sexta-feira, 29 de abril de 2011

O Casamento Real

Jornal O Globo em PDF, Sexta, 29 de Abril de 2011

* Primeiro Caderno. Após mudança, Vale ajudará governo a salvar Belo Monte. Empresa investirá até US$ 500 milhões no consórcio da maior obra do PAC.

* Segundo Caderno. O veterano Fausto Fawcett e um jovem “baixador” de filmes falam sobre a reabertura do Cine Joia.

* Esportes. Libertadores: Flu derrota Libertad.
Tricolor supera paraguaios (3 a 1) e pode até perder por um gol de diferença em Assunção.

* Revista Rio Show. Craques da saideira. Conheça a nova turma de profissionais que vem substituindo os garçons mais queridos da cidade depois de aposentados.

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Folha de São Paulo em PDF, Sexta, 29 de Abril de 2011

Correios poderão vender celular e comprar aviões:
Medida provisória autoriza os Correios a montar uma empresa de telefonia celular, comprar frota de aviões para transporte de carga e investir no trem-bala. A estatal também poderá criar seu próprio banco e se associar a outras empresas financeiras. O texto, assinado pela presidente Dilma, reforma estatuto de 1979 e amplia os poderes da estatal no momento em que passa a ser comandada pelo PT.

Alckmin defende a fusão de tucanos com DEM e PPS

Prazo para enviar o IR acaba hoje às 23h59min59s

Ataque a bomba mata ao menos 14 no Marrocos

EUA têm quase 300 mortos em 2 dias de tornados

Receita Federal cobra R$ 15,5 bi da Petrobras

São Paulo investe mais na PM e faz economia na Civil

Ata do BC aponta taxas de juros mais altas e por maior tempo

Governo aprova regra mais rígida para concessão e uso de cheques

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Jornal O Dia em PDF, Sexta, 29 de Abril de 2011

Iluminado, Fluzão supera uma hora de apagão e vence o Libertad por 3 a 1:
Rio - Um apagão e um sufoco. O Fluminense precisou encarar essas duas situações para abrir vantagem no confronto oitavas de final da Copa Libertadores da América. Na noite desta quinta-feira, o time das Laranjeiras, depois de uma paralisação de 1 hora e 5min por conta de uma queda de energia no Estádio do Engenhão, venceu o Libertad, do Paraguai, pelo placar de 3 a 1, e se aproximou de uma vaga entre os oito melhores clubes da competição sul-americana. De quebra, o resultado no Rio de Janeiro tira a invencibilidade dos paraguaios no torneio.

Depois de conquistar o resultado positivo na noite desta quinta-feira, o Fluminense poderá perder por até um gol de diferença para avançar às quartas de final. Pelo fato de ter balançado as redes no Rio de Janeiro, o clube paraguaio avançará de fase na competição continental se bater a equipe comandada por Enderson Moreira por 2 a 0.

O jogo

O apito inicial do árbitro pela primeira vez não iniciou uma partida de futebol. Na noite desta quinta-feira, o som emitido pelo argentino Sergio Pezzotta acionou o sistema de apagão do Estádio do Engenhão, conhecido depois do último final de semana, quando a energia caiu por duas oportunidades no clássico entre Fluminense x Flamengo. Somente após mais de uma hora e cinco minutos, enfim, o duelo iniciou.

Ao contrário das luzes do estádio que demoraram a esquentar depois da enorme paralisação, o Fluminense começou a partida acelerado, pressionando o adversário. E, por consequência da postura ousada, o time das Laranjeiras acabou recompensado. Logo aos 4min, Edinho aproveitou cobrança de escanteio e desviou para a segunda trave na direção de Rafael Moura, que tocou de cabeça para dentro das redes paraguaias.

O Fluminense não conseguiu manter a intensidade do veloz início de jogo. Apesar da queda de rendimento e intensidade do time brasileiro, o Libertad não conseguiu crescer no confronto. Sem criatividade e apagado em campo, o clube paraguaio pouco chegou à intermediária dos mandantes durante os primeiros 45min de partida. Cenário perfeito para a agremiação carioca.

O retorno dos vestiários mudou completamente o panorama da partida. Dominante durante a primeira etapa, o Fluminense sofreu do mesmo problema do Estádio Engenhão: um apagão. Sim, um apagão. De repente, a equipe comandada por Enderson Moreira caiu para um rendimento praticamente nulo e sofreu um duro castigo em casa.

Aos 15min da etapa complementar, Ayala cruzou para a área do Fluminense na direção da marca do pênalti. Esperto na jogada, o baixinho atacante Gamarra antecipou ao goleiro Ricardo Berna, que ficou perdido no lance, e conseguiu desviar para as redes brasileiras. Um golpe duríssimo para o time de Enderson Moreira. Golpe que mudou o comportamento da torcida no Estádio do Engenhão.

Com o gol visitante, a torcida do clube tricolor passou a vaiar a equipe, especialmente o goleiro Ricardo Berna. A perseguição nos gritos oriundos da arquibancada, no entanto, não permaneceu tempo suficiente no local. Pouco mais de dez minutos após sofrer o empate, o atual campeão brasileiro novamente promoveu uma enorme festa no Engenhão.

E o principal responsável pela efusiva celebração foi o meio-campista Marquinho, um dos destaques da arrancada do Fluminense na Copa Libertadores. Apagado durante todo o confronto desta quinta-feira, o camisa 7 soltou uma bomba de fora da área e marcou um lindo gol para aliviar a tensa situação imposta pelo Libertad no Rio de Janeiro.

O golaço de Marquinho inspirou o Fluminense. O gol do meio-campista motivou ainda mais o clube das Laranjeiras, que aumentou o marcador por intermédio do principal destaque da equipe no Campeonato Brasileiro. Aos 29min, o argentino Darío Conca cobrou falta com categoria e fez o terceiro, assegurando uma boa vantagem para o "Time de Guerreiros".

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Jornal O Estado de SP em PDF, Sexta, 29 de Abril de 2011

Tornados arrasam sul dos EUA e deixam 280 mortos e 941 feridos:
Seis Estados americanos amanheceram ontem devastados por cerca de cem tornados, que provocaram a morte de ao menos 280 pessoas e ferimentos em outras 941, segundo dados divulgados até as 19 horas. Somente no Alabama, as vítimas totalizaram 194. Washington declarou estado de emergência em toda a região. Órgãos federais e estaduais enviaram equipes em helicópteros e aviões para avaliar os danos. Cerca de 2 mil soldados da Guarda Nacional e centenas de policiais e bombeiros seguiram para a região para auxiliar as vítimas e prevenir novas tragédias. O Serviço Nacional de Meteorologia previu ontem a formação de mais tornados nos próximos dias.

Atento para não repetir sua visita tardia às vítimas do vazamento de petróleo no Golfo do México, no ano passado, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou que visitará o Alabama hoje.

"Nós não podemos controlar quando nem onde uma tempestade terrível vai cair, mas nós podemos controlar a reação a seus impactos", declarou Obama, candidato democrata à reeleição em 2012. "Vamos fazer o que for necessário para ajudar as pessoas a reconstruir suas vidas. Faremos o possível", prometeu.

A maioria dos tornados passou a uma velocidade de 80 a 120km/h pelo Alabama e seguiu para os Estados de Tennessee, Mississippi, Georgia, Virginia e Kentucky.

A situação no Alabama, o oitavo Estado mais pobre dos EUA, foi a mais grave. A maioria das casas, construídas com madeira justamente para evitar danos provocados pelos habituais tornados que ocorrem nesta época do ano, foi destruída. Em toda a região sul dos EUA, os residentes costumam manter um porão para se proteger.

À imprensa, o governador do Alabama, Robert Bentley, afirmou que poucas pessoas são capazes de deixar suas casas e procurar proteção em outros lugares quando alertas sobre a passagem de um tornado são emitidos, como ocorreu na quarta-feira. "O povo do Alabama entende a força dos tornados. Mas não há como retirar milhares de pessoas em cinco minutos."

Dezenas de milhares de moradores estão desabrigadas no Estado, e 335 mil residências e estabelecimentos comerciais estão sem eletricidade, segundo a Companhia Alabama de Energia. A empresa advertiu para um desastre maior do que os provocados pelos furacões Ivan (2004) e Katrina (2005) se novos tornados atingirem a região. A passagem do Katrina resultou em 1.836 mortes, dentre as quais 1.577 no Estado da Louisiana.

Mágico de Oz. A corretora de imóveis Sharon Blue, de 57 anos, abrigou-se com seus dois cachorros na lavanderia, único cômodo que permaneceu em pé de sua casa de tijolos em Birmingham, Alabama, segundo o jornal The New York Times. Rezando, ela viu o telhado, sua coleção de Bíblias e a geladeira voarem com os tornados.

"Eu pensei que a casa toda sairia voando. Foi como a Dorothy em "O Mágico de Oz". Eu só segurava meus cachorros e rezava", relatou. Brian Wilhite, clínico geral do Hospital Druid City, em Tuscaloosa, cidade com 180 mil habitantes, afirmou à rede de TV CNN ter-se lembrado da Guerra do Vietnã. "Um médico viu duas pessoas morrerem diante dele, sem que pudesse fazer nada", contou. "Parece que caiu uma bomba atômica. Vizinhanças inteiras desapareceram."

O dono de restaurante Gary Lewis também relatou o desaparecimento completo da Rua 15, de Tuscaloosa, onde ficavam as principais redes de fast-food e de comércio. "Essa coisa, essa tarde, foi um monstro."

O bairro de Alberta, na mesma cidade, também "se foi", relatou Fred Jackson ao jornal The Tuscaloosa News. "A terra começou a se mover, as raízes foram arrancadas, tudo estava se movendo. Minha casa foi destruída. Tivemos de sair pela janela. Perdemos tudo", afirmou.

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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Jornal da Tarde em PDF, Quinta, 28 de Abril de 2011

Centro começa a recuperar moradores:
A população do centro de São Paulo voltou a crescer. A região terminou o ano passado com 411 mil habitantes, 12 mil a mais em relação ao verificado em 2000, segundo dados da Secretaria Municipal de Habitação obtidos pelo Jornal da Tarde. O resultado significa o fim da fuga de moradores da área, constatada nas últimas décadas.

“O número não é tão alto, mas é uma reversão satisfatória”, afirmou o secretário de Habitação, Ricardo Pereira Leite. O estudo abrange as moradias na Bela Vista, Bom Retiro, Brás, Cambuci, Consolação, Liberdade, República, Santa Cecília e Sé.

Esses bairros vinham perdendo moradores desde o século passado. “Primeiro, houve uma saída de população de alta renda por volta da década de 50. E, depois, houve investimentos desastrosos do próprio poder público, como a construção do Minhocão, na década de 70, que desvalorizou imóveis”, contou o professor Eduardo Nobre, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP).

O processo de degradação aprofundou-se e, em 1991, o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou queda de 14% do número de moradores nesses locais, em comparação ao registrado em 1980. De 1991 para 2000, o saldo de habitantes tornou a cair: 23%.

Neste ano, estatísticos da Companhia de Habitação de São Paulo (Cohab-SP)) constataram a retomada do crescimento populacional ao analisar dados preliminares do último Censo divulgados pelo IBGE no ano passado. Procurado, o IBGE não confirmou os dados citados nesta reportagem e informou que divulgará seus números por bairro nesta sexta-feira.

A reocupação da área central resulta de um conjunto de fatores, na avaliação do secretário de Habitação. Um deles seria o baixo preço de imóveis. “Quando houve a degradação, imóveis perderam valor e passaram a ser mais atraentes”, observou Leite.

Estudantes, recém-casados e famílias de classe média passaram a notar, ainda, a boa infraestrutura do centro, que reúne mais comércio, hospitais e opções de transporte, como o metrô. “Morar no centro significa ficar mais perto de tudo, em vez de atravessar a cidade”, resumiu o economista Cícero Yagi, consultor do Sindicato de Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP).

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Trailer: Immortals

Jornal O Dia em PDF, Quinta, 28 de Abril de 2011

PF desmonta quadrilha que roubou R$ 120 milhões
Fantasmas recebiam benefícios do INSS e até brigavam na Justiça. Fraude durou 28 anos. Rio - A Delegacia de Polícia Federal em Niterói e a Assessoria de Planejamento (APE) do INSS desmantelaram ontem quadrilha que agia há quase 30 anos e que desviou mais de R$ 120 milhões. O crime envolvia nomes de aposentados já mortos ou fictícios. Eram 400 benefícios entre R$ 1.500 e R$ 2 mil — emitidos pela agência da Previdência em São Gonçalo. O bando fazia recadastramento, empréstimo consignado, declaração de Imposto de Renda e até entrava na Justiça (e ganhava) contra o INSS. O custo mensal desses benefícios era de R$ 600 mil.

A Operação Highlander prendeu nove pessoas (duas estão foragidas), entre elas, ex-servidor do instituto. A investigação começou com denúncia anônima em 2009, explica o superintendente do INSS no Rio, Manoel Lessa. “A APE foi procurada por uma pessoa que denunciou a existência de uma mulher que recebia três benefícios”, explicou.

A força-tarefa identificou que os 400 benefícios foram concedidos entre 1983 e 1994. “Antes da informatização do INSS. Hoje, não seria possível. Temos mecanismos para prevenir fraudes”, comentou Lessa. Segundo ele, a mulher que recebia benefícios foi ao banco sacar. Flagrada pela PF, acabou presa e denunciou outro integrante, um ex-servidor.

Lessa explicou que auditoria interna do INSS já havia identificado mais de 100 benefícios falsos e mandou suspender. Quase sempre iam à Justiça para reaver o dinheiro, com sucesso. “Uma só pessoa tinha até 15 cartões”, revelou o superintendente. “Eles alteravam datas de nascimento dos fantasmas para rejuvenescê-los. Isso deu o nome da operação”, descreveu o delegado Wanderson Pinheiro, responsável pela Highlander. Há suspeita de que alguém tenha facilitado a emissão de CPFs no extinto Banerj. “Havia séries inteiras de CPFs falsos. Na apreensão, muito material de falsificação foi recolhido, com identidades falsas e cartões magnéticos, além de R$ 73 mil em dinheiro”, acrescentou.

Dos três “fundadores” do esquema, só um está vivo e foi preso. Como os anteriores, era servidor, mas aderiu a Programa de Demissão Voluntária em 1998. Homem chamado Benjamim, filho de servidor e vereador em São Gonçalo, herdou cartões do pai. Foi assassinado à porta de casa ano passado.

BENS DE FRAUDADORA VENDIDOS

Após primeira tentativa fracassada há duas semanas, os imóveis sequestrados judicialmente da ex-advogada Jorgina de Freitas — que cumpriu 14 anos de prisão por fraudar o INSS em R$ 200 milhões — foram ofertados em um segundo leilão ontem. Segundo a Advocacia-Geral da União (AGU), o resultado foi considerado um sucesso: todos foram arrematados por R$ 1,811 milhão.

Em entrevista à revista Istoé, a ex-advogada alertou que os leilões subvalorizavam os imóveis, levantando suspeitas para outro tipo de fraude na venda do patrimônio. Segundo ela, os primeiros leilões só serviriam como fachada, sem oferta de lances, para que os seguintes permitissem que as unidades fossem arrematadas por preços inferiores aos de mercado. O INSS divulgou nota negando que os valores fossem estipulados pela Previdência.

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Jornal O Estado de SP em PDF, Quinta, 28 de Abril de 2011

Fatah e Hamas anunciam acordo de reconciliação, sob críticas de Israel
Facções rivais selam pacto preliminar que encerraria quatro anos de divisão entre Cisjordânia e Gaza, com a formação de governo provisório e eleições gerais; governo israelense acusa Autoridade Palestina de ter adotado uma posição radical - Após quatro anos de divisão, as facções palestinas Hamas e Fatah anunciaram ontem um acordo preliminar de reconciliação. Negociado em reuniões secretas no Cairo, o pacto prevê a formação de um governo interino, a fixação de uma data para as eleições e a libertação de presos políticos. No entanto, restam em aberto várias questões-chave - como, por exemplo, a unificação das forças dos dois lados.

Israel imediatamente condenou a decisão do Fatah, que controla a Autoridade Palestina (AP). "A AP deve decidir entre a paz com Israel e a paz com o Hamas, que quer nos destruir", disse o primeiro-ministro israelense, Binyamin "Bibi" Netanyahu.

O Hamas venceu as eleições de 2006 e formou uma coalizão com o histórico rival Fatah. No entanto, o grupo islâmico tomou o poder violentamente na Faixa de Gaza, em 2007, expulsando as forças leais ao presidente Mahmoud Abbas, líder moderado do Fatah.

Desde então, o Hamas controla a Faixa de Gaza e o Fatah, a Cisjordânia. Segundo Netanyahu, a reconciliação expõe a fraqueza da AP e levanta a possibilidade de o Hamas tomar o poder também na Cisjordânia.

"Temos agora um acordo completo, concordamos em todos os assuntos", disse Azzam al-Ahmed, negociador do Fatah. Por duas vezes, Hamas e Fatah anunciaram ter entrado em acordo - dissolvido logo em seguida. Ontem, porém, as duas facções disseram que Abbas e o chefe político do Hamas, Khaled Meshal, assinarão o pacto no Cairo, dia 5.

Apesar de ter pego de surpresa muitos países, incluindo Israel, o anúncio não surpreendeu o especialista palestino Khalil Shaheen. "O momento é propício para ambas as facções, que querem atender as vozes do povo que pedem união. A crise na Síria, tradicional parceiro do Hamas, e a formação do novo regime egípcio também foram fatores determinantes", analisa.

Para Shaheen, o acordo foi concluído graças à pressão do Cairo. "Agora, o Egito está mais próximo do Hamas. O grupo islâmico, por sua vez, tem interesse em ter boas relações com o país para aproximar-se da Irmandade Muçulmana e conseguir a reabertura da passagem fronteiriça de Rafah, que liga o território palestino ao Egito."

O analista avalia que, para Abbas, a principal vantagem do acordo é a "legitimidade" que a união dá a seu governo diante da insatisfação palestina com o estagnado processo de paz.

O especialista israelense Gershon Baskin diz que "ainda é cedo" para comemorar. "Não existe a possibilidade de o Hamas aceitar as condições impostas pelo Quarteto para o Oriente Médio, que incluem o reconhecimento do Estado de Israel, o cumprimento de acordos anteriores e a renúncia à violência."

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O Casamento Real - Os preparativos

Jornal O Globo em PDF, Quinta, 28 de Abril de 2011

* Primeiro Caderno. Empresas já se preparam para disputar aeroportos. Empreiteiras e grupos estrangeiros têm interesse. Infraero ficaria fora do Galeão.

* Segundo Caderno. A novíssima geração da MPB não é, como as anteriores, acompanhada pelo meio acadêmico.

* Esportes. Copa do Brasil: Fla e Vasco se classificam.

* Revista Boa Viagem. Lençóis Maranhenses ganham novas cores com a rica natureza que se exibe às margens do Rio Preguiças.

* Caderno Especial. Imóveis comerciais. Rio se transforma na capital dos novos imóveis comerciais.

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terça-feira, 26 de abril de 2011

Imagens engraçadas/curiosas - 26/04/2011

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Via Knuttz/Ueba

Simetria

Jornal da Tarde em PDF, Terça, 26 de Abril de 2011

LDO descarta plano de metas de Kassab:
O prefeito Gilberto Kassab (PSD) não vai cumprir até o fim do próximo ano algumas das principais promessas que fez para seu segundo mandato, como a inauguração de três hospitais, de nove terminais de ônibus, de 66 quilômetros de corredores de ônibus e a revitalização da cracolândia. É o que indica a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2012 enviada pelo próprio Kassab à Câmara Municipal na semana passada. Em nota, a Prefeitura questionou o critério usado para chegar às conclusões.

A LDO chegou aos vereadores com o anexo “Metas e Prioridades”. No documento de 63 páginas, o prefeito lista o porcentual de quanto vai executar de cada projeto definido entre as ações prioritárias. Informa, por exemplo, que no próximo ano vai cumprir 30% da construção de cada um dos três hospitais previstos para Brasilândia (zona norte), Parelheiros (sul) e Vila Matilde (leste). Os projetos para os hospitais, porém, nem ficaram prontos e o início das obras ainda depende de uma Parceria Público-Privada.

Considerada a principal ‘bandeira’ da segunda gestão Kassab, a revitalização da cracolândia é outro exemplo. Entre 2009 e 2010, os avanços se limitaram a desapropriações de alguns imóveis e do antigo terminal rodoviário. Na LDO deste ano, o prefeito promete concluir 47% do projeto. Outros 5% devem ser concluídos no ano que vem conforme a LDO de 2012. No Plano de Metas, porém, o governo assegura a “requalificação urbana” de todas as ruas comerciais da região e a criação de 25 mil empregos diretos até o fim de 2012. Por enquanto, nenhuma rua da região foi recuperada e nenhum emprego gerado. O projeto para a área só deve ser apresentado no fim de maio e a previsão mais otimista para o início das obras, como já admitiu o próprio Kassab, é março do ano que vem.

O prefeito se comprometeu, por exemplo, a construir nove terminais rodoviários até 2012. Apenas um foi construído até agora e a LDO deste ano prevê a construção de outro. Para 2012, a LDO aponta mais três. Ou seja, mesmo que cumpra todas as diretrizes enviadas à Câmara, faltarão quatro no fim da gestão.

A meta de construir 66 km de corredores de ônibus até o fim do ano que vem também é inviável, como mostram as LDOs de 2011 e 2012. Até hoje, o governo concluiu 8 km. Na LDO deste ano estão previstos outros 8 km e, para o ano que vem, mais 38. Fazendo a conta, se Kassab cumprir o prometido nas diretrizes, ainda faltarão 12 km para bater a meta.

No caso dos hospitais, o governo passou 2009 e 2010 definindo as áreas. Para este ano, a previsão na LDO de 2011 é realizar 70% do projeto. Mas a licitação da obra não foi concluída. Na LDO de 2012, a previsão é executar mais 30%. Para cumprir a meta, os hospitais precisam, no entanto, estar praticamente prontos até dezembro.

Anunciada como intervenção prioritária para a Copa 2014, o prolongamento da Radial Leste também deve, segundo o Plano de Metas, estar concluído até 2012. Foi fechado convênio com o governo do Estado, mas as obras não têm data para começar. Até o fim deste ano, a Prefeitura promete terminar 54% da construção. Na LDO do ano que vem, prevê outros 13%. Questionado sobre a diferença, o governo não respondeu.

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Folha de São Paulo em PDF, Terça, 26 de Abril de 2011

Dilma negocia com TCU para acelerar aeroportos:
O governo Dilma Rousseff negocia uma parceria entre a Secretaria de Aviação Civil e o Tribunal de Contas da União para o acompanhamento de grandes obras federais de expansão dos aeroportos visando a Copa-14. Técnicos do TCU, responsável pela fiscalização, treinariam funcionários da secretaria. Com esse convênio, o objetivo do governo é corrigir rumos e evitar paralisações de obras.

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JOÃO PEREIRA COUTINHO:
Kate é excelente partido para William e família

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Na área do São Vito, SP prevê bulevar e centro de gastronomia

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À sombra da realeza

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Jornal O Globo em PDF, Terça, 26 de Abril de 2011

* Primeiro Caderno. Bancos desafiam BC e abrem guerra
por crédito a servidor. Maior interessado, BB quer exclusividade em empréstimo com desconto em folha.

* Segundo Caderno. João Ubaldo Ribeiro chega aos 70 anos, lançando livro infanto-juvenil e preparando sua primeira ida à Flip.

* Esportes. O peão e o anti-herói. Willians e Felipe, destaques do Fla-Flu, vivem segunda-feira distinta.

* Revista Megazine. Musa de “The Big Bang Theory”, a atriz Kaley Cuoco diz que a série foi um divisor de águas para os nerds.

* Revista Planeta Terra. O desafio de produzir energia verde num mundo em que todas as fontes são sujas.

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Jornal O Dia em PDF, Terça, 26 de Abril de 2011

Improviso para salvar as vidas de crianças
Falta de leitos pediátricos de UTI no Rio obriga médicos a usarem gaze e esparadrapo para fixar equipamentos vitais. Até respirador retirado de ambulância é adaptado.
Rio - Em duas enfermarias comuns, sete crianças que precisam de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) lutam pela vida no Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG), no Fundão. Com os seis leitos de UTI pediátrica da unidade ocupados, e sem conseguir transferência para os pacientes excedentes, o instituto oficializou o improviso: gaze e esparadrapo substituem peças e até equipamentos emprestados são usados no tratamento dos pequenos.

“A gente está tirando leite de pedra. Mesmo com todos os leitos de UTI ocupados, decidimos acolher as crianças graves em vez de fecharmos as portas. A situação é dramática. Os profissionais estão sobrecarregados e acabam precisando decidir qual criança grave vai ter acesso à UTI. É um sofrimento para todo mundo”, admite o médico Edimilson Migowski, diretor do IPPMG há dois meses.

Lucas Alves da Silva, 2 meses, que nasceu com um problema no sistema nervoso central, ocupa um dos leitos da enfermaria improvisada. “Meu filho espera desde que nasceu por um leito de UTI. Ele está sendo bem atendido, mas não está onde precisa. Isso é muito difícil para uma mãe. É revoltante saber que o governo não toma uma providência”, desabafa Lucielen Alves da Silva, 23 anos.

CHORO DE MÃE

A jovem chorou ontem ao saber que outro bebê seria transferido para a UTI, e não o dela. “Meu filho é o mais grave. Está aqui esperando uma vaga há duas semanas”, lamentou. Em todo estado, outras 19 crianças estão em situação parecida: precisam de leito de UTI, mas não conseguem vaga. Já na Maternidade Leila Diniz, em Jacarepaguá, nove leitos de UTI pediátrica equipados nunca foram usados desde a inauguração, em 2008. “São aparelhos caros que já até saíram da garantia. Faltam pediatras intensivistas, pois os salários são baixos. Já levamos a situação ao Ministério Público para tentar resolver”, afirma Jorge Darze, presidente do Sindicato dos Médicos.

“Um pediatra intensivista recebe R$ 1,6 mil mensais, o mesmo que outros médicos, que lidam com pacientes menos graves”, diz.

A Secretaria Municipal de Saúde diz que a UTI da Leila Diniz foi construída “sem planejamento” e que o órgão priorizou a recuperação e ampliação do serviço que já era oferecido. Coordenador da Comissão de Fiscalização do Cremerj, Carlindo Machado e Silva Filho critica a falta de leitos. “A situação é alarmante: crianças ficam esperando enquanto há hospitais com UTIs desativadas por problema de recursos humanos”, reitera. “Quando precisam transferir uma criança, os médicos tratam com as condições que têm. Primeiro pela central estadual, e, depois, na base da amizade”.

Subsecretário de Atenção à Saúde do estado, Alfredo Scaff admite que o governo estadual tem déficit de 30 leitos de UTI pediátrica. “Estamos fazendo licitação para contratar leitos na rede privada. Estudamos fazê-lo emergencialmente. Mas essa responsabilidade não é somente do estado. Os municípios precisam atuar. E a rede federal poderia ampliar o número de leitos do IPPMG”.

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Jornal O Estado de SP em PDF, Terça, 26 de Abril de 2011

EUA mantiveram 150 inocentes presos em Guantánamo, revela WikiLeaks:
Pelo menos 150 suspeitos levados à prisão americana de Guantánamo desde 2002 eram inocentes, revelam alguns dos mais de 700 documentos confidenciais do governo dos EUA tornados públicos ontem pelo site WikiLeaks. Os registros detalham ainda a utilização de métodos violentos nos interrogatórios na prisão, o sistema de classificação por grau de periculosidade dos presos e a transcrição de alguns interrogatórios.

De acordo com os documentos, em muitos casos os suspeitos foram detidos após serem confundidos com pessoas procuradas ou simplesmente porque estavam no lugar errado e na hora errada. O Pentágono qualificou o vazamento dos documentos como "infeliz".

Entre as principais revelações que vieram à tona, estão um sofisticado plano para atacar o Aeroporto de Heathrow, em Londres. O complô estava sendo articulado em 2002 por Khalid Sheik Mohamed, mentor dos atentados de 11 de Setembro.

Os relatos também detalham técnicas usadas por agentes americanos para identificar militantes treinados pela Al-Qaeda. Se, por exemplo, um homem detido usasse um relógio de pulso da marca Cassio modelo F91W, cresciam as suspeitas de que ele tivesse participado de um curso para fabricar bombas - no qual os alunos recebiam os objetos.

Nos relatórios sobre detidos, feitos entre 2002 e 2009, agentes da inteligência militar dos EUA avaliaram as histórias dos presos e narraram as tensões entre captores e cativos.

O WikiLeaks teve acesso aos documentos, mas uma outra fonte - não revelada - os forneceu ao New York Times. As informações demonstram que a maioria dos 172 presos que restam em Guantánamo foi classificada como sendo de "alto risco" para os EUA.

Mas um número ainda maior de prisioneiros que já partiram de Cuba - cerca de um terço dos 600 já transferidos para outros países - também foi considerado de "alto risco" antes de sua libertação.

Os documentos praticamente não falam sobre o uso de táticas de interrogatório polêmicas, como privação de sono e exposição prolongada a baixas temperaturas. Segundo interrogadores, vários prisioneiros teriam inventado relatos falsos sobre abusos.

Missão suicida. Os prisioneiros que especialmente preocuparam os EUA incluíam supostos integrantes da Al-Qaeda, militantes de uma missão suicida abortada na última hora e detidos que prometeram a seus interrogadores que se vingariam.

Os dossiês também mostram a coleta improvisada de informações secretas em zonas de guerra, que levaram à prisão de inocentes em casos de erros de identificação ou simples infortúnio. Em maio de 2003, por exemplo, forças afegãs capturaram o preso 1051, um afegão chamado Sharbat. Ele negou qualquer envolvimento, dizendo que era um pastor.

Interrogadores e analistas concordaram, dizendo que sua história era consistente com seu conhecimento da criação de animais e sua ignorância de "conceitos políticos e militares simples". Mas, mesmo assim, um tribunal militar o declarou um "combatente inimigo" e ele só voltou para casa em 2006.

Autoridades do governo Barack Obama criticaram a publicação dos documentos sigilosos, que foram obtidos pelo WikiLeaks, mas fornecidos ao New York Times por outra fonte. / NYT

Líbia
Abu bin Qumu passou mais de 5 anos preso em Guantánamo, acusado de integrar a Al-Qaeda. Hoje, é um dos principais rebeldes na luta contra Muamar Kadafi

PRINCIPAIS SEGREDOS

Al-Qaeda planejou ataque a Heathrow

A Al-Qaeda chegou a iniciar os preparativos para cometer um atentado no aeroporto londrino de Heathrow, com a mesma estratégia do ataque do 11 de Setembro, indicam documentos obtidos pelo WikiLeaks e publicados pela revista alemã Der Spiegel. O "cérebro" dos atentados de 2001, Khalid Sheik Mohamed, formou em 2002 células para preparar o ataque. A ideia era desviar um avião pouco após a decolagem e jogá-lo contra um dos terminais de Heathrow, um dos principais aeroportos europeus.

O "relógio de pulso dos terroristas"

Militares que avaliam a periculosidade dos presos de Guantánamo são orientados a identificar um modelo de relógio de pulso Casio como sinal de ligação com terrorismo, diz o documento "Matriz de indicadores de ameaça para combatentes inimigos".

Ex-detento é nº 2 da Al-Qaeda no Iêmen

Said Shihri, que foi capturado no Paquistão em 2001 e enviado a Guantánamo, foi solto seis anos depois, após convencer os americanos que ele iria trabalhar na loja da família na Arábia Saudita. Tornou-se o n.° 2 da Al-Qaeda na Península Arábica.

A má sorte dos iemenitas detidos

Arquivos referentes às dezenas de prisioneiros do Iêmen em Guantánamo indicam que eles eram soldados que foram para o Afeganistão antes dos atentados de setembro de 2001 para receber treinamento básico militar, não terrorista.

Entre os presos, um agente britânico

Um dos documentos secretos revelados indicou que entre os presos em Guantánamo estava um detido que tinha sido recrutado por autoridades britânicas e canadenses para trabalhar como agente secreto por suas "conexões com militantes".

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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Imagens engraçadas/curiosas - 25/04/2011

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Folha de São Paulo em PDF, Segunda, 25 de Abril de 2011

Empregos crescem na faixa acima dos 50 anos:
Valdivia comemora o primeiro gol palmeirense no Pacaembu

Ter mais de 50 anos tornou-se uma boa notícia para quem procura emprego, informa Pedro Soares. É nessa faixa que o número de pessoas ocupadas mais cresce, segundo o IBGE. De 2003 ao primeiro trimestre de 2011, os empregados com essa idade aumentaram 56,1% nas seis maiores regiões metropolitanas do país. O percentual é quase o triplo do aumento do emprego em geral (19,8%).

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Jornal O Globo em PDF, Segunda, 25 deAbril de 2011

* Primeiro Caderno. Agentes da ditadura criam rede de arapongas. Direita armada está por trás de grampos e falsos dossiês de hoje.

* Segundo Caderno. Durante dois anos, o Ecad repassou dinheiro a um falsário, prejudicando compositores como Caetano Veloso, Mú Carvalho e Sérgio Ricardo.

* Esportes. Na Páscoa, superação rubro-negra. Flamengo ignora desfalques, juiz e bate Fluminense nos pênaltis.

* Revista Kzuka. Profisão atleta. Os campeões de hoje e os do futuro.

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Jornal O Dia em PDF, Segunda, 25 de Abril de 2011

Novos trens do metrô do Rio são exibidos na China
As 19 composições que vão circular na linha 2 terão passagens entre vagões, bancos paralelos ao corredor e melhor iluminação - Pequim (China) - O acabamento já está aprovado. Uma maquete em tamanho natural dos novos trens do metrô carioca foi apresentada à concessionária Metrô Rio, em Changchun, na China. Foram analisados detalhes que farão a diferença dos carros usados atualmente. Os 19 novos trens, que vão circular na linha 2, terão TV, melhor iluminação com lâmpadas de LED, circuito de refrigeração 33% maior que o atual, passagens entre os vagões e bancos longitudinais (paralelos ao corredor), permitindo maior número de passageiros.
Para quem viajar em pé, as novas composições terão alças pega-mão, além das barras para os passageiros segurarem. Sinais sonoros indicam o fechamento das portas. Painéis eletrônicos em LED informam a estação em que o trem está e o lado do carro em que a porta será aberta. Cada vagão será monitorado por duas câmeras. A cor dos detalhes internos, escolhida pelos passageiros, é azul, que combina com branco e cinza, que predominam. O piso emborrachado italiano tem decoração geométrica também azul. O primeiro trem chega no fim do ano, passa por teste e a previsão é que comece a operar em março, cinco meses após o prazo previsto anteriormente. Os demais entram em circulação no decorrer do ano que vem. O investimento é de R$ 320 milhões e o projeto é inspirado no Metrô de Hong Kong, China, mas adequado às características cariocas.

A demonstração da maquete foi uma exigência de contrato da empresa brasileira, para ter dimensão real de como funcionarão as 114 composições que estão sendo construídas pela fábrica Changchun Railway Vehicles. Tudo foi aprovado, mas engenheiros brasileiros farão acabamentos mais detalhados quando oa carros chegarem ao Rio. É o caso, por exemplo, das alças pega-mão. “Os pega-mãos precisam de uma proteção para evitar machucar os dedos de quem segura. Isso será feito no Rio”, afirmou o presidente do Metrô Rio, José Gustavo Costa.

Antes de chegar ao Brasil, todos os trens serão experimentados em uma linha de testes de 1,8 km, já construída em Changchun, especialmente para o modelo brasileiro, com bitola maior que os encomendados por outros países. O primeiro teste será feito em junho. Os trens chegam de navio, já montados, e passam, no Rio, por novos testes, antes de entrarem em operação.

Porta entre vagões

Os atuais trens da linha 2 serão transferidos para agilizar a linha 1, porém, reformados, com refrigeração modernizada. As lâmpadas de LED dos novos vagões clareiam mais o ambiente e têm maior durabilidade, evitando que sejam queimadas como as fluorescentes, usadas atualmente. As de LED têm vida útil de sete anos, enquanto as fluorescentes, quatro meses.

A refrigeração dos trens será mantida em 23 graus, independentemente da temperatura do lado de fora. Não há portas entre os vagões, permitindo a livre circulação de passageiros, de acordo com a lotação de cada. Além disso, o sistema chamado gangway permite melhor distribuição do ar-condicionado. A novidade amplia a capacidade dos trens, já que passageiros podem viajar no espaço entre os vagões nos horários de rush. Em cada vão entre os trens, cabem mais de sete pessoas, segundo José Gustavo.

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Projeto Caju em Aracaju

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Playboy - Brasil - Edição 431


Tatuagens extremas

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Vamos lá: todo mundo aprendendo a letra! | O GOSTOSÃO E SEDUTOR DO BARSIL A e i o u

Cuidado com o bechano...

Jornal O Estado de SP em PDF, Segunda, 25 de Abril de 2011

Construtoras esticam prazo de entrega:
SÃO PAULO - A euforia que tomou conta do mercado imobiliário brasileiro nos últimos cinco anos pegou em cheio, primeiro, o bolso do consumidor: o preço do imóvel praticamente dobrou no período. Agora, além de pagar mais caro pela casa própria, o cliente terá de esperar mais tempo para se mudar.

Levantamento feito a pedido do Estado pela Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp) mostra que, no primeiro trimestre de 2007, 25% dos empreendimentos lançados na Grande São Paulo tinham prazo de entrega entre 30 e 45 meses, o máximo praticado no setor. Entre janeiro e março de 2011, esse tempo já é estabelecido para 40% dos lançamentos. Até então, a maioria dos imóveis eram entregues em até 15 meses.

A dilatação dos prazos para entrega das chaves está sendo adotada pela maioria das construtoras e incorporadoras, numa tentativa de evitar os desgastes com atrasos de obra, como os que vêm ocorrendo desde o fim de 2009. Um levantamento feito com dados do Tribunal de Justiça de São Paulo dá uma ideia da gravidade do problema: entre 2008 e 2010, o número de processos contra construtoras passou de 202 para mais de 500.

"As obras entregues com atraso foram contratadas com a cabeça de 2007, quando havia mão de obra, insumos e equipamentos disponíveis no mercado", diz o diretor de economia do Sindicato da Construção em São Paulo, Eduardo Zaidan. Naquela época, com dinheiro em caixa para investir, houve uma corrida das incorporadoras para lançar empreendimentos. O resultado não poderia ter sido outro: o que havia em abundância começou a faltar. "Veio uma pressão enorme de falta de gente, máquinas, material e na hora de entregar o imóvel, simplesmente, ele não estava pronto. Não dá mais para prometer no mesmo prazo."

A incorporadora paulistana MaxCap já acrescentou seis meses ao prazo previsto para a conclusão da obra. Além disso, incluiu no contrato uma cláusula em que orienta os compradores a não planejarem compromissos durante o prazo de "carência", que garante à construtora a possibilidade de atrasar em 180 dias a entrega das chaves, por motivos fundamentados, como a incidência de chuva ou mesmo falta de mão de obra.

"Mesmo assim, os atrasos vão continuar, não tem saída", diz José Paim de Andrade Junior, presidente da MaxCap. Dos 40 projetos que a empresa tem em andamento, 70% estão com atrasos superiores a três meses. "Estamos trabalhando com uma mão de obra menos qualificada e, portanto, menos produtiva."

A PDG, maior incorporadora do País, também vai levar mais tempo para entregar seus empreendimentos. Com 200 canteiros de obras em execução atualmente, a companhia estendeu os prazos em quatro meses. "Estamos em regiões diferentes do Brasil que exigem planejamento diferenciado", afirma Milton Goldfarb, presidente da Goldfarb, empresa da PDG.

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