”.

Esportes. O sorriso está de volta ao Vasco.

Revista Megazine. Vítima de bullying por ser negro e pobre, o rapper Emicida pediu até esmola. Agora vai cantar no Rock in Rio.

Revista Planeta Terra - Florestas. O grande censo das floresta no Brasil

Revista Planeta Terra - Água. Preciosa, água do Paraíba do Sul é cobiçada por Rio e São Paulo.

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Jornal O Dia em PDF, Terça, 22 de Março de 2011

Um território sob o domínio do terror de Matemático
Traficante que deixou cadeia pela porta da frente comanda bando armado e deixa moradores da Zona Oeste reféns do medo - Rio - Desde que saiu pela porta da frente da cadeia em abril de 2009 — beneficiado pelo regime semiaberto que o autorizou a trabalhar na funerária da família de sua advogada—, o traficante Márcio José Sabino Pereira, o Matemático, jamais voltou. Pior: o criminoso liderou guerras por bocas de fumo que aterrorizaram moradores, deixou que seus soldados praticassem assaltos nas ruas da região de Senador Camará e voltou a oprimir a população do Complexo da Coreia, na Zona Oeste, como revelam imagens obtidas por O DIA. Tudo isso praticamente sem ser incomodado pela polícia. Longe das ações de pacificação em outras áreas da cidade, Matemático — também conhecido como Batman ou Batgol — foi estendendo seus tentáculos e dominando praticamente tudo o que dá lucro na comunidade. O bandido entrou até no delicado e sangrento negócio das máquinas caça-níqueis. Normalmente elas pertencem aos ‘capos’ da máfia do jogo do bicho. Em Senador Camará, não: lá, Matemático passou a controlar cada moeda apostada na jogatina. “E ele é violento, cruel, mata e deixa matar sem piedade”, diz uma apavorada moradora da Favela do Rebu.CERCADO DE SEGURANÇAS

Além dessa comunidade, o bandido — principal chefe da facção Terceiro Comando Puro (TCP) — controla Coreia, Vila Aliança, Taquaral, além de favelas do Complexo da Maré, na Zona Norte. Sempre armado com uma pistola no coldre, preso do lado direito da barriga, e um cinto com vários carregadores, vive cercado de seguranças de fuzil.

Apesar de aparecerem com registro de 2008 no vídeo, as cenas são recentes. Filmadas entre dezembro do ano passado e janeiro deste ano, as imagens a que O DIA teve acesso revelam um pouco do cotidiano de terror imposto pelo homem que mandou pintar um gigantesco símbolo do Batman (referência a um de seus apelidos) no meio da Rua São Luiz, onde funciona uma das principais bases da quadrilha da Coreia. Ali, com olheiros por toda a parte, os criminosos montaram até uma tenda, onde almoçam com o fuzil no colo e tomam banho de mangueira para enfrentar o forte calor.

Última grande ação contra o criminoso ocorreu em maio

Há quase um ano, as forças de segurança do Rio não fazem uma grande ação para caçar Matemático. Mais precisamente em maio foi a última investida, quando a 34ª DP (Bangu) e o 14º BPM (Bangu) planejaram uma operação conjunta que resultou em cinco mortos e 15 presos. De lá para cá, apenas incursões esporádicas aconteceram. E o chefe do tráfico sempre conseguiu escapar.

Na verdade, depois daquela ação, ele deu uma ordem: não atacar mais a polícia. Com a medida, evitou as constantes investidas das autoridades de segurança. Em pelo menos três ações da Polícia Civil, houve mais de 10 mortos em confrontos. Há duas semanas, a PM chegou a trocar tiros e matou dois traficantes, numa incursão rotineira do veículo blindado. Mas, como revelam as filmagens, os radiotransmissores estão por toda a parte. E a fuga quase sempre é bem sucedida.

Recompensa de R$ 3 mil por informação

No Disque Denúncia (2253-1177), uma informação que leve à prisão de Matemático vale recompensa de R$ 3 mil. Mas a mão de ferro com a qual ele domina a região deixa os moradores com medo. Há três semanas, uma jovem e dois parentes de Volta Redonda teriam sido executados e jogados em um rio próximo à comunidade, acusados de serem informantes.

Matemático é dono de um dos maiores arsenais de guerra da cidade, como também revelam as imagens. Bandidos portando com fuzis e pistolas desfilam tranquilamente, passeiam em carros roubados e controlam cada metro das comunidades.

Do gás, cujo botijão chega a R$ 46, ao garrafão d’água a R$ 6, o traficante dominou a venda de drogas, e há pouco tempo se rendeu à venda do crack, que antes ele evitava comercializar. Vans, Kombis, mototáxis, todos pagam propina ao bandido. Matemático ganha até de um ferro-velho que compra fios de cobre roubados. Com 13 anotações na ficha criminal, Matemático está condenado a 12 anos de prisão.

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Jornal O Estado de SP em PDF, Terça, 22 de Março de 2011

Voto do Brasil irrita rebeldes em Benghazi - O comboio leal ao ditador Muamar Kadafi, que se dirigia para Benghazi quando foi destruído pelos caças-bombardeiros franceses na noite de sábado, estendia-se por uma faixa de 30 quilômetros na saída oeste da "capital rebelde". Os benghazis visitam agora esse cemitério de veículos militares e têm certeza daquilo que os esperava naquela noite: seriam trucidados.

"Veja o presente que Kadafi trazia para Benghazi", brinca Najib Shekey, engenheiro eletricista de 30 anos. Sua sensação é a de que todos os habitantes da cidade foram salvos pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy.
Quando ficam sabendo que o repórter é brasileiro, muitos balançam a cabeça em sinal de desaprovação e perguntam por que o Brasil se absteve na votação do Conselho de Segurança da ONU que autorizou a zona de exclusão aérea. Os líbios são fanáticos por futebol e, por isso, têm - ou tinham - apreço pelo Brasil. Agora, tentam entender por que esse apreço, na sua interpretação, não é retribuído. "O governo brasileiro apoia Kadafi", constata Shekey. "Deve ser por causa de dinheiro. Talvez vocês tenham medo de que seus investimentos sejam prejudicados."

Bons e maus países. Mohamed Sherif, de 50 anos, prefere lembrar que há uma diferença entre o governo e o povo de um determinado país . "O governo brasileiro é mau, mas o povo é bom."

Abdul Fatah, professor de geografia de 32 anos, tira lições parecidas da votação no Conselho de Segurança da ONU. "China, Rússia, Brasil, Alemanha e Índia são maus", afirma ele, enumerando os cinco países que se abstiveram na votação, que não teve votos contra. "Inglaterra e EUA são bons. E Sarkozy é o número 1."

França e Inglaterra protagonizaram a preparação do esboço da resolução e pressionaram por sua aprovação no Conselho de Segurança da ONU, na quinta-feira. Dois dias depois, Paris foi anfitriã de uma reunião que mobilizou países árabes e ocidentais para acertar os últimos detalhes da intervenção militar na Líbia.

O dentista Mortala Bujazi, de 27 anos, tem uma explicação mais elaborada. "Brasil e Índia não entendem o que acontece aqui. Vocês estão confusos, acham que a oposição pegou em armas para lutar contra o governo. Não é isso", diz. "Todos os líbios rejeitam Kadafi. A luta é entre o povo líbio e a família de Kadafi."

Zona de exclusão aérea. O estudante de engenharia Monir Kraimesh, de 23 anos, que mora na parte sudoeste de Benghazi, conta que viu as forças leais ao coronel Kadafi aproximando-se da cidade. "Achei que destruiriam tudo, que todos nós morreríamos."

Kraimesh e todos os habitantes da região de Benghazi com quem o Estado conversou acreditam que a zona de exclusão aérea seja muito importante para evitar o avanço das tropas leais a Kadafi. Para livrar-se dele, entretanto, os opositores precisarão de mais apoio da comunidade internacional. "Somos mais de 6 milhões. Eles são apenas uns 10 mil. O que eles têm são armas pesadas", afirma Mohamed Abdullah, um engenheiro de 36 anos.

Caça a Kadafi. Ontem, moradores de Jarrotha, vilarejo a 30 quilômetros de Benghazi, onde os veículos foram destruídos por um míssil, colocaram a cabeça de uma cabra na grade do motor do caminhão. "Se nos derem armas, arrancaremos a cabeça de Kadafi, como a dessa cabra", garantiu Abdullah.

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segunda-feira, 21 de março de 2011

Imagens engraçadas/curiosas - 21/03/2011

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Via Knuttz/Ueba

Official Trailer 2 - Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides

Jornal O Globo em PDF, Segunda, 21 de Março de 2011

* Primeiro Caderno. Obama: Brasil dá exemplo de democracia a mundo árabe. Em meio à guerra na Líbia, presidente dos EUA fala em relação mais igualitária entre os países.

* Segundo Caderno. Amizade segundo Cláudio Paiva O roteirista e cartunista Cláudio Paiva escreve “Tapas e beijos”, seriado com Andréa Beltrão e Fernanda Torres que fala da amizade.

* Esportes. Vasco vence e quebra jejum de 1 ano.

* Kzuka no Globo. I wanna be a billionaire.

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