sábado, 4 de junho de 2011

Webuser - 02 de junho 2011

Guerra Bósnia - Sérvia - Ratko Mladic, foragido capturado

Folha de São Paulo em PDF, Sabado, 04 de Junho de 2011

Dilma não sabe quem foram os meus clientes, diz Palocci:
Na primeira entrevista desde que a Folha revelou seu enriquecimento, o ministro Antonio Palocci (Casa Civil) disse que não contou à presidente Dilma Rousseff os nomes dos clientes de sua consultoria nem a natureza dos serviços prestados. A Projeto, consultoria de Palocci, faturou R$ 20 milhões em 2010, período em que ele chefiou a campanha de Dilma à Presidência e exerceu o mandato de deputado federal

Veja também:

Planalto já analisa nomes paralugar de chefe da Casa Civil

Economia do país cresce no 1º trimestre, mas se desacelera

Criação de vagas fica abaixo do esperado nos EUA

10-7=4, ensina livro distribuído pelo governo

MÔNICA BERGAMO: À presidente ministro disse que tinha só uma 'empresinha'

Brasil pega Holanda para 'vingar' Copa do Mundo

Crianças usam sucata para fazer prendas de festas juninas

No Ceará, vereadores inovam e registram desvio em cartório

Formato: PDF
Tamanho: 68 MB

Jornal O Globo em PDF, Sabado, 04 de Junho de 2011

Palocci fala, mas não revela clientes nem melhora crise: Ministro nega tráfico de influência e diz que conta com boa-fé das pessoas - Após 19 dias de silêncio diante das suspeitas sobre a evolução de seu patrimônio, o ministro Antonio Palocci (Casa Civil) falou pela primeira vez sobre seus negócios como consultor, entre 2006 e 2010, como determinara a presidente Dilma. Em entrevista ao “Jornal Nacional”, da Rede Globo, Palocci assegurou que não praticou tráfico de influência como ex-ministro da Fazenda e não assessorou empresas que têm negócios com o governo. Mas não revelou a lista de clientes nem o faturamento da consultoria. Disse que conta com a boa-fé das pessoas porque não tem como provar que não fez tráfico de influência. Agradou ao Planalto ao dizer que a responsabilidade no caso é só dele, e não do governo. Para os aliados no Congresso, o ministro se explicou; para a oposição, agravou sua situação.
Páginas 3 e 4 e Merval Pereira.

* Em livro de matemática do MEC, 10 - 7 = 4.
Mais uma publicação patrocinada pelo Ministério da Educação, desta vez para alunos de escolas públicas rurais, tem erros grosseiros. No volume de matemática da Coleção Escola Ativa, a conta 10 menos 7 tem resultado igual a 4. O material custou R$ 14 milhões. Sindicância vai apurar responsabilidades. Página 10

Formato: PDF
Tamanho: 32 MB

Jornal O Globo em PDF, Sabado, 04 de Junho de 2011

Palocci fala, mas não revela clientes nem melhora crise: Ministro nega tráfico de influência e diz que conta com boa-fé das pessoas - Após 19 dias de silêncio diante das suspeitas sobre a evolução de seu patrimônio, o ministro Antonio Palocci (Casa Civil) falou pela primeira vez sobre seus negócios como consultor, entre 2006 e 2010, como determinara a presidente Dilma. Em entrevista ao “Jornal Nacional”, da Rede Globo, Palocci assegurou que não praticou tráfico de influência como ex-ministro da Fazenda e não assessorou empresas que têm negócios com o governo. Mas não revelou a lista de clientes nem o faturamento da consultoria. Disse que conta com a boa-fé das pessoas porque não tem como provar que não fez tráfico de influência. Agradou ao Planalto ao dizer que a responsabilidade no caso é só dele, e não do governo. Para os aliados no Congresso, o ministro se explicou; para a oposição, agravou sua situação.
Páginas 3 e 4 e Merval Pereira.

* Em livro de matemática do MEC, 10 - 7 = 4.
Mais uma publicação patrocinada pelo Ministério da Educação, desta vez para alunos de escolas públicas rurais, tem erros grosseiros. No volume de matemática da Coleção Escola Ativa, a conta 10 menos 7 tem resultado igual a 4. O material custou R$ 14 milhões. Sindicância vai apurar responsabilidades. Página 10

Formato: PDF
Tamanho: 32 MB

Jornal O Dia em PDF, Sabado, 04 de Junho de 2011

STF anula cinco milhões de multas emitidas no Rio:
Rio - Uma batalha judicial de seis anos chegou ontem ao fim e o vencedor foi o contribuinte. O Supremo Tribunal Federal (STF) anulou definitivamente mais de cinco milhões de multas emitidas antes de 2005 pelo Detran e Detro no estado e Prefeitura do Rio. Naquele ano, as multas haviam sido canceladas pela Justiça estadual, mas os órgãos públicos tentaram derrubar a ordem. Houve recurso. Contra a decisão do STF, não cabe recurso. Antes, os motoristas só podiam contestar as infrações após pagá-las. “O que existe de mais odioso e repudiante no meio jurídico é ignorar o direito de defesa. Nesse caso, os órgãos poderiam simplesmente fazer o ajustamento de conduta, mas se recusaram. A falta de defesa prévia só acontecia no estado do Rio, uma excrescência”, explicou o promotor do Ministério Público estadual (MP), Rodrigo Terra. Ele é autor da ação acatada pelo ministro Ricardo Lewandowski.

De acordo com o promotor, quem pagou multa anterior a 2005 pode recorrer junto aos órgãos arrecadadores ou na Justiça. Quem deve multa anterior a esse período pode ignorar a dívida. “Não creio que o Detran vai se mobilizar para ressarcir as pessoas. Se o órgão dificultar, caberá ao contribuinte recorrer à Justiça, onde vários desdobramentos vão ocorrer. Por exemplo, uma pessoa que perdeu a carteira por número de pontos dessas multas pode acionar a Justiça, reverter todo o processo e ainda pedir indenização”, esclareceu Terra.

Publicação vale como notificação

O Detran-RJ informou que só vai se pronunciar após ser notificado judicialmente. A Procuradoria Geral do Município do Rio, que recorreu ao Supremo Tribunal Federal, disse que estuda possíveis medidas jurídicas e administrativas sobre a decisão.

O Detro também vai aguardar notificação judicial. Rodrigo Terra informou que a publicação da decisão no Diário Oficial da União, que deve ocorrer após o próximo dia 15, trânsito em julgado do processo, já vale como notificação aos órgãos envolvidos.

Formato: PDF
Tamanho: 52 MB

Galileu – Edição 239 Junho 2011

Jornal O Estado de SP em PDF, Sabado, 04 de Junho de 2011

Palocci se cala sobre renda, omite os clientes e nega tráfico de influência:
BRASÍLIA - Sem revelar nomes de clientes e detalhar os valores recebidos como consultor, o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, admitiu nesta sexta-feira, 3, em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, que teve um grande faturamento nos últimos meses de 2010, quando já montava a equipe da presidente eleita, mas negou que tenha cometido tráfico de influência. "Minha empresa jamais atuou junto a órgãos públicos, ou diretamente prestando consultoria para órgãos públicos, ou representando empresas privadas nos órgãos públicos. Quando a empresa privada tinha negócios com o setor público, nunca prestei consultoria", disse, rompendo o silêncio após 20 dias de crise gerada a partir de suspeitas sobre sua evolução patrimonial. O ministro informou que trabalhou para "20 ou 25 empresas" e enumerou os setores de algumas delas: "Trabalhei no setor de serviços financeiros, indústria, mercado de capitais, bancos e empresas, fundos de mercado de capitais. Fundos trabalham principalmente com investimentos em outras empresas privadas, e trabalhei em empresas de serviços em geral".

Segundo Palocci, alguns clientes o contrataram para obter análises sobre o comportamento do câmbio. "Não me considero rico, mas bem remunerado pelos serviços que prestei", disse. Em novembro passado o ministro comprou um apartamento de 500 metros quadrados em São Paulo avaliado em R$ 6,6 milhões. No ano anterior, adquiriu um escritório por R$ 882 mil.

Palocci, que foi forçado pela presidente Dilma Rousseff a se explicar diante do prolongamento da crise, insistiu em dizer que não ocultou dados: "Se tratava de uma empresa privada, que prestava atividades privadas, que foi registrada em meu nome e de meu sócio na Junta Comercial de São Paulo. Portanto eu não tive uma atividade reservada, tive uma atividade pública". Sobre os clientes, disse que não vai expor "contratos com empresas privadas num ambiente de conflito político".

Quanto aos números relativos à empresa, disse que gostaria de mantê-los reservados. O ministro foi indagado sobre o faturamento de R$ 10 milhões, que teria sido obtido somente nos meses de novembro e dezembro de 2010. De novo, não confirmou valores. Questionado se antes de 2010 os ganhos de sua empresa tinham sido de 30%, 10%,Palocci respondeu: "Algo nesse sentido", disse, sem precisar. Ele afirmou ainda que os lucros de sua empresa correspondem aos de outras de consultorias que atuam no mercado.

Palocci em alguns momentos pareceu nervoso. Mexia-se de um lado para o outro, embora estivesse sentado, de costas para a parede de vidro de seu gabinete, no quarto andar do Planalto.

Formato: PDF
Tamanho: 48 MB

Vida e Saúde (2011-06)

A coleção Ralph Lauren de carros clássicos

MacUser UK 27-05-2011

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Jornal O Globo em PDF, Sexta, 03 de Junho de 2011

Já sem apoio do PT, Palocci promete explicação pública. Dirigentes do partido pedem saída do ministro e articulam substituição - Reunida ontem, a Executiva Nacional do PT não deu qualquer declaração de apoio ao ministro Antonio Palocci (Casa Civil) e decidiu esperar uma explicação pública dele sobre o aumento de seu patrimônio quando era deputado federal e coordenador da campanha presidencial de Dilma Rousseff. Dirigentes chegaram a anunciar que o PT divulgaria resolução deixando claro que a crise que envolve Palocci é uma questão do governo, e não do partido. Mas o Palácio do Planalto interveio, evitando o documento. A operação do Planalto não conseguiu impedir, porém, que quatro dirigentes do PT defendessem a saída imediata do ministro. O secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, admitiu que a situação é delicada e que Dilma pediu explicações
ao ministro, o que pode ocorrer hoje. Reservadamente, petistas já falam em nomes
para substituir Palocci. Páginas 3 e 4.

PMDB exibe Lula, não Dilma: Em meio à primeira grande crise política do governo Dilma Rousseff, o programa do PMDB na TV, exibido ontem à noite, teve o ex-presidente Lula como estrela. Segundo o partido, ele aceitou gravar uma participação, mas Dilma teria recusado o convite, alegando empecilhos jurídicos. Página 9.

Formato: PDF
Tamanho: 23.9 MB

Folha de São Paulo em PDF, Sexta, 03 de Junho de 2011

Não sou refém, diz Dilma; Palocci promete respostas:
A presidente Dilma Rousseff afirmou ontem, em meio à crise em torno do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, que ela não vai ser "refém" de dificuldades. No lançamento do programa Brasil sem Miséria, que prevê R$ 20 bilhões anuais para beneficiar 16,2 milhões de pessoas até 2014, ela disse: "Os desafios não me imobilizam, os desafios não me tornam refém".

Veja também:

Anatel abre mercado de TV a cabo a teles

Na TV, PMDB exalta Lula e só cita a presidente

Bactéria que mata europeus é uma mutação 'supertóxica'

Fuvest aumenta nota de corte e reduz questões na segunda fase

Greve prejudica 2,4 milhões de pessoas em SP

Governo russo barra carnes de PR, RS e MT

Com 3 estreias hoje, salas de SP exibem 12 filmes nacionais

Em 'maratona', Neymar fará amanhã, com a seleção, seu 31º jogo no ano

Formato: PDF
Tamanho: 87.5 MB

Jornal O Dia em PDF, Sexta, 03 de Junho de 2011

Policiais usavam talões do jogo do bicho em delegacia
Em inspeção na 76ª DP (Niterói), corregedoria encontrou dois blocos de apontadores que serviam como rascunho para agentes
- Rio - Os talões dos apontadores do jogo do bicho também ganharam utilidade na 76ª DP (Niterói), apontada como ‘escritório do crime organizado’ pela Corregedoria da Polícia Civil e (Coinpol) e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público. Durante as investigações sobre o envolvimento do grupo com a máfia dos caça-níqueis, foram encontrados no balcão de atendimento da delegacia dois blocos com números de apostas que serviam como rascunho para os agentes da unidade. “O negócio era tão escancarado que os talões ficavam à mostra em cima da mesa para anotar recados”, destacou o corregedor da Polícia Civil, Gilson Emiliano. Quinze pessoas foram denunciadas à Justiça como resultado da Operação Alçapão, deflagrada quarta-feira.

Nove acusados foram presos, entre eles um agente penitenciário e seis policiais civis. Todos foram levados ontem para o presídio de Bangu 8. Só o inspetor Jerônimo Pereira Magalhães, o Magal, chefe do setor de Homicídios da 72ª (São Gonçalo) continua foragido.

Para o promotor Cláudio Varela, do Gaeco, os agentes atuavam muito à vontade. “Embora esse tipo de conduta não seja fácil de ser investigada, desta vez alguns policiais se sentiam tanto à vontade, a ponto de usar os talões do jogo do bicho”, avaliou.

A crença na impunidade, para o corregedor, permitiu ainda que a polícia apreendesse R$ 210 mil em mala na copa de árvore na casa do inspetor Jorge Gomes Barreira, em Guaratiba, além de munição de uso restrito, espingarda e dois revólveres, sem registros, na casa do agente Márcio Coutinho Braga.

Investigação sobre o patrimônio

Os acusados de envolvimento com a máfia do jogo vão ter que prestar conta sobre seu patrimônio, como Jorge Gomes Barreira, que escondeu a mala com R$ 210 mil numa árvore no quintal de sua casa. Mas mesmo quem não foi denunciado à Justiça, como Marival Gomes, policial civil e assessor da Secretaria executiva da Prefeitura de Niterói, vai ter que dar explicações à polícia. No apartamento dele, a corregedoria apreendeu joias e dólares.

Outro que será chamado para depor é o policial Marco Lira, ex-presidente da escola Viradouro. No lixo de um apartamento, que teria sido dele, havia canhotos de cheque com valores de até R$ 55 mil.

Afastados das funções

O juiz da 3ª Vara Criminal de São Gonçalo, João Guilherme Chaves Rosas Filho, determinou o afastamento da função dos dez policiais civis e do agente penitenciário denunciados por ligação com o esquema de proteção aos caça níqueis. Nesse grupo, três inspetores vão responder às acusações em liberdade, mas sem trabalhar. Entre os nove presos, está o agente penitenciário e seis policiais civis.

Ontem, três equipes de agentes da Corregedoria tentaram localizar o paradeiro de Jerônimo Pereira Magalhães, o Magal, inclusive na Região dos Lagos, mas ele não foi encontrado.

Formato: PDF
Tamanho: 33.8 MB

Jornal O Estado de SP em PDF, Sexta, 03 de Junho de 2011

Rifado pelo PT, última cartada de Palocci será explicação pública:
BRASÍLIA - Pressionado pela presidente Dilma Rousseff a dar explicações sobre o crescimento de seu patrimônio e sem apoio do PT, o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, tentará nesta sexta-feira, 3, contornar a ruidosa crise política com uma manifestação pública. Dilma disse a Palocci, nesta quinta, 2, que é "um erro" ele esperar o parecer da Procuradoria-Geral da República para rebater as denúncias porque o desgaste já atinge o governo.

A situação de Palocci, acusado de multiplicar o patrimônio em 20 vezes durante quatro anos, é considerada gravíssima tanto pelo Planalto como por petistas. Sua permanência no cargo depende dos esclarecimentos e do fim das acusações.

A Executiva Nacional do PT, reunida na quinta, lavou as mãos e não produziu nenhuma linha em defesa de Palocci. "Não entramos no mérito da questão. O ministro me disse que vai se manifestar sobre suas consultorias", afirmou o presidente do PT, Rui Falcão. "O assunto Palocci é do governo, não é do PT", emendou o secretário de Comunicação, deputado André Vargas (PR), indicando que o chefe da Casa Civil foi abandonado à própria sorte.

No Planalto, o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, admitiu que a crise envolvendo Palocci é delicada. Ressalvou, no entanto, que ele "continua firme"e dará explicações sobre a origem de seu patrimônio. Até a noite desta quinta, não estava definido se Palocci concederia uma entrevista ou faria um pronunciamento. A ideia era a de que ele falasse ao Jornal Nacional, da TV Globo. "A presidente conversou com Palocci e disse que era importante ele se manifestar. A gente enfrenta crises com maturidade e transparência. Não perdemos o nosso norte", insistiu Carvalho.

A decisão de não fazer desagravo nem atacar Palocci foi combinada pela cúpula do PT com o governo. De manhã, Falcão foi ao lançamento do programa Brasil Sem Miséria e teve um tête-à-tête com Carvalho. "Cuide lá para não ter tiro nas costas da gente", recomendou o ministro.

Na reunião da Executiva, a discussão foi acalorada. O vice-presidente do partido, José Guimarães, defendeu uma nota de apoio a Palocci, mas foi voto vencido. Valter Pomar, ex-titular de Relações Internacionais, e Renato Simões, secretário de Movimentos Populares, pregaram a saída de Palocci. Sob intenso tiroteio há 19 dias, o chefe da Casa Civil, é também suspeito de ter feito tráfico de influência.

Formato: PDF
Tamanho: 34.5 MB

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Imagens engraçadas/curiosas - 02/06/2011

Clique na imagem abaixo para ver todas as fotos

Via Knuttz/Ueba

Boi com chifre de 2,20 metros morre em São Paulo

Animal morreu nesta quinta-feira (2), em Parelheiros, na Zona Sul da cidade.
Dono diz que morte do animal 'mais chifrudo do país' abalou a todos.
Do G1 SP
Boi Famoso era uma das estrelas do Rodeio
de Barretos, segundo o dono (Foto: Arquivo/G1)

O boi batizado como Famoso e que, segundo seu dono, tinha o maior chifre do Brasil, medindo 2,20 metros, morreu nesta quinta-feira (2), em São Paulo. De acordo com Gordinho do Boi, como ele se apresenta, o animal começou a ficar doente na segunda (30).

“Ele era um boi muito querido, todo mundo aqui está de luto”, disse. Famoso morreu em Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo. “O Famoso estava fraco, triste, só comia capim. De manhã ele caiu e não levantou mais”, afirmou Gordinho do Boi.

Famoso era realmente famoso. No Rodeio de Barretos, um dos mais concorridos do interior paulista, ele era um dos personagens mais conhecidos. “O Famoso era o astro da festa de Barretos”, afirmou Gordinho do Boi. Ele disse também que, nesta quinta, recebeu ligações de Osasco, Caçapava, Barretos e de pessoas da região em que vive.

Segundo o dono do animal, as pessoas da região chegaram a tentar levar Famoso até o hospital, mas não houve tempo suficiente. “Até deram soro e vitaminas, mas ele estava muito fraco e não aguentou. É uma tristeza, ele era muito dócil”, disse Gordinho do Boi. O boi estava com ele havia mais de cinco anos.

Infarto: saiba como e por que o coração para de funcionar

Sedentarismo, maus hábitos alimentares e estresse contribuem para o problema

Estar acima do peso, levar uma rotina estressante, fumar, não praticar exercícios e ter maus hábitos alimentares são fatores determinates para desencadear o mais popular e perigoso problema de saúde do Brasil: o infarto do miocárdio, ou, como é conhecido popularmente, o ataque cardíaco. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o país registra uma média anual de 70 mil mortes por infarto. O alto índice de óbitos não e restrito aos brasileiros. O problema é de escala mundial e atinge até mesmo pessoas que mantém uma rotina saudável.

O que acontece no coração
O ataque cardíaco é, basicamente, a morte do coração. O músculo cardíaco para de receber sangue - que leva oxigênio e nutrientes aos tecidos do órgão - e a falta de irrigação, consequência do entupimento das artérias coronárias, faz com que ele pare de funcionar.
O processo que desencadeia o problema é relativamente lento e pode levar anos. "Embora ele seja súbito, o excesso de colesterol, ou seja, a gordura, vai se acumulando ao longo dos anos nas paredes internas das artérias até interromper totalmente o fluxo de sangue", explica o cardiologista Maurício Wajngarten.

De acordo com o especialista, o sangue passa a fluir devagar devido ao engrossamento das tais placas de gordura (ateromas) nas artérias. Com isso, o coração passa a ser menos irrigado e sinaliza isto sob a forma de uma intensa dor, chamada angina. "Nas pessoas que já têm uma predisposição genética, ou que apresentam um ou mais fatores de risco, como hipertensão ou diabetes, este processo é muito mais intenso", diz o cardiologista.
No passo seguinte o ateroma se quebra para cobrir a ferida, o que faz com que as plaquetas se unam para formar um coágulo de sangue (trombo) até aparecer o responsável pela total obserução da artéria: um coágulo que impede que o sangue passe e, preso, ele deixa de irrigar o miocárdio. A duração deste processo todo leva apenas alguns minutos. No entanto, se ultrapassar 20 minutos, o dano pode ser irreversível. "A gravidade de um infarto depende muito do tamanho da área atingida do coração. Se o bloqueio for em uma das principais artérias, é necessário que o atendimento médico seja urgente. Caso contrário, é morte certa", alerta Wajngarten.

Os sintomas de que um infarto está prestes a acontecer nem sempre são evidentes: além da dor ou pressão no peito, pode haver falta de ar, dores nos braços, pescoço, ombros e costas, enjoos e até mesmo um desmaio. No entanto, algumas pessoas passam pela experiência sem sentir absolutamente nada.

Tratamentos e prevenção
Nem todo infarto é fatal e existem formas de tratamento para quem já passou pela experiência. De acordo com o cardiologista, a medicina oferece medicamentos para revascularizar a área atingida.

Há também procedimentos e intervenções cirúrgicas, como a angioplastia, que devolve a irrigação através de um cateter que viaja pelos vasos até o coração. Nesta técnica, uma uLinkma espécie de balão inflado alarga as artérias estreitadas e libera a passagem do sangue. Em muitos casos, uma espécie de mola pequena (stent) é colocada para garantir a passagem do sangue e, consequentemente, a irrigação do músculo.

Já a ponte de safena é usada em casos mais graves, onde várias artérias foram bloqueadas pelas placas de gordura. A taxa de sucesso dessas técnicas chega a 90%. "Evitar um infarto exige cuidados relativamente simples. Se manter longe de fatores de risco, como o tabagismo e o sedentarismo, já é um começo", recomenda o cardiologista. Alimentação balanceada, controle do colesterol e pressão arterial também influenciam. Assim como deve-se procurar alternativas para aliviar o estresse e a tensão.
Fonte: Minha Vida

Underxmag - Brasil (2011-05 & 2011-06)

Jornal O Dia em PDF, Quinta, 02 de Junho de 2011

Civil encontra mala com dinheiro em árvore de casa de policial preso:
Rio - Agentes da Corregedoria da Polícia Civil, que realizam a operação Alçapão na manhã desta quarta-feira contra policiais envovidos com contravenção, encontraram uma mala com dinheiro em uma árvore da residência de um dos policiais presos.

O objetivo dos 170 agentes envolvidos era cumprir trotal de dez mandados de prisão, sete deles para policiais civis. Eles também estiveram nas ruas para cumprir 29 mandados de busca e apreensão. Foram apreendidos documentos em diversos endereços e duas motocicletas de uma empresa de segurança.

As investigações para a Operação Alçapão, que começaram há seis meses, mostram que os procurados recebiam propinas mensais de contraventores - os valores chegavam a receber até R$ 10 mil cada. O grupo foi denunciado por crimes como quadrilha armada, prevaricação e corrupção. A denúncia foi recebida pela 3ª Vara Criminal da Comarca de São Gonçalo.

"Demos início à investigação após informações do Disque-Denúncia e de informantes nas ruas", disse Gilson Emiliano Soares, corregedor da Polícia Civil.

A Polícia Civil informou que o delegado preso está na Selegacia Anti-Sequestro (DAS) e na quinta-feira será transferido para o Presídio Pedrolino Werling de Oliveira, o Bangu 8. Os outros presos na operação serão levados para a sede da Coinpol, na Zona Portuária.

Investigado, ex-presidente da Viradouro não é localizado

Os agentes estiveram na casa do ex-presidente da Viradouro e policial civil, Marcos Lira, em Camboinhas, Niterói. Funcionários do condomínio informaram que Lira não mora mais no local há três meses e teria vendido a casa. Dentro do imóvel, que teria valor de mercado de R$ 1 milhão, os policiais encontraram uma máquina caça-níquel e documentos da Viradouro.

Para evitar o vazamento de informações, fuga de procurados, destruição de documentos e provas, a Polícia Civil só distribuiu os envelopes com o destino dos agentes uma hora antes do começo da operação.

Formato: PDF
Tamanho: 27.6 MB

Jornal O Globo em PDF, Quinta, 02 de Junho de 2011

* Primeiro Caderno. Governo joga duro para tentar anular convocação de Palocci. Chamado para ministro se explicar foi aprovado em votação polêmica.

* Segundo Caderno. Artur Barrio se arma de críticas e de uma obra “suja” para representar o Brasil na Bienal de Veneza.

* Esportes. Vasco fica a um empate do título.

* Revista Boa Viagem. Kreuzberg, bairro multicultural em Berlim, se firma como reduto da moda na capital alemã.

Formato: PDF
Tamanho: 25.9 MB

Jornal O Estado de SP em PDF, Quinta, 02 de Junho de 2011

Líderes petistas contrariam Lula e já discutem nome para substituir Palocci:
BRASÍLIA - Na contramão da estratégia traçada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dirigentes e líderes do PT não só querem a saída do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, como já discutem pelo menos dois nomes para substituí-lo. O argumento é o de que a manutenção de Palocci provoca enorme desgaste ao governo da presidente Dilma Rousseff e sua preservação aumentará ainda mais a crise política.

Um sintoma da mudança de tom em relação a Palocci ocorrerá na reunião desta quinta-feira, 2, da Executiva Nacional do PT, em Brasília. Na prática, o partido de Dilma lavará as mãos: não produzirá resolução apoiando o ministro, mas também não pedirá sua cabeça em público.

A fragilidade cada vez maior de Palocci - convocado nesta quarta-feira, 1º, para prestar esclarecimentos na Comissão de Agricultura da Câmara - já alimenta uma disputa fratricida no PT pelo espólio da Casa Civil. Dois nomes são citados para a vaga: Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral) e Paulo Bernardo (Comunicações).

Para queimar Bernardo, grupos que se opõem a ele vazaram a informação de que a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) pedira a saída de Palocci em um almoço oferecido a Lula, em Brasília, na semana passada. Foi uma tentativa de constrangimento, já que Gleisi é mulher de Bernardo.

Ela telefonou para Palocci nesta quarta para desfazer o que chamou de "intriga" com o objetivo de atingir Bernardo. No almoço com Lula, a senadora perguntou ao ex-presidente até que ponto valia "queimar gordura" para defender Palocci por causa de um projeto pessoal do ministro, se ele não dava explicações sobre a evolução do seu patrimônio.

Com o governo sob cerco político, outros petistas reforçaram nesta quarta o coro das cobranças a Palocci, acusado de enriquecimento ilícito e tráfico de influência. De nada adiantaram os apelos de Lula, que, antes de viajar para Cuba, chamou companheiros a seu escritório, em São Paulo, para pedir que não rifassem o chefe de Casa Civil. "Se vocês não segurarem Palocci, a oposição não vai dar sossego", disse Lula.

Formato: PDF
Tamanho: 39 MB

VIP SL - Edição 05

Digital Camera World (2011-06)

Época – Edição 680 30 Maio 2011

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Folha de São Paulo em PDF, Quarta, 01 de Junho de 2011

Dilma privatiza Cumbica e mais dois aeroportos:
Em reunião sobre a Copa-14, a presidente Dilma disse que até dezembro sairá o edital de licitação que entregará à iniciativa privada a administração dos aeroportos de Cumbica (SP), Viracopos (SP) e Brasília (DF). A participação da Infraero será limitada a 49% nessas unidades, consideradas estratégicas. O setor privado será responsável pela gestão e por obras de ampliação das unidades.

Veja também:

PMs integram gangues que explodem caixas

Pela 1ª vez, OMS liga celular a possível efeito cancerígeno

Senadora do PT propõe saída de Palocci do governo

Sarney recua e impeachment de Collor volta para mostra no Senado

Licença da usina de Belo Monte deve sair hoje

BB vence Bradesco e assume operação do Banco Postal

Em SP, Câmara aprova o IPTU proporcional em primeira votação

No Paraguai, Santos joga por vaga na final da Libertadores

Formato: PDF
Tamanho: 75 MB

Jornal O Dia em PDF, Quarta, 01 de Junho de 2011

Aposentado quer garantir hoje a antecipação do 13º:
Rio - A antecipação de metade do 13º salário dos aposentados do INSS será definida hoje. O ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, tem reunião marcada hoje com representantes da Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas (Cobap) e dos sindicatos de aposentados das centrais para discutir esse e outros assuntos. Segundo fontes ligadas à Diretoria de Benefícios do INSS, a autorização para o pagamento precisa ser feita um mês antes, com publicação em Diário Oficial da União. Em 2010, a publicação foi 13 dias antes.

Garibaldi já afirmou que não há problemas orçamentários que impeçam a antecipação do bônus para agosto, como ocorre desde 2007. Mas até agora não houve movimento oficial para envio do decreto presidencial de forma a garantir pagamento. Segundo a Previdência, é preciso sacramentar a decisão em acordo, como em 2006. Lideranças de aposentados e pensionistas insistirão para discutir hoje o assunto, a fim de cumprir essa etapa.

“Nas reuniões anteriores, o assunto sempre esteve na pauta, mas não entrou em negociação. Mas vamos fechar essa questão”, explicou Carlos Ortiz, diretor do Sindicato dos Aposentados da Força.

Presidente da Confederação dos Aposentados (Cobap), Warley Gonçalles afirma que a palavra do ministro tranquilizou os aposentados. “Ele disse que não há impedimento, mas a reivindicação será feita. Estamos mais preocupados é com a política de reajustes até 2015 e com a desoneração da folha. Aliás, o ministro Guido Mantega não poderá ir á reunião de quinta (amanhã)”, diz.

Já Ortiz destaca o debate sobre o novo índice de reajuste no INSS e lembra que os aposentados tiveram aumento inferior à inflação, com diferença de 0,06%. Garibaldi já teria admitido pagar a partir de julho. “O retroativo a gente discute depois”, diz Ortiz.

Reunião de hoje terá nove temas

Abertura e transparência da conta da Seguridade Social (receita e despesa), garantindo financiamento de LOAS e dos rurais.

Estabelecer política de recuperação do poder de compra de segurados acima do mínimo.

Criação de um índice nacional de preços para a terceira idade.

Manter a vinculação do piso do INSS ao mínimo.

Combate da fraude, desvio e sonegação.

Cobrança e execução dos devedores e agilidade para a concessão do benefício.

Isenções previdenciárias financiadas pelo Tesouro e não pela Seguridade Social.

Pagamento das revisões do teto de 1998 a 2003, já julgada a favor dos aposentados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Pagamento das diferenças do reajuste dos aposentados em 2011 ( 0,06%).

Campanha de desmistificação do déficit.

Formato: PDF
Tamanho: 29 MB